quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Já cá desconfiava...

Ora bem, como sempre digo, não sou pessoa dada a criar ou a ter barriga quando carrego uns quilos a mais, como tem sido o caso nos últimos tempos...
Digo sempre que, em mim, a gordura se aloja imediatamente na coxa e no rabo e agora tenho a 'prova científica' do que digo, vejo, sinto e transporto comigo.
Após um mês e meio de regresso ao ginásio em que mudei alguns hábitos no que ao exercício diz respeito, foi feita uma nova avaliação.
O peso manteve-se mas perdi massa gorda e ganhei massa muscular o que é um sinal de que a alteração nos exercícios que ando a fazer está a produzir algum efeito.
Ao invés de andar a correr feita barata tonta à hora de almoço para estar triste e infeliz a caminhar e a correr um bocadinho na passadeira, qual mono sem graça, e depois fazer uma aula, ou outra, de pouca intensidade e ritmo, optei por ir a aulas mais curtas mas de alta intensidade em termos de força, tonificação e treino cardiovascular.
Alterei horários e ritmos e acho que estou no bom caminho para conseguir os resultados que quero: ganhar força, tonificar o que abana e, acima de tudo, perder algum peso que isto assim já não pode (ou podia) ser.
Vai daí, e voltando à tal avaliação, eis as imagens que comprovam o que estava a dizer: a Massa Magra até está acima nas pernas e nos braços e normal na cintura, e a Massa Gorda está normal em todo o lado excepto na zona, lá está, do rabo e da coxa.
Vai ser uma luta difícil porque, de facto, já perdi (muito) peso antes e sei bem que o último lugar onde a gordura desaparece é na fatídica zona do rabo, e da coxa.
Contudo, a luta continua e como estou mesmo a gostar do alto impacto e grau de dificuldade nos exercícios que tenho feito, é uma espécie de desafio para mim mesma.
Descubro que afinal é bom e sabe bem tentar superar e melhorar aquilo que se faz.



sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Azul Oeste

E é isso.
Pedalar e chegar ao mar e ver onde este toca o céu, em tons de azul.
Terapia gratuita à mão, e aos pés. E já agora, à alma e ao coração.
Estas fotos são de diversos sítios e de diversas pedaladas pelo Oeste e vai daí o Azul Oeste, se é que se pode 'chamar' tal coisa.




   


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Boas notícias

Em poucos dias fiquei a saber que está tudo bem com as minhas maminhas e o meu útero.
Eu sei que isto não interessa a ninguém até porque estamos quase no Natal mas foi um alívio saber os resultados dos exames.
Daqui a 5 anos, ou seja, quando estiver à beira dos 50, volto a fazer o rastreio do cancro do colo do útero.
Quanto às minhas maminhas, tendo em conta que os meus antecedentes familiares não ajudam (avó materna, tia paterna e prima direita com cancros na mama e sem um peito) e que não tenho a mania das doenças à exceção do que se passa nas ditas, foi um alívio enorme quando o médico disse que estava tudo bem...
Enfim, há que não descurar a saúde e como não me tem ocorrido nada para escrever aqui, apeteceu-me relembrar toda a gente da importância da prevenção e da realização de exames e rastreios...

domingo, 18 de novembro de 2018

Estiveram ausentes das minhas mãos durante muitos anos, tantos que perdi a conta. 
Subitamente, voltaram à minha vida e estão iguais, como se os tivesse folheado ontem... 
Ambos são a primeira edição que remonta a 2003.
Aliás, num está escrita a data da compra: 23/11/2003, o que quer dizer que está prestes a fazer 15 anos.
No entanto, penso apenas no que vi num filme no cinema, há coisa duma semana: o passado é um buraco para o qual não devemos voltar porque corremos o risco de cair lá para dentro e ficar lá.
Os livros são do meu passado mas agora estão no meu presente e é aí que vivo, não querendo nunca voltar para trás.
A não ser que pudesse tomar outras decisões, mas isso já era e já dava outra história.
A minha História.



sexta-feira, 9 de novembro de 2018

No big deal...

Comprei um simples perfume, não é o meu perfume habitual, nem nunca tinha usado ou experimentado algum deste género, mas num dos dias em que fui à loja ver roupas, calhou a experimentar este singelo perfume.
Como gostei, achei que podia ser uma boa opção para alguns dias em que apetece sentir outro aroma porque, às tantas, já não se sente o nosso perfume habitual em nós por causa da habituação ao seu cheiro.
Assim sendo, e como é pequeno, gasta-se num instante o que é bom para se ir experimentando e mudando para outros.
Vai daí que não sou nada dada a ideias sobre manualidades ou "trabalhos manuais", sempre me considerei um zero à esquerda nessa matéria mas ontem lembrei-me que a embalagem onde vinha o perfume poderia servir para colocar alguma maquilhagem que tinha numa bolsa que entretanto ficou algo envelhecida com o passar do tempo.
O resultado foi o que se vê na colagem que deixo aqui na foto. Não é nada de especial mas para mim dá jeito e soube-me bem ter tido uma ideia qualquer...
Enfim, e este 'post' não é patrocinado, antes fosse porque a ver pela quantidade de roupa e acessórios que trago da presente loja, bem que dava jeito um incentivo extra.
Dream on...








(foto do perfume e da caixa original)

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Espécie de nadar

Voltei à piscina e desta vez foi mais a sério pois decidi 'formalizar' a minha inscrição na piscina, ou seja, paguei seguro, inscrição e entradas individuais.
Portanto, agora sim, vou disciplinar-me para ir, pelo menos, uma vez por semana à piscina em modo livre.
E o bom disto tudo é que chego lá, há três pistas para o modo livre, e pelo menos uma não tem tido ninguém. 
Assim fico mais à vontade para não "empatar" ninguém que nade realmente bem e para nadar à minha maneira.
Sim, é que o facto de não rodar bem um dos braços, implica dar mais às pernas mas o prazer que me dá nadar de costas é tão grande que nem consigo expressar o que sinto enquanto ando ali dum lado para o outro... Sabe tão bem estar ali na água que é quase como se aquele fosse o meu meio natural, como se fosse algo altamente intuitivo onde me sinto imensamente bem.
A água chama por mim, sinto-me muito bem lá dentro e é deveras relaxante nadar um pouco, mesmo não sendo como era antes por causa do braço e das suas limitações.


Uma dúzia...

Hoje o meu filho faz 12 anos e eu estou parca em palavras.
Só me ocorrem clichés tais como: o tempo passa rápido demais, ainda ontem nasceu e agora já tem 12 anos, já está no 7.º ano e eu vou deixar de poder usufruir de apenas meia hora de almoço, no trabalho.
A entrada na adolescência já se nota há uns tempos e há dias em que fico com os cabelos em pé.
Há dias em que é uma luta mas eu não desisto.
12 anos... e sai mais um cliché: lembro-me de tudo como se tivesse sido ontem (refiro-me ao seu nascimento, claro está...).
Tudo o que quero é que o meu filho seja feliz.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Oh, não...

"Na madrugada de 28 de Outubro de 2018 (domingo), a Hora Legal muda do regime de Verão para o regime de Inverno.
 Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, às 2:00 horas da manhã atrasamos o relógio de 60 minutos, passando para a 1:00 hora da manhã."






Oh, não, e agora, como é que à tarde vou a pedalar para casa à tarde quando sair do trabalho? Ou saio mais cedo nalguns dias ou então, não sei... É que nalguns dias não é previsível que consiga sair mais cedo...
Bom, para a semana logo verei, não é... 
:-(

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Aquela fase do ano...

Chegámos àquela fase do ano em que acontece muitas vezes de manhã o seguinte: não saber o que vestir, ainda que tenha um armário cheio de roupa e roupas de 'meia estação' (seja lá o que isso for), roupas primaveris que também servem para o outono, roupas para um tempo mais fresco que, afinal, acaba por ser mais morno e ameno do que o esperado.
Vai daí que é raro o dia em que sei, ao certo, o que vestir e penso frequentemente que me falta isto ou aquilo, em relação a peças de roupa...
Para além disso, há um novo hábito e rotina na minha vida que é o de ir trabalhar a pedalar.
Ora se isto começou quase por ser uma brincadeira, e era suposto vir a pedalar para o trabalho uma vez por semana, chegou a um ponto em que, a não ser que tenha algo no meu dia em que precise realmente do carro, ou em que o tempo esteja menos bom, a verdade é que vir a pedalar para o trabalho tornou-se em algo muito presente. Acabo por o fazer três ou quatro vezes por semana e gosto mesmo muito de o fazer.
É assim ali um momento libertador em que venho metida comigo mesma, absorta nos meus pensamentos e em que organizo, ou desorganizo, as minhas ideias e os meus planos para o dia.
Só me ouço a mim, aos pedais e aos pneus a calcorrear o alcatrão pelo que o facto de vir a pedalar, algo que adoro, ver as paisagens, levar com a brisa ou o vento na cara, faz com que o meu dia comece muito bem.
No entanto, nalgum dia tinha que acontecer e na semana passada saí de casa de manhã, com sol e bom tempo, mas ao longo do dia o tempo mudou e ao fim da tarde começou a chuviscar sem parar.
Quiseram dar-me boleia mas pensei que este era um problema que tinha que resolver pois iria (irá) acontecer mais vezes...
A chuva não abrandou e perto das seis da tarde lá fui ter com a bicicleta.
Ajudou-me o facto de trazer na mochila as luvas de ciclismo de verão mas com dedos, e um lenço para o pescoço.
Convém dizer que com a bicicleta elétrica uso a minha roupa normal, do dia à dia, não uso roupa ou calçado de ciclismo.
Vai daí que me meti ao caminho e apesar da chuva que me acompanhou durante todo o percurso (cerca de 20 minutos), vinha com um sorriso na cara porque aquilo estava a fazer-me sentir livre e feliz.
Ainda assim, cheguei a casa toda molhada, à exceção dos pés e do tronco o que significa que as minhas botas são mesmo boas pois estavam ensopadas por fora e secas por dentro e que o meu casaco, numa imitação de pele quase rasca, não deixou passar uma gota de chuva.
Já as luvas, as calças e o lenço ao pescoço estavam completamente molhados pelo que tive que estender esta roupa quando cheguei a casa.
Preocupam-me os dias curtos nestas pedaladas para o trabalho...
Logo se vê.