sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sabemos que crescemos quando...

Quando nos sentimos bem com as nossas atitudes e somos frontais, sem medos.
Às tantas não ficamos 'afectados' com o que pensávamos que nos iria afectar precisamente porque não temos nada a 'temer'.
Também nos sentimos 'fortes' quando encaramos "os bois pelos cornos" e percebemos que esse "boi" não passa dum mosquito, dum quase verme, fraco, triste, de muito mal com a vida, muito amargurado e, pior ainda, ultra ressabiado. Tão ressabiado que o faz ficar ainda mais feio e a emanar vibrações negras.
Às tantas tenho pena desse mosquito, desse verme, e dou o caso por encerrado. Já o tinha dado por encerrado em 98% de hipóteses mas, na minha ingenuidade, acho sempre que ainda se podem resolver as coisas, que se passa uma esponja sobre o assunto e penso que não vale a pena 'chatearmo-nos' nesta vida tão curta...
Afinal constato que as pessoas ficam feias por se sentirem tão mal com a vida, com os outros e, principalmente, consigo próprias...
E por isso sinto que cresci mais um pouco, ainda que cá dentro mantenha uma pequena criança. Sinto-me bem comigo e com o mundo, livre de maldade ou de pensamentos menos bons...
Fim de um capítulo. E pena, tenho realmente pena desses pequenos seres inertes e cinzentos que andam por aí...

2 comentários:

Rachel disse...

Eles existem sim, mas às vezes são mais do que pequenos mosquitos, quando são verdadeiramente maldosos. Assusta-me esta maldade.

Bjs

akombi disse...

hoje sinto-me como descreves no inicio do post, ainda não confrontei a "mosquita".....porque há tantas intrigas?.....tb penso que são pessoas de mal com a vida.