terça-feira, 12 de julho de 2011

Quando se aproxima o meu aniversário, começo a "bater mal"...

E acontece todos os anos... É inevitável, não consigo explicar. Todos os anos, uns dias antes do meu aniversário, começo a entrar em pseudo crises existenciais como que a fazer um balanço de tudo o que fiz até agora.
Este ano, contudo, há uma nova variante que é a aproximação dos 40, o pensar que, se calhar, já vivi metade da minha vida e que o tempo passa rápido demais. Que está bem dentro de mim uma série de coisas e de idades por que passei, que não posso crer que já tenho um filho a caminho dos 5 anos quando ainda "ontem" era uma criança, uma adolescente, uma jovem adulta a viver tudo intensamente.
Lembrei-me que, e em género de análise profunda, que tive uma infância muito feliz, que cresci feliz, que os meus pais tudo fizeram por mim e que, se calhar, até 'exageraram' na dedicação que tiveram para comigo e em me terem protegido tanto do mundo lá fora.
Depois, o outro lado é pensar que a caminho dos quase 40 ainda não atingi uma série de coisas, que não fiz nada de jeito, que há tantas coisas que não vivi e que não vi e que o tempo passa realmente muito depressa...
Como digo, quando se aproxima o meu aniversário fico chata, pensativa, reflexiva e cheia de memórias...
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2 comentários:

Dear Daisy disse...

Não és a única a ter tais pensamentos...
No meu caso, eles não acontecem em vésperas de aniversário. Acontecem durante todo o ano!
Beijinho :)

Isabel disse...

Eu, desde o ano passado quando fiz os 40 que deixei de gostar de fazer anos. Tenho esperança de me começar a habituar a ser quarentona, mas até agora isso ainda não aconteceu...
Não que me sinta com 40 anos, porque não sinto nem acho que pareça ter 41 anos, mas se começo a pensar que metade da minha já se foi, começou a entrar em pensamentos negativos e a ficar em baixo de forma.
Um beijinho grande!