sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Um dia fui ao supermercado vestida com a roupa de ciclismo...

Porque não tinha água comigo e entrei vestida de ciclista, deixando a bicicleta 'estacionada', presa com um cadeado, na rua.
Atrás de mim, na caixa, estava uma rapariga com um livro na mão. Nunca tinha ouvido falar dele mas chamou-me a atenção porque tinha a ver com emagrecimento e dietas. Chamava-se (ou chama-se) A Dieta dos Sumos e logo ali no título fiquei cheia de dúvidas e na minha cabeça magiquei uma série de argumentos contra uma Dieta baseada em Sumos.
Para mim que perdi 25 quilos num ano à custa de muito exercicío, esforço, trabalho, força e baseada numa reeducação alimentar que me permitiu ir comendo de tudo, pensar em perder peso à base de sumos é altamente suspeito.
Vislumbrei o livro e quem o tinha na mão e não sei se o meu olhar transpareceu ser crítico porque, cá dentro, sei que o fui, era inevitável. O meu primeiro ímpeto foi dizer à rapariga para não gastar dinheiro naquela leitura e que se queria perder peso, o que melhor que fazia era andar de bicicleta e não desatar a beber sumos...
Que me desculpem os envolvidos na autoria do livro e os defensores destas práticas, até porque  não folheei nem li o livro, mas passei por tanto que hoje em dia fico imensamente céptica quando vejo programas facilitadores e prometedores duma perda de peso rápida, fácil e com uma alimentação "estranha"...
Sem reeducação alimentar e sem exercicío não há milagres nem saúde que aguente, nem pele que não fique mais que flácida...

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