quinta-feira, 31 de maio de 2012

Com os meus pais por cá...

Podemos ir andar de bicicleta os dois, o que permite que se treine e pedale por caminhos mais difíceis e técnicos. Falta-me alguma segurança para encarar e pedalar a bom ritmo algumas descidas íngremes e inclinadas mas ontem senti que melhorei bastante essa parte.
Pedalei ainda uns bons metros em cima de areias sem cair, as imensas pedras também não perturbaram a minha pedalada e foi um levanta e senta do selim enquanto percorria caminhos muito irregulares, com valas logo ali ao lado, num piso muito irregular. Aquilo sim, faz descarregar a adrenalina e pensar que devia estar uma manhã ou uma tarde inteira a fazer aqueles percursos para treinar a sério e perder uma série de medos que me acompanham e que me fazem ter uma prestação inferior à que poderia ter...
De qualquer forma, é muito recompensador a meio do percurso parar na praia, comer uma barrita para dar energia e tomar um café antes do regresso...
Isto faz-me sentir tão livre mas a preocupação com as horas mantinha-se. Mesmo sabendo que o filhote estava com os avós, tenho sempre no pensamento que está sem mim, sem nós, e isso provoca algum 'stress', enfim...
Chegámos a casa às nove, ainda era um bocadinho de dia e jantámos até demais para a hora que era mas a fome era mais que muita e tendo em conta as calorias gastas a pedalar acho que uma pratada de esparguete e duas costeletas para cada um, não fizeram assim tanta 'diferença'...
Foram 34 quilómetros em 2h10mns que gastaram 1040 calorias...
Adoro isto... mesmo...

- fotos retiradas -

1 comentário:

Maria Sem Frio Nem Casa disse...

"...tenho sempre no pensamento que está sem mim, sem nós, e isso provoca algum 'stress', enfim..."

Conheço bem esse stress, e sei que ele é infundado, como tu também provavelmente sabes, o filhote está bem, mas há sempre uma espécie de culpazinha estúpida não é? Comigo é. Mas é coisa que temos de contrariar. É bom para nós e até é bom para o filhote também. Aceitar que a mãe tem uma vida para além dele, e nem tudo é em função dele a 100% , é bom! É que eles crescem e a vida continua. Um filho é tudo, mas não devemos/podemos esquecer que continuamos a ser um ser humano, um indivíduo, com obrigações claro (como mãe ou pai) mas também com direito a alguma "independência". Isto, claro, nunca descurando o bem-estar dos pequenos.

Um beijinho e bom fim de semana