terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Bom, passando em frente...

Talvez o melhor seja largar as amarras ao passado e seguir em frente.
E por isso, Bom Ano.
Em frente é o caminho...


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

2014, vem aí

E eu não sei se devo depositar grandes esperanças no ano novo que aí vem. Por um lado, quero muito acreditar que o próximo ano vai ser melhor, por outro, tenho medos e receios que não me permitem ter grandes inspirações ou expectativas.
O ano de 2013, e falta apenas um dia e meio para terminar, por isso posso 'falar' com todas as certezas, foi dos piores anos da minha vida. Aliás, não tenho ideia de um ano em que tanta coisa corresse mal, a nível físico e a nível das emoções.
Em 2013 perdi o meu pai, perdi parte da agilidade do meu braço e ombro, perdi amizades ou 'relações' com pessoas que afinal se revelaram mesquinhas, invejosas, maldosas e descompensadas, e perdi umas outras coisas das quais não me apetece falar aqui... ~
O filhote esteve doente mais vezes do que é costume, caí da bicicleta, parti o ombro, estive internada mais duma semana, fui operada com anestesia geral, estive de baixa quase cinco meses por causa disso, fiz quase quarenta sessões de Fisioterapia para recuperar os movimentos do braço e ombro, e sei que me estou a repetir mas perdi o meu pai, uma das pessoas mais importantes da minha vida, tão sábio, tão "adivinho" em relação ao futuro e muitas vezes considerava-o um 'chato'... Agora compreendo tudo o que me ensinou, disse e 'previu', na vida adulta...
Este ano que está a terminar foi mesmo o pior da minha vida, constato agora. Nunca em nenhum outro ano, apesar de algumas adversidades ao longo da vida, sofri tanto em várias formas e sentidos. Muitas vezes me senti, e sinto, cansada. Quase como que a desistir de tudo, de todos e da própria vida, mas depois 'acordo' e vejo o filho  maravilhoso que a vida me deu e ganho forças, e prossigo, por ele...
Queria tanto que 2014 fosse mais meigo comigo e com a minha família mas já não quero criar ânsias e expectativas de que vai correr tudo maravilhosamente bem. Sinceramente não sei. Gostava, sim, que tudo fosse melhor, mas não sei...
É claro que neste ano nem tudo foi mau, tenho o meu filho, o meu marido e a minha mãe comigo. Ah, e já agora o gato e a minha princesa canina, e alguns amigos que se revelaram verdadeiros amigos nos momentos mais difíceis. Tenho um emprego estável, com boas pessoas à minha volta, e até boas chefias, da parte laboral não me posso mesmo queixar. Estive fora quase cinco meses e quando regressei foi como se nunca tivesse estado ausente, todos me acolheram e receberam com carinho, e isso eu nunca o esquecerei. Claro que há dias stressantes, há dias mais adversos mas realmente dou graças pelo trabalho que tenho.
E é isto. Esta sou eu. A chegar ao fim do ano, com muito pouca vontade de (sor)rir ou com grandes esperanças depositadas no futuro. Sei que sairei desta visão mais escura e mais toldada, sei que voltarei a ser mais alegre e divertida e a sorrir mais mas... para já, não dá, não consigo. Este ano foi demasiado bruto para comigo, magoou-me tanto que por vezes quando me olho ao espelho pergunto-me para onde é que eu fui...



domingo, 29 de dezembro de 2013

Pedalada de domingo de manhã

E assim se passou uma manhã a pedalar. Os quilómetros foram quase os mesmos do costume (cerca de 43 Kms) mas o tempo demorado foi maior porque encontrámos diversos obstáculos pelo caminho, nomeadamente a água que subiu e invadiu parte dos 'estradões' por onde é habitual pedalarmos.
Aliás, hoje tinha mesmo que perder os medos e os receios de ir em frente com a bicicleta sobre riachos e água que molharam pés, sapatos e meias e que subiram até meio das rodas. Hoje não havia lugar a hesitações, ou se ia em frente, sempre em equilíbrio na bicicleta dentro de água, ou não se podia avançar por outro lado ou caia-se para dentro de água. Fiz isto quase como que um desafio para mim mesma... Sinto que superei mais um medo, um receio, que avancei sem medos, que devia ser assim na minha vida, ser mais corajosa e ambiciosa e aventurar-me sem pensar muito nas consequências, que para chegar ao outro lado tinha que seguir em frente sem sequer pestanejar, enfim...
Como hoje éramos um grupo grande, também nos aventurámos por caminhos mais complicados e técnicos, cheios de valas, lama, muita lama, pedras e areia. Transpirei que me fartei, tanto que foram gastas cerca de 2200 calorias que é mais do que uma dieta 'normal' diária para uma mulher. Ainda assim, nalgumas fotos salta-me à vista a minha anca e os glúteos um pouco mais 'volumosos' do que eu desejaria... E por isso o melhor que tenho a fazer é deixar passar estes dias e as comidas excessivas próprias da época e em janeiro meter na cabeça que quero e preciso de emagrecer uns quilitos, aqueles que não me deixam gostar de ver "na totalidade" nas fotos...


sábado, 28 de dezembro de 2013

Uma canção e uma foto

Não sei se este é um post semi piroso mas calhou a ouvir esta música quando estava a 'tratar' esta foto e por isso apeteceu-me partilhar ambas (a foto e a música) aqui e não no Facebook...
Em princípio amanhã de manhã irei dar uma 'big' volta de bicicleta. Era até para ter tirado uma foto aos preparativos (capacete, barritas, gel, etc. e tal...) mas depois tive preguiça em tirar a foto, descarregá-la, tratá-la e por fim colocá-la aqui. Assim, fica uma foto da pedalada pós natalícia.
Andam a apetecer-me pedaladas mais longas mas a vida familiar e o tempo (quase) contado impedem que o faça na maior parte das vezes. Contudo, depois de alguns anos a pedalar,e depois duma pausa de quase cinco meses, parece que "finalmente" sinto o apelo de pedalar nos domingos uns 60/70 Kms. Estou a falar de BTT, é claro, não é de estrada... Contudo, realmente parece que nunca há tempo para o fazer e daí os treinos se limitarem a 40/50/55 Kms e pouco mais do que isso. Nem tem tanto a ver com limitações físicas ou de me sentir ou não em forma, mas sim com o tempo. O tempo de ter uma vida doméstica e familiar que não me permite pedalar muito mais para além da hora de almoço...
Enfim, é melhor do que nada. Mas sabemos que estamos 'apanhados do clima' em relação à bicicleta quando vamos com a nossa amiga da vida e das pedaladas mais os nossos respetivos esposos a uma loja de bicicletas, e eles ficam todos na conversa, e nós as duas deliramos a experimentar capacetes, luvas, apreciamos sapatos de encaixe e seus modelos, cores e pesos diferentes, suspiramos por camisolas e casacos de inverno de ciclismo, miramos peças novas e ficamos curiosas com novas barras enegéticas e os sabores diferentes que apresentam. Calculo que se fôssemos mulheres "normais" estaríamos a delirar com os saldos em lojas de roupas ou de sapatos... "normais" (?)... Mas não. Ali estávamos nós as duas, numa loja frequentada em 95% por homens, a delirar com as novidades (ciclísticas) e 'tristes' por tudo ser tão caro... Mas o que importa é que estamos as duas muito contentinhas com os nossos novos pneus de 27.5...
:P


Uma semana depois, voltei...

Uma semana depois voltei ao... ginásio... Por acaso até nem me apetecia muito ir, estando de férias, com a família toda em casa, já escuro, não me apetecia mesmo nada sair de casa. Contudo, obriguei-me a sair e a ir. Ainda bem porque até foi bom e soube bem.
Fiz duas aulas, mais de uma hora e meia a exercitar-me, tudo corre bem até chegarmos ao ponto fraco (o meu, é claro): o braço e o ombro. Exercícios com pesos que me custam e doem. Penso sempre em não desistir e insisto mas depois chegam as dores verdadeiramente dolorosas e não dá para continuar. Muitas vezes penso que posso estar a usar "isto" como desculpa para muita coisa no que toca aos exercícios e limitações mas não é nada disso o que se passa. Vou mesmo até onde consigo e o conforto o permita. Aqui a zona de desconforto é mesmo muito desconfortável e não dá mais...
Fiz também uma aula de Cycling onde transpirei que me fartei e que deu para desanuviar.
E pronto, foi só isto...

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Insólitos...

Coisas estranhas nas nossas vidas, ou melhor, na minha vida: só ontem, dez meses 'e tal' depois, é que apaguei o número de telemóvel do meu pai do meu próprio telemóvel...
Só ontem tive coragem para apagar o número como se até agora ainda fosse possível ligar ao meu pai...
Foi num impulso a meio da pedalada de ontem. Assim sem mais nem menos, sem nenhum motivo, lembrei-me, saquei do telemóvel, procurei nos meus contactos e... apaguei o nome e o número...
Dez meses... Passaram dez meses...

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Tentando eliminar (parte d)as calorias...

Bom, e aproveitando as tréguas na chuva e, em parte, no vento, decidimos ir dar uma volta de bicicleta para ver se parte das calorias começam a ser eliminadas...
Rumámos ao mar e quando nos aproximávamos da praia, a ventania forte era mais que evidente. Passei de transpirar em trilhos complicados, cheios de subidas e muita lama, envoltos em arbustos e árvores, para arrepios de frio no alcatrão rumo ao encontro da água salgada.
Pelo meio um café que não estava nada quentinho, uma pausa, uma contemplação das ondas gigantescas e bruscas a fazer lembrar a minha vida nos últimos meses...
Ainda que tivesse voltado a hesitar numa descida cheia de pedras, porque imediatamente acendeu no meu cérebro a luzinha referente ao medo de quedas em descidas, como que a auto proteger-me, esta volta até correu bem, mesmo nas partes mais técnicas...
Pedalámos 43 quilómetros, mais coisa, menos coisa, foram-se para aí 1800 calorias, o que não cobre de certeza tudo aquilo que comi nos últimos dias...
:P


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

E agora, o que é que eu faço a tantas calorias... :P

Eis algo que me assola a mente e o corpo: tenho comido em demasia. É claro que nesta altura é algo "normal" e que faz parte da quadra mas sinto-me a... 'inchar'... Sinto que comi demais, entre doces de Natal feitos pela minha mãe e por mim, outros comprados, petiscos, mariscos, queijos e sei lá que mais, sinto-me quase a rebolar. Infelizmente faço parte daquele grupo de pessoas que engorda logo com qualquer coisa, mesmo fazendo tanto exercício. E depois esse "tanto", não tem sido assim tanto. Hoje é quarta-feira e só me exercitei no domingo... Na segunda-feira ainda pensei ir ao ginásio, coloquei o saco preparado no carro, mas ao fim dum dia de trabalho, as obrigações natalícias chamaram mais alto e tive que ir tratar de finalizar tudo o que ainda me faltava.
Já na véspera de Natal, estava tão mau tempo que nem me apeteceu sair de casa.
E nos entretantos tenho comido tanto que dou por mim só a pensar que já engordei certamente...
Vamos ver no resto dos dias como será, se o tempo vai permitir pedaladas ao ar livre ou se vou ter que me enfiar no ginásio mesmo estando de férias...
:D


Cheiros...

Por estes dias a casa foi invadida pelo cheiro a fritos de Natal misturado com açúcar e canela.
A minha mãe meteu mãos à obra e fez os doces de Natal que sempre fez. Teve a ajuda do filhote a recortar parte da massa e assim o meu filho brindou-me com filhoses do Alto Alentejo moldadas em corações e dinossauros, fruto das forminhas que tenho para fazer biscoitos e bolachas...
Já nas Azevias, com doce de grão, não foi possível inovar nas formas e feitios...
Mas isto tudo para dizer que estes cheiros fizeram-me lembrar a casa dos meus pais na minha própria casa... E é óbvio que dei por mim a pensar no meu pai e em como não ligava nenhuma ao Natal, em como se ia deitar sempre cedo e, de certa forma, sempre esteve quase ausente da nossa noite de Natal, ainda que estivesse presente...  E agora, agora que não está realmente presente, dei por mim a pensar se o meu pai terá feito de "propósito" para que quando chegasse o Natal num dia em que já não fosse mesmo possível estar connosco, não 'sofrêssemos' tanto com a sua ausência. É que assim, de certa forma, pudemos pensar que estava deitado a dormir... O meu pai não ligava nenhuma a esta época e eu nunca o entendi. Agora sim, entendo-o... E ainda que tenha sido uma noite algo triste, pela sua ausência, por tudo o que aconteceu em 2013, por o filhote estar doente com Varicela, tivemos que fazer uma espécie de "refresh" precisamente pelo filhote, inspirar e expirar, e seguir em frente... com o Natal... e a vida... e os presentes... e os excessos alimentares... e o circo na televisão, e a missa, e os filmes de desenhos animados...
E é isso...


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Diz que é Natal

Mas eu não o sinto, nem estou a sentir apesar de ter comprado prendas, pensado em comidas e ter já cometido uns tantos excessos que já me devem valer uns dois ou três quilos a mais...
É a vida, é este ano de 2013.
Bom Natal, Boas Festas a quem aqui vem por bem.
:-)


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

E exercitar-te, que tens feito...?

Com tantos 'desvios' na rotina, as idas ao ginásio têm sido tudo menos assíduas e constantes... E por causa disso, na semana passada só lá consegui ir na sexta-feira onde fiz uma aula que tinha feito também na semana anterior, e o famigerado Cycling.
Nessa aula antes do Cycling, voltei a 'vibrar' com o Step mas quando chegou à parte dumas pranchas, quase flexões, semi saltitantes, tive que parar e 'desistir'. Quando saltei, quando impulsionei o corpo para ficar na posição de prancha, até parece que a placa e os parafusos que tenho no braço/ombro, iam saltar pelo corpo fora. Senti tal picada que tive que me render aos factos de que realmente aquele exercicío não dá para mim, não porque não o queira fazer ou porque sou preguiçosa mas, pura e simplesmente, porque me provoca uma imensa dor e um imenso desconforto... E assim prossegui, fiz o que consigo, venham a mim os abdominais que não me custam nada a fazer...
E depois o Cycling. Isto deve ter dias. Foi giro e divertido mas... não passou disso. O estado de espírito também não era dos melhores e por isso pedalei sem grande entusiasmo, ou tipo, isto não me custa nada a fazer...
Em quase duas horas de exercicío foram-se cerca de 900 calorias.
Já ontem de manhã saí de casa eram para aí umas dez da manhã. Sózinha e absorta nos meus pensamentos, não encontrei quase ninguém pelo caminho. Pedalei, apanhei frio, transpirei nas subidas mais enlameadas e difíceis e a meio comi uma barrita, tomei um café e contemplei o mar.
Primeiro nem queria muito ir andar de bicicleta mas depois obriguei-me a ir e, na verdade, soube bem ainda que me sentisse algo cansada...
Estas rodas 27.5 são mesmo muito melhores do que as rodas 26. Fiquei fã :D
E assim pedalei 40 kms em duas horas e um quarto. Lá se foram 1500 calorias.


So far, so good...

Até ver, ela, a Varicela, não me atacou... Toda a gente me diz que é de fácil contágio e como eu nunca "padeci" desta doença em criança, se calhar ainda a vou ter...
Das minhas doenças infantis fazem parte a Papeira e o Sarampo. A propósito, fiquei a saber com isto da Varicela, que de momento não há Sarampo em Portugal, que foi tipo "erradicado". E como tenho uma imaginação algo fértil, lembro-me logo de cenários futuristas, em modo ficção científica, onde as doenças são controladas mas depois surgem de forma muito mais ameaçadora. Tipo filme mesmo, não é verdade...
:D
E era só mesmo o que me faltava para terminar o ano de 2013 em beleza, ficar doente, outra vez...
Chiça penico, como se costuma dizer.
"Que mais me irá acontecer...?", como diziam numa qualquer novela brasileira antiga e manhosa.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Afinal havia mais qualquer coisita...

Depois de vários dias com vómitos, febre e mau estar, eis que por fim se coloca a descoberto a verdadeira culpada destas maleitas do filhote: a Varicela...
Se por um lado 'calha bem' ser agora nas férias de Natal, porque assim não tem que faltar à Escola, por outro, os nossos planos para as... férias, ficam um pouco afectados. Lá se vão passeios e passeatas, idas aqui e acolá, passeios de bicicleta e ao ar livre...
Caramba, este ano está mesmo a correr bem. Vou entrar de férias e tenho o meu filho doente e não podemos ir passear nem fazer "nada". Sim, é que isto da Varicela obriga-o a ficar em casa, pelo menos, dez dias... O que vai mesmo até à passagem de ano. Espero mesmo que o novo ano traga melhorias e esperança à nossa vida, algo atribulada neste ano...
Agora toca a tomar xaropes e medicamentos para as borbulhas. Eu nunca tive Varicela, será que também ainda a "apanho"...?
:O



sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Inspirações


Já nem sei o que diga

Ontem mais uma ida às urgências com o filhote. Mais febre, mais vómitos.
Pensava que ele ficando em casa com a avó que ficava no quentinho e que melhorava mas afinal isto parece que nunca mais acaba. Ou melhor, este ano de 2013 parece que não acaba mais.
O diagnóstico, para não variar, é que é uma virose e que se não passar em três dias para voltarmos.
Pois claro, o costume portanto. Até foi o pai que entrou na triagem e na consulta porque eu parece que fico nervosa com aquilo tudo do Hospital onde também estive aquando do meu acidente...
Mas coitado do meu filho que hoje de manhã voltou a vomitar e estava cheio de febre.
Caramba, que raio de ano em que tudo acontece...
Alô 2014, vens aí para nos dar uma folga ou vai continuar tudo assim a modos que menos... bom...?
:-(

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Eh pá, é mesmo isto que custa ao meu bracinho-barra-ombro-barra-placas & parafusos

Bom, nunca pensei ver reunidas numa única foto, as posições que custam realmente bués a fazer, ao meu ombro, braço, placa & parafusos e Ciª Lda...
Aqui estão eles, eh pá, é que é mesmo isto que me custa a fazer e que por vezes não consigo mesmo fazer, ora porque tenho dores daquelas que doem a sério, ora porque a força não é muita, ora porque o braço não estica como 'deve ser'.
Também, ando uma baldas ao ginásio. Nem parece coisas minhas. Outra semana e ainda nem lá meti os pés, isto vai de mal a pior.
Hoje espero ir, vá lá, e quiçá amanhã.
Lamento mas a minha vida pessoal e profissional tem-se sobreposto ao ginásio, do género, tenho mais que fazer do que largar tudo e ir a correr para o ginásio. Mas pronto, adoro aquilo, adoro as aulas, fico revigorada e bem disposta quando me exercito bués.
Em janeiro isto tem que mudar e tenho que me regrar mais...
Já agora, ando à descoberta do Google +... Estou farta, para não dizer mesmo cansada, do Facebook... Não sei bem como o Google + funciona mas acho que aprendo rapidamente...
 
 

Um dos meus dedos mais valiosos

 Um dos meus dedos mais valiosos é realmente o meu filho que está grande e crescido.
Fica todo contente e 'vaidoso' quando vem ao trabalho da mãe e ainda que tenha trazido a PSP e vários jogos, acabou a pedir-me para imprimir fichas de matemática (!!!) para fazer. E assim foi, imprimi uma ficha de matemática, para o 2.º ano, com três páginas. Fê-las rapidamente e no fim corrigi. Estava tudo bem...
Sempre notei que tem um gosto 'acentuado' pela Matemática.
Não sei se tem alguma coisa a ver mas desde pequenino que lhe explico algumas coisas da vida do dia à dia recorrendo à Matemática.
Acho que ainda não tinha entrado na Escola e eu brincava dizendo: "Então, deram-te cinco chocolates, se deres dois ao teu amigo XY, com quantos chocolates é que ficas...?" E por aí fora...
E depois fomos os dois ao bar do meu trabalho que achou o máximo por estar cheio de... crescidos...
 
 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Foram-se os anéis

Ou parte deles.
Ficaram os dedos. Pois, ficaram mas não é a mesma coisa.
Estou tão farta e cansada deste ano que já nem sei o que diga.
Foram-se os anéis, ou parte deles.
Estou realmente a ficar cansada. E, pior ainda, a perder a esperança.
Hoje foi um dia duro, não passa pela cabeça de ninguém aquilo por que passei ou senti hoje.
Não aconteceu nada de grave a mim ou à minha família, felizmente.
São cá coisas (muito) minhas e o pior disto tudo é eu chegar a um ponto que já nem sei o que pensar ou sentir.
Foram-se os anéis.
Fechou-se uma porta.
Ficaram os dedos.
Abre-se uma janela.
Não sei... Não sei mesmo, cada vez menos...


Cada vez mais difícil...


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Adoro...

Adoro a atriz.
Adoro o filme.
Adoro as roupas.
Adoro o filme.
Adoro a atriz.
Repetitiva hein...


Quando se tem sorte é assim

Quando se tem sorte, vai-se ao 'shopping' à hora de almoço e quando entramos no elevador, acontece algo que raramente ou nunca aconteceu: as portas vão a fechar-se e batem onde...? Onde mesmo...? Ora bem! Pois claro, batem precisamente na parte do corpo que também tem metal, quase parecido com o das portas automáticas do elevador!
É que levei com a merda da porta precisamente no ombro e bocado do braço onde tenho a placa e os parafusos!
Senti dor, como é óbvio, e fiquei irritada ao mesmo tempo. Tão irritada que me virei para a minha colega, em pleno elevador, cheio de gente, e disse que realmente só a mim, que a porta tinha batido na placa, portanto, placa contra placa de metal.
Chiça!!! Estou tão farta deste ano de 2013 que só me apetece é dizer palavrões, algo que não é usual em mim!
Com tantos sítios do corpo e tantas pessoas, a merda do elevador tinha que ir a fechar e bater precisamente onde sinto dor, caramba!!!
Não chega já de dores neste ano?! Dores do corpo e da alma porque não há dia em que não pense no meu pai e no que tenho passado por causa de ter caído, partido o ombro e blá, blá, blá, blá...!!!

Não dormi nada de jeito

Já não sabia o que era não dormir bem por causa de maus estares ou indisposições do filhote... Ontem ao serão já se tinha queixado, e durante a noite acordou, um pouco febril quer-me parecer, com dores... no ombro... Quer dizer, assim de repente parecia que as minhas mazelas tinham passado para o meu filho, afinal, queixava-se de dores exatamente no mesmo sítio onde me dói a mim...
Questionei-o se tinha caído ou batido em algo ou em alguém, de forma a que tal pudesse estar a provocar as dores no ombro, mas disse-me que não, que não se passou nada... Só que a forma como se queixava das dores, parecia mesmo que tinha algo nos ossos...
E assim passámos parte da noite. Acabei por lhe dar xarope ben-u-ron e as coisas amenizaram...
Pois é, já estava desabituada destas noites agitadas.
E hoje lá foi para um passeio da Escola. Acho que antes também não me preocupava tanto mas agora fico sempre a pensar que vão em autocarros 'gigantes' rumo a Lisboa e que ainda são uns tantos quilómetros para lá e outros para cá, e o tempo está acinzentado...
Enfim, coisas de mãe...

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Countdown...

Estou a contar os dias e não é para o Natal... Ultimamente não tenho grandes inspirações natalícias, quase que só 'sinto' o Natal porque sou mãe. E depois este vai ser o primeiro Natal sem o meu pai e à medida que os anos passam, parece que há cada vez menos pessoas para nos reunirmos no Natal.
Desde que nos casámos que os Natais sempre foram em nossa casa por forma a juntar as famílias de ambos. Lembro-me de ainda não ser mãe, de ser apenas ma(e)drasta e de a nossa casa estar cheia, cheia de gente, cheia de prendas, cheia de doces, marisco, salgados, cheia duma mesa arranjada com tanto carinho para o Natal.
Com o decorrer dos anos fomos perdendo as pessoas a quem mais amamos e o Natal começou a ficar... quase vazio... Primeiro a minha sogra, depois a sua mãe, e agora o meu pai. E com isso parece que se foi também a alegria e o desejo de ter tudo cheio para o Natal...
"Coitado" do filhote que já apanhou os Natais mais vazios e não tão alegres...
E por isso a minha contagem decrescente é  mesmo para o início de umas pequenas férias. Sinto-me e estou cansada e quero e preciso desses dias para descansar e ter tempo, tempo para mim e, principalmente, para o meu filho. Quero ir passear com ele, quero ir ao parque, quero dar voltas durante o dia, com Sol de preferência, já que no resto do ano o deixo cedo na Escola e vou buscá-lo tarde, já de noite... Essencialmente é só isso que quero, ter tempo e tranquilidade para estarmos juntos e usufruirmos da companhia uns dos outros...
São poucos dias de férias mas vão saber muito bem, como que para retemperar energias e desejar que 2014 seja um pouco mais simpático e menos duro para connosco/comigo...
 


Pois, deve ser isso...


domingo, 15 de dezembro de 2013

Potência

Não sei bem o que dizer.
Que de manhã não me apetecia levantar, estava frio, a cama e os lençóis chamava por mim e por isso não fui com a minha amiga das pedaladas que tem que ir cedo.
Hoje foi assim. Não me apeteceu levantar. Estava cansada do dia de ontem que foi deveras agitado e da semana que passou. Pensei por que raios havia de andar também em correrias ao Domingo e por isso deixei-me ficar na cama.
Levantei-me a horas quase impróprias para uma mãe, mulher que tinha ainda de preparar o almoço e por isso, quando ainda todos dormiam, sentei-me a tomar o pequeno-almoço, de forma tranquila, pensando que não iria pedalar por causa das horas, afinal já passava das dez da manhã...
Entretanto os 'meus homens' levantaram-se e baixou em mim aquele frenesim típico de a quem falta 'algo'. Podia ter ido correr por causa das horas mas realmente a bicicleta chamava mais alto.
Equipei-me e ainda fomos tomar café mas eu segui enquanto o pai cá de casa ficou com o filhote.
Esqueci-me de ligar o programa que uso no telemóvel, paciência, mas também não era isso que me ia dar mais força ou ânimo.
Eu aprecio genuinamente as minhas pedaladas solitárias... Fiz diversas subidas e senti que melhorei nas descidas. Sinto que estou a perder parte dos medos e para isso preciso mesmo de fazer caminhos mais técnicos sozinha, sem ninguém a dizer-me nada...
Apesar das dores nas pernas, hoje foi uma boa volta. Senti-me e senti a bicicleta com mais 'potência', sinto-me com mais força, e a ficar mais animada com estas voltas.
Foram 40 Kms em duas horas e um quarto, acho que não foi mau tendo em conta o piso e as subidas que fiz... E senti calor, algo que ainda não tinha sentido desde que o frio chegou. Até tirei o gorro e o casaco e parece que... 'voei'...



sábado, 14 de dezembro de 2013

Possíveis títulos para este post: "Tenho um andar diferente" ou "De repente voltei aos anos 90..."

E porquê estes dois títulos?
Ora bem, hoje tenho andado de forma... diferente... É que estou cheia de dores nas... pernas...! Custa-me a andar e a subir e a descer escadas, nem digo nada...
E tudo graças a uma aula nova que experimentei ontem, que é uma espécie de mistura de diversos exercícios para tonificar e dar alguma força. Esta aula existe no ginásio desde que lá ando, portanto, há dois anos, e não sei como é que é possível nunca a ter experimentado antes...
Como esta era a terceira semana em que as idas ao ginásio têm sido escassas, ontem lembrei-me de fazer algo diferente... O Cycling é quase da praxe, é como se fosse uma variável constante. O Cycling tem que fazer sempre parte do treino mas... eu preciso de tonificar e ganhar força e de mudar o tipo de exercícios senão parece que não "progrido"...
E assim o fiz e ainda bem. É que gostei da aula porque parecia que estava num mix duma aula de aeróbica das que fazia nos anos 90 com step e músicas de que gosto muito...
Eu não fazia Step (com coreografia) há anos... Já nem me lembro da última vez que fiz Step 'dançante'. Lembro-me de ter 18, 20, vinte e poucos anos e fazer Step que nem uma maluca... Sabia aquilo tudo detrás para a frente, com passos complicados e conjugados, enfim, era uma maravilha...
E devo dizer que ontem, quando subi para o Step foi como se nunca o tivesse deixado de fazer, foi quase estranho entrar imediatamente no ritmo e acertar todos os passos. Foi como se algo estivesse desligado e de repente tivessem ligado o botão e toca a fazer aquilo tudo... Em suma, esta aula e o Step em particular, é algo a que quero regressar brevemente...
Também se fizeram imensos abdominais, pranchas e flexões e aqui dói-me um pouco o ombro e o braço... Curiosamente, nalguns exercícios com pesos, para os braços, não me doeu. Quer dizer, depende de até onde se leva o braço...
E a música gira sempre a tocar. Isso ajuda tanto...
Só sei que olhei para o meu pulsómetro no fim da aula, quase uma hora, e tinha gasto cerca de 500 calorias, o que é muito e significativo de quão importante é variar o tipo de treino...
Seguiu-se o cycling e ainda que tivesse sido intenso, 'só' gastei cerca de 400 calorias em quase uma hora de aula e não transpirei muito.
Enfim... Fazer exercício é bom e eu gosto...
:D


Coisas do meu filho

Só mesmo o meu filho para num lanche, em género de comemoração natalícia de uma das suas atividades, onde estavam expostas diversas sobremesas, algumas com um ar espectacularmente apetitoso, trazer num pratinho, apenas e tão somente um pedaço do bolo que eu fiz...
Quando olho e o vejo a comer a sobremesa que eu tinha feito e apenas isso num pratinho, fiquei mesmo embevecida... É que ninguém lhe disse nada e no meio de sobremesas fabulosas, traz tão somente o doce que a mãe tinha feito e que até já tinha comido em casa...
Só porque era da mãe e gosta, disse ele entretanto.
Já antes me tinha "defendido" quando lhe falaram noutro doce, que devia acabar num instante, e ele, prontamente, do alto dos seus 7 anos, teve 'resposta pronta' a defender a mãe e o seu doce tão simples: disse logo que o da mãe também devia acabar num instante porque era muito bom...
Enfim, coisas... de mãe...

No escurinho da sala

No escurinho da sala ninguém percebeu que o meu rosto se contraiu, que ficou duro e tenso assim que anunciaram que, entre outras músicas, iriam cantar esta música... Esta música recorda-me o meu pai e foi como um impulso incontrolável que não permite ter outra reação a não ser aquela.
Assim que a música começou e a começaram a cantar, por muito que eu o negasse e me controlasse, a tensão bateu em mim, carregando toda a tristeza duma memória longa, pesada e feliz.
Assim que o cantor proferiu as primeiras palavras do poema da música, os meus olhos encheram-se, não de raiva ou de fúria, mas de tristeza e com isso vieram as lágrimas salgadas que no escurinho da sala me escorreram pela cara abaixo. Ao meu lado o meu filho não se apercebeu de nada, nas cadeiras a seguir o pai cá de casa e os nossos amigos. Ninguém se apercebeu de nada.
Só eu que senti tanto a música que tive que a chorar e com ela recordar-me, mais uma vez, de que o meu pai já não está comigo, já não poderia estar ali a assistir àquele concerto que eu sei de que tanto gostaria...
No escurinho da sala, a minha cara e cabeça doeram-me, tal foi o peso triste que senti.
Nunca tinha sentido isto por uma música... Também, felizmente, nunca tinha perdido ninguém de quem gostasse tanto.
Senti tanto esta música, foi tão bem tocada e cantada (mesmo não o tendo sido pelo Carlos do Carmo) que foi como se todo o meu corpo se arrepiasse e levitasse naquele momento enquanto chorava um choro silencioso e doloroso pelo meu pai, um homem da cidade, que adorava Lisboa...

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Ontem não fui ao gim, ai, ai...

Bom, estas últimas semanas têm sido mesmo complicadas para ir ao ginásio.
Daqui a bocado até pareço daquelas pessoas que arranjam sempre desculpas para não se irem exercitar mas no meu caso, não é nada disso, aliás, fico quase 'irritada' por não poder ir.
Fui nesta terça-feira mas ontem também não pude ir, contigências duma vida a três sem família ou ajudas por perto... E sem tempo para ir à hora de almoço, quase desespero quando ao final do dia também não dá para ir...
E depois recordo-me dos 'tempos' em que ia caminhar depois do jantar com a minha amiga canina, nem que chovessem canivetes e estivessem temperaturas negativas, mas agora parece que o tempo não rende. Desde que aumentaram o horário de trabalho que mais parece que o tempo não chega para nada e por isso depois do jantar ando de volta das lides domésticas e maternais e não dá para passeios noturnos...
Bom, mas em relação ao ginásio, portanto, há três semanas que não dou pontapés nem socos imaginários a ninguém , argh!!! E eu estava a gostar tanto mas tanto 'daquilo'...
Mas hoje, ainda que tenha um compromisso 'social' ao serão, já estive a fazer contas e quase esfreguei as mãos de contente por perceber que dá para ir ao ginásio. Vou assim que sair do trabalho, até experimento uma aula nova a que nunca fui, faço o Cycling da praxe, e o maridão e o filhote apanham-me à saída do ginásio. Parece boa ideia, não parece...? Vamos ver se se concretiza...
Se assim for, vou para uma espécie de evento com um ar acalorado, esgroviado mas... feliz por me ter estado a exercitar...
:D

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Gostei muito e não mostra o ombro :D

Vi estas roupas no Pinterest e gostei muito do modelito e quiçá, das cores...
E a blusa até 'tapa' o ombro e tudo, maravilha...
Só não sei de que marca são nem nunca encontrei algo semelhante pelas lojas, mas também não procurei efusivamente...
Tenho tanta roupa para o ginásio que nem tenho ido às compras para essa... "área"...
Ultimamente o  investimento tem ido mais para... a (nova) bicicleta e seus equipamentos fashion...
 

Era um creme para as mãos

Era um creme para as mãos porque está em promoção no Pingo Doce esta semana. Nem sei se é bom ou se gosto dele mas como gosto dos outros produtos da mesma marca, achei que seria uma boa compra porque está a metade do preço e porque a embalagem é pequena e assim posso ter uma guardadinha no meu trabalho (e outra em casa...).
Contudo, chegados ao local das promoções, havia de tudo menos... o creme...
:-(
Procurei, eu e o filhote que me ajudava mas nada de creme, apenas caixas de cartão vazias.
Em contrapartida, havia buérérés de cremes para os sapatos e por um descuido o meu rico filho atirou ao chão mais duma dúzia dessas embalagens... E eu que me custa mover o braço nalgumas posições, não é verdade, lá estive agachada com o filhote a apanhar aquilo tudo já que o pai deslizou pelos corredores do supermercado e nem deu conta do sucedido...
Queria bifes de perú mas também não havia, ora bolas.
As compras continuaram mas eu quero mesmo é o creme.
Não me esqueci (muáááááá!!!) e hoje à hora de almoço lá vou eu, a outro supermercado da mesma marca, em busca do creme para as mãozinhas...
:D
 
 
Os cremes para os sapatos que havia às paletes e que foram atirados ao chão.
Pelos vistos as pessoas não estão interessadas em limpar o seu calçado...
:P
O creme para as mãos que não havia.
Pelos vistos as pessoas estão buéréré de interessadas em colocar creme nas mãos...
:P

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Assim não preciso de ventoínhas

Saímos do carro com a mochila e o saco do lanche. Estava tanto vento que depressa deixei de 'conseguir' ver bem com os cabelos todos à volta da cara.
Démos as mãos e seguimos para a Escola de mão dada.
Eu e o filhote vamos sempre a conversar e eu tento sempre que as manhã corram bem neste bocadinho para ele ficar bem disposto na Escola.
O vento soprava cada vez mais forte e o meu cabelo voava e rodopiava cada vez mais, tanto que disse ao filhote que assim não precisava de ventoínhas para fazerem efeitos especiais no meu cabelo como se estivesse num videoclip da Beyoncé.
E ainda que o filhote fale muitas vezes como um adulto e saiba muitas coisas, assim de repente ele não sabe quem é a Beyoncé nem o que é o 'conceito' de cabelos ao vento, algo que muitas de nós mulheres, que têm cabelos mais para o comprido, gostariam que as acompanhasse. Como se fosse possível uma dose de glamour por os cabelos voarem, porque na vida real eles voam mas ficam embaraçados à volta da cabeça, instalam-se na boca quando falamos e deixam-nos as orelhas de fora, com tanto frio...
Lá se vai o glamour dum qualquer videoclip ou anúncio de perfume.
E o filhote ria, ria-se tanto que naquele instante todos os meus problemas também voaram da minha cabeça, tal como os cabelos, e pensei que tenho um filho maravilhoso e único...

Eu (também) gosto é disto

Ai que estas rotinas do exercío estão a ficar "muito más"... Nas últimas duas semanas só tenho ido ao ginásio uma vez por semana, ups... Mas nessas últimas duas semanas, o filhote teve 'mazelas' e é claro que isso se sobrepõe a tudo e a todos...
Mas como estava a dizer, tinha ido ao ginásio na semana passada e ontem, uma semana depois, voltei. É claro que acho sempre que o facto de andar de bicicleta aos fins de semana me ajuda bastante a manter a forma e por isso, mesmo estando uma semana ausente do ginásio, nunca noto grandes quebras no meu rendimento... E isso aconteceu ontem. Corri na passadeira e, para acrescer algum esforço, ainda mantive uma conversa com uma das treinadoras. Fomos falando e eu ia correndo...
E depois o Cycling, não é. Gosto mesmo daquilo. E ainda que a aula tenha sido 'puxada', deu-me 'gozo' pelo esforço e nunca me senti cansada ou a 'quebrar'. Aquilo é que foi pedalar com energia e quando a aula acabou, por mim podíamos continuar...
Antes tinha feito outros exercicíos que, por acaso, ontem não me custaram ao ombro. Tenho que o esforçar e movimentar para não bloquear e parar...
Tinha três camisolas mas só na aula de Cycling fiquei de... alsas... Continuo a ficar ainda inibida por causa da cicatriz, ainda que lhe ponha tantos cremes e géis, que ela nem está mal de todo... Só que aquele risco ali entre o ombro e parte do braço, parte-me o coração. Parece que fiquei ali com uma marca, tipo a marca do Zorro...
Mas pronto, vai passando... e a alegria contangiante de fazer a aula acabou por me fazer esquecer da cicatriz.
Mas pronto, no fim coloco a toalha sobre os ombros não vá a cicatriz ver-se bem sob as outras luzes e a caminho do balneário...
 
 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Pensamentos recorrentes

Ultimamente, não sei porquê, dou por mim a pensar que o meu filho tem agora a idade que o mano tinha quando ele nasceu...
Sete, sete anos... Quer dizer, o mano tinha sete anos, quase oito, quando o filhote nasceu, mas agora quando olho para o meu filho e 'caio em mim' de que tem sete anos, não sei como é que o tempo passou tão depressa...
O mano tinha sete anos quando não desarredou pé da maternidade para estar com o irmão recém nascido e agora está da minha altura e tem catorze anos, quase quinze... É um adolescente tímido que já não liga a coisas de criança.
Ainda me lembro de nas férias ir sozinha com o meu enteado para a praia, antes de ser mãe, de pararmos no supermercado ao pé da praia para comprarmos Bollycaos e pacotes de leite com chocolate. Lembro-me tão bem do meu enteado ser tão pequeno e agora o meu filho também já está a passar pelas idades de que me lembro do seu mano.
Só não sei como é que o tempo passou tão depressa. Deve ser porque vem aí o Natal e a inspiração é pouca ou quase nenhuma, e este ano há menos uma pessoa presente, para além das que já se foram: o meu pai...
O meu filho tem sete anos e quer levar a PSP para a Escola e amua porque eu não o deixo levar e com a conversa, depressa lhe passa o amuo...
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Será que nos reconciliámos

Será que eu e a bicicleta nos reconciliámos...?
É que neste fim-de-semana as coisas foram... diferentes...
Como não ia ao ginásio desde a passada terça-feira, no sábado à tarde, mesmo depois do fitness doméstico e de fazer inúmeras coisas em casa, comecei a ficar com uma espécie de 'nervoso miudinho' que reconheci imediatamente: a falta de exercício, ou, no caso, a falta de... pedalar...
Ainda vacilei perante todo o equipamento que tinha que vestir e calçar , mais a barrita, o cartão do cidadão e uns trocos e a bebida isotónica mas... lá fui, tinha que ir e há algum tempo que não sentia esta vontade de... ir... E fui. Era de tarde e o sol até estava agradável, apesar do frio. Não encontrei quase ninguém a correr, a caminhar e muito menos a pedalar. Só queria mesmo rolar, nada de caminhos complicados ou subidas difíceis por causa do dia que se torna noite cedo demais.
Para precaver levei as luzes na bicicleta mas não gosto muito de pedalar no escuro.
E assim pedalei 40 kms em 2h10mns porque a altimetria foi quase nenhuma (340 mts).
Lá se foram 1200 calorias, bem bom.
Entretanto no serão de sábado, liga-me a minha amiga das pedaladas (e da vida...) para saber se no domingo eu queria ir para 'retomarmos' as nossas voltas matinais. Isto foi como que para saber se eu já estava "melhorzinha" da minha "pseudo neura ciclística" que ela sempre entendeu e por isso mesmo sempre me deu espaço, liberdade, apoio e força...
E eu disse que sim, que queria ir. E fui. E fomos.
E mesmo tendo pedalado no sábado à tarde, no domingo de manhã fui com boa disposição e energia que é algo que me tem faltado nas últimas pedaladas mais intensas.
E nem 'tomei' qualquer gel ou produto energético. Foi só mesmo o pequeno-almoço e um café 20 kms depois de termos partido por volta das nove da manhã.
Estava 1 grau e por isso, pelos caminhos que percorremos, encontrámos muito gelo que não derretia. Felizmente não escorregámos e também ficámos com calor porque a pedalada foi intensa, com diversas subidas íngremes e difíceis.
Fizémos 53 kms em 3 horas, com uma altimetria de 1300 mt e eu gastei para aí umas 1800 calorias. Contudo, o frio era tanto que mesmo tendo calores e transpirando nas subidas, depressa arrefecíavamos e por isso quase nunca parámos, a não ser para o cafézinho a meio do caminho...
Senti-me... de volta... Quem me dera sentir-me sempre assim a pedalar, bem disposta e com energia...

Sim, aquilo branco ali no chão é mesmo gelo...

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O ombro & o útero

Percebemos que o nosso o nosso médico de família está muito interessado em nós quando (finalmente) o vamos informar de que fomos operados ao ombro, passamos-lhe os papéis do hospital para a mão (com desenhos do sítio do corpo 'intervencionado'), e ele diz:
"Ah, foi operada ao útero."
Pronto, é que tem tudo a ver...
Minha querida médica de família desde sempre, de quando morava próxima de Lisboa. Tão interessada, tão empenhada. E, 'coitada', coube-lhe a ela a tarefa de ir a casa dos meus pais, no dia em que o meu pai partiu, precisamente em... casa... E agarrou-se à minha mãe, também a chorar...
Enfim, são estas pequenas grandes diferenças que fazem um médico fast service dum médico dedicado e empenhado...
Até o Ortopedista que me operou e que me consulta, é mais simpático e atencioso do que o 'meu' médico de família, e sim, é e foi tudo num Hospital (também) público...

Sai uma bruxa para a mesa do canto, se faz favor

Bem, eu realmente só me apetece é dizer palavrões.
Ontem ligaram-me da Escola, que o filhote tinha caido e estava muito queixoso do pé, que se calhar era melhor chamar a ambulância...
Saí disparada do trabalho e pelo caminho amaldiçoava este ano de 2013, xiça, caramba, que tudo acontece. Ainda há uma semana eram os vómitos e a febre, e agora uma queda, como a mãe...?
Chegada à Escola vi o meu filho a caminhar, coxeando um pouco. Portanto, o pé não estava partido...
Preferi aguardar, fomos para casa e quando o pai chegou lá fomos para o Hospital, o mesmo que me "acolheu" aquando da minha queda, e teria que ser encaminhado para o serviço de Ortopedia, o mesmo onde estive...
O  pé do filhote estava algo inchado e tinha algumas dores mas como estava 'normal' deu para perceber que não teria nada "de mais"...
Foi visto, fez Raio-X e afinal estava realmente tudo bem... Veio só com a recomendação de não correr e de não saltar, ai que lá se vai o futebol...
E foi isto. E eu fiquei cheia de dores no corpo, suponho que do stress. E depois voltar àquela urgência onde entrei, saída da ambulância, deitada numa maca com o braço no ar, a roupa toda rasgada, de repente ao sentir aquele cheiro lembrei-me de tudo... Fui tão bem recebida e tratada que o meu trauma não era estar ali nem os técnicos do Hospital... Foi o recordar de todas as dores que tive e o que sofri e depois a ansiedade de não saber se o filhote estaria bem, ou não...
Até encontrei um dos Bombeiros que me socorreu e levou, imagine-se...!
Voltámos para casa, e ainda bem que tudo estava bem.
Mas eu... eu estou farta deste ano, em que tudo de menos bom parece acontecer.
Por isso, sai uma bruxa para a mesa do canto, ou lá para casa, se faz favor, ou sai um sol luminoso e quentinho, podia sair uma viagem numa rifa para irmos para um sítio quente e prazeiroso onde só me deitava e descansava, onde só me levantava para ir tomar banhos num qualquer mar quente, sem tubarões, é claro...

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sabem quem é que tinha razão...?

Era o meu pai.
O meu pai sempre foi uma espécie de pessoa "prevista" em relação ao futuro, às pessoas em geral e em relação a algumas em particular.
Do alto da minha arrogância e egocentrismo próprios da idade (mais nova uma série de anos...), durante muito tempo achava aquilo tudo que o meu pai me dizia uma grande seca. Muitas vezes até 'soprava' tal era o "enfartamento" de estar a ouvir certas 'lições'. Achava um exagero e que eram manias do meu pai, um chato, portanto.
Alguns anos mais tarde a minha arrogância de sabe-tudo foi desaparecendo com os anos, com as quedas (e não me estou a referir à da bicicleta que já aconteceu quando o meu pai não estava entre nós), com as desilusões, com as patadas da vida e das pessoas, comecei a pensar naquilo que o meu pai me dizia... Comecei a compreender tudo o que dizia, a entender, a assimilar e a dar-lhe razão...
E agora, à medida que o tempo passa e que o meu pai já não está comigo, cada vez mais me lembro de tudo o que me dizia e de como afinal tinha (tanta) razão. É como se o meu pai fosse uma espécie de bruxo, de vidente, porque tudo aquilo que me disse se concretizou ou está para se concretizar. As circunstâncias e as pessoas estão a dar-lhe toda a razão e mais alguma e agora já não posso dizer ao meu pai que, afinal, ele tinha razão. Que era verdade tudo aquilo que me tentou dizer e ensinar e ao qual eu não ligava nenhuma...
Arrogante e mimada, com vinte e poucos anos, queria lá eu saber ou percebia lá eu alguma coisa da vida, das relações e das ralações, das pessoas, do ser humano, do ser mãe, do ser mulher, do viver a vida.
Com vinte e poucos anos eu era boa pessoa mas muito fechada no meu mundo e a pensar que tudo era cor-de-rosa.
Que chato pai, pensava eu.
Que sábio pai, penso eu, agora e aqui.
Não falhou em nada do que disse e previu. E eu nunca o entendi, sempre o enfrentei como se fosse ele quase o meu pior inimigo. Quantas e quantas vezes chocámos nas opiniões e nas posturas. Que cega eu estava e pior cego é aquele que não quer ver.
Abri os olhos pai e agora tu já não podes abrir os teus.
A vida é fo***a, principalmente sem ti, pai...

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

A posição do bloqueio

Eis a posição que me bloqueeou a cabeça, e o corpo também...
Antes de a tentar fazer, fiquei primeiro a mirar o meu corpo e mais especificamente o meu braço...
E medo foi o que senti antes de tentar posicionar-me desta maneira.
Soprei. Inspirei e aqui (ou ali) vai disto.
Ergui o meu corpo no ar como tantas vezes o tinha feito, e tão bem, antes de cair, só que desta vez um braço ficou bem posicionado e outro... nem por isso. Fiz esta posição mas o braço ficou ligeiramente para o lado, tal como a mão. Não o consigo posicionar desta forma (como está na foto) e então o ombro e o braço deslizaram um pouco para o lado e ali estava eu, a fazer uma força maior à que faria se tudo estivesse 'normal' para elevar o corpo e deixar cair a cabeça.
Por instantes de segundo, pensei mesmo em deixar-me cair, desistir, resignar-me, atirar-me contra o chão mas aguentei-me, mesmo com o braço "ao lado"...
Nervos, dor, frustração, angústia, pessimismo, medo, muito medo... Tudo isto era tão banal e normal na minha vida e agora, de cada vez que tento ir mais além com o ombro e o braço, é quase uma aventura, um suspiro, um receio, um nervoso miudinho, uma ansiedade, uma dor, um medo...
 

Mas como é que ninguém me tinha ainda dito isto, ou, pior ainda...

Ou, pior ainda, como é que eu não tinha ainda pensado nisto...?
Correr é das coisas que menos gosto de fazer, contudo, insisto sempre e nos momentos "mortos" antes duma qualquer aula, lá vou eu para a passadeira.
Às vezes corro, às vezes caminho com a passadeira num grau de inclinação bastante elevado.
Estava eu ontem a correr, com pouca vontade, quando uma das técnicas do ginásio vem ter comigo. Conversamos e tal e diz-me ela que eu estava a correr muito devagar (a velocidade da passadeira era de 8 km/hora). E eu respondo que não ia ao ginásio há uma semana (mas não referi que tinha ido andar de bicicleta no fim de semana...) e que também não gostava lá muito de correr. E fomos falando, comigo sempre a correr, ainda que 'devagar'...
E eis que ela me diz algo que nunca ninguém me tinha dito mas que foi o suficiente para despertar um 'click' em mim: que eu tinha as pernas "tão" grandes, que podia correr dando passadas mais largas, logo, muito mais rápidas...
Primeiro não assimilei bem o que ela me estava a dizer mas a verdade é que quando fiquei  novamente sozinha, compreendi perfeitamente o que é que aquilo queria dizer e pensei como é que ainda ninguém tinha puxado por mim, dizendo algo tão simples como isto... Ou, pior ainda, como é que eu própria não tinha ainda pensado nisto...
Escusado será dizer que acelerei, se calhar não muito, fui até aos 9.4 kms/hora mas, como digo, a minha 'resistência' e gosto por correr não é mesmo grande coisa... Só que desta vez corri por mais tempo a uma velocidade mais rápida e de facto não me custou, doeu, cansou e por aí fora...
Enfim, vamos ver como será nas próximas vezes...
Fiz ainda uma aula de quase uma hora de Cycling e uns e outros exercícios em que por vezes o braço não funciona lá muito bem e mesmo que funcione, só o impulso de ir tentar fazer algo novo em que possa 'falhar', provoca-me algum receio e por vezes bloqueio e nem sequer faço as coisas...
Fico a olhar para o meu corpo, fico a pensar se serei capaz e fico ali naquele impasse totó...

(imagem da net)

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Ideia(s)...

Ando cá a pensar que tenho saudades de ir ao ginásio à hora de almoço. 
Agora vou ao final do dia, é certo, mas nestes dias frios e curtos, confesso que preferia ficar "despachada" à hora de almoço e ir logo para casa ao fim do dia.
Contudo, com algumas das 'consequências' da queda (nomeadamente ficar um pouco mais lenta a vestir-me e a despir-me) e com a redução do horário de almoço, deixou de ser possível ir exercitar-me à hora de almoço...
Começo também a ficar 'cansada' de ter tão pouco tempo para almoçar e passar a maior parte desse tempo a... almoçar e depois ir a correr fazer algumas compras necessárias para a casa ou tomar um café mega rápido.
Mesmo estando frio, à hora de almoço está sol e uma pessoa que está nove horas e tal fechada num gabinete tem necessidade de apanhar... ar fresco e sol... Vai daí que ando cá a pensar que se calhar nalguns dias irei almoçar apenas uma sandes ou uma sopa para ser mais rápido, porque o tempo é (muito) escasso e que depois irei andar, dar uma volta, nem que seja só ir até ao sítio X e voltar ou tomar um café e regressar.
Dantes ia caminhar depois do jantar mas agora com o ginásio ao fim do dia, quando chego a casa ao serão, 'obviamente' que não me apetece nem tenho tempo para ir caminhar... Há afazeres domésticos, tratar e estar com o filhote e por aí fora...
Enfim, vamos ver se levo isto para a frente. E nestes dias garantidamente que trago os meus sapatos de caminhada num saco. É que andar de botas, mesmo com um pequeno salto, não dá lá muito jeito...


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Quelle horreur...

Que horror, ainda parece que sinto o cheiro engordurado em mim...!
A verdade é que num instante fui almoçar com o maridão e eu 'emborquei' um bife (de vaca) gigantesco cheio de batatas fritas, arroz e um molho de natas com cogumelos e fiambre!!!
Eu que nem sou fã da carne de vaca e raramente ou nunca a faço em casa, hoje deu-me para isto, e tudo em menos duma hora! Como faço parte do grupo de funcionários públicos malvados - alvos em movimento do atual Governo, passei a ter (menos de...) uma hora para almoçar. Vai daí que eu acho que nem saboreei o bife, engoli-o a correr pelo que foi melhor nem contar as calorias.
Como se equilibrasse alguma coisa, não bebi nada nem comi sobremesa, para poupar calorias (como se isso fosse possível) e porque também já não havia tempo no tempo...
E agora ao lanche, sai um pãozinho integral para 'compensar' o bife gigantesco e gorduroso!!!
Ai!!! E ontem e hoje nada de exercício físico, só amanhã...
:O

No que é que me estou a tornar... (reflexão...)

No que é que eu me estou a tornar.
Ou melhor, no que é que a vida me está a tornar.
Às vezes parece-me que caminho na direção dum coração muito menos mole e de manteiga como sempre foi meu apanágio...
A mudança para o Oeste, a morte do meu pai, a queda que tive da bicicleta e as suas consequências, tudo isto parece estar a tornar-me em alguém muito menos lamechas, menos tolerante e com pouca paciência para algumas coisas sem importância que roçam o fútil...
Sinto-me a ficar mais... 'bruta' e é como se só o meu filho me fizesse amolecer ou vacilar ou
prender-me a (quase) tudo o que a vida tem ainda de esperançoso ou em tons de rosa. É que ultimamente (quase) tudo roça o cinzento e o preto.
E tenho tanta pena que assim seja...