quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O (meu) telemóvel

Estou farta dele em dois sentidos: o físico porque já está um pouco ultrapassado e, consequentemente, não posso instalar certos programas e certas funcionalidades... Dá para desenrascar mas já olho para ele com alguma pena e sentimentos de que tenho mais que fazer ao dinheiro do que gastar uma pipa de massa num equipamento que daqui a uns meses (poucos) estará ultrapassado.
Depois estou farta pelos telefonemas que recebo. Ultimamente são só chatices. Nada de telefonemas para me animarem, escutarem ou darem boas notícias tipo é a herdeira duma fortuna milionária que o destino quis que ficasse para si.
Não, só me telefonam com problemas e chatices, a maior parte para eu tratar e resolver. Só me apetece é mandar o telemóvel pela sanita abaixo.
Ora é da Meo porque eu desisti do Meo 4O e decidi ficar-me pelo Meo "normal". Chiça, que ia ficando sem voz de tantas vezes e de tanto tempo que estive ao telefone a explicar porque raios não me compensava afinal aderir ao Meo 4O!!!
Ora é daqui ou dali a fazerem publicidade a bens e serviços.
Ora são sms com mais publicidade.
Ora é a minha mãe a queixar-se do... Meo!!! Como se eu fosse trabalhadora ou operadora do Meo!!! Como não a atendem, liga para mim a queixar-se!
Caramba! Bem sei que não tem quase mais ninguém a quem ligar com estas coisas mas eu ando numa lufa-lufa o dia todo com stresses no trabalho e a correr na minha vida pessoal e depois é só telefonemas para me chatearem, nada que me alivie.
Mas por que é que não me ligam a oferecer viagens ou massagens?!
Mas por que é que só me ligam com complicações?! Estou mesmo a ganhar uma espécie de "repulsa" pelo meu número de telemóvel...
Lá está, tal como na vida real, as pessoas fartam-se de falar e esperam sempre que eu esteja cá para as escutar, seja pelo telefone, no café da esquina ou na conchichina... 
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