sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Um ano

Faz hoje um ano que o meu pai partiu.
Inacreditavelmente passou um ano, não sei se passou demasiado rápido ou demasiado lento, nem sei bem o que dizer ou pensar.
Sei que sinto, e muito.
Tenho tudo tão vivo na minha memória que nem parece que passou um ano.
E é isso.
Para juntar estou adoentada, em casa. E não gosto nada destas coisas, de estar doente, ou adoentada, ou mais fraca, ou faltar ao trabalho, ou não poder exercitar-me que são coisas que me dão alento na vida.
Isto assim parece um filme desgraçado com uma desgraçadinha como interveniente...
Não gosto nada destas fragilidades.
E é isso, não sei mais que possa dizer...

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