quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Para animar...

Para animar, saí do trabalho a correr e fui buscar filhote à Escola. Era dia de atividade pelo que fomos a correr para casa.
Aí arrumei os sacos, mala minha e mochila dele. Filhote trocou de roupa. Eu pus a mesa. Sim, pus a mesa às seis e pouco da tarde porque temos que gerir o tempo e o facto é que sabia que só nos iríamos despachar quase às nove da noite.
Deixei tudo adiantado e saímos, rumo à atividade onde tive que tratar de pormenores burocráticos, enfim...
Entretanto chegou a hora de início de atividade de filhote que lá foi e eu fiquei no meio de papéis e canetas.
Despachei-me e saí disparada rumo ao ginásio.
O pai chegava mais tarde mas iria buscar filhote à atividade e isso permitiu-me ir ao ginásio...
É que há dias e aulas, e professores e professoras. E uma pessoa parece que se habitua a este ou aquele ou aquela e quando num horário dum(a) nos põem outro(a) a dar a aula, a coisa parece que não tem tanta graça...
Mas ontem teve... talvez porque as aulas foram dadas por pessoas com quem simpatizo e de quem gosto das aulas...
Uma das aulas foi mais localizada e mais puxada que eu também preciso de fazer abdominais e agachamentos, e pranchas, e por aí fora...
E depois, claro, o cycling onde me diverti imenso. Tinha vontade de rir, o que é bom, porque há dias em que não tenho vontade nenhuma de... rir... Não sei se eram dos "problemas" com as luzes, do liga, desliga, e parece que estamos numa discoteca que é coisa que eu não sei o que é vai para 100 anos, se de algumas pessoas reclamarem das... luzes... mas a verdade é que só me dava para rir pois nunca ninguém está satisfeito... Há sempre alguém que reclama por tudo e por nada e eu no Cycling, sinceramente, raramente ou nunca reclamo seja do que for. Só se for da aula acabar num instante, mesmo já tendo passado 50 minutos...
A intensidade, o frenesim, a música e... as luzes... tudo correu bem e deixou-me, momentaneamente, feliz...
Não pensei em nada, a minha cabeça ficou vazia, oca, burra que nem uma porta. Só dei conta da música, do pedalar freneticamente quando quase todos se abatiam sobre as bikes em sinal de desespero e da transpiração imensa.
Durante 50 minutos e uns pozinhos, não tive problemas nem tive 41 anos. Tive 20, vinte e poucos e senti-me forte e em forma a pedalar, exatamente o contrário do que sinto e do que tem acontecido nas maratonas de BTT a que tenho ido...


(imagem via Pinterest)

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