segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Apesar da imensa ventania que se fazia sentir ontem de manhã, tive que pegar na bicicleta e apenas ir, mesmo indo contra o vento.
Não pedalava há duas semanas e as pedaladas não têm sido tão frequentes como desejaria e com isso pareço estar a perder um pouco o ritmo.
Ainda que ontem o vento fosse mesmo muito forte e mais parecia que me empurrava de frente enquanto eu tentava pedalar, sinto que alguma lentidão (ainda mais...) se apoderou de mim e do meu corpo... A dada altura pensei mesmo em voltar para trás, para casa, mas não deixei que esses pensamentos vencessem a minha vontade de continuar. Comecei a ver outros ciclistas a pedalar e pensei que se regressasse a casa me iria arrepender de, mais uma vez, não dar uma voltita...
Na verdade, soube-me bem apenas ir e levar com o vento, parar, como de costume, a meio e beber um café... Coisas tão simples e que sabem tão bem...
Insisti em ir até porque, depois de mostrar as análises que fiz ao médico do meu trabalho, sem eu nada dizer, ele questionou-me relativamente à prática de exercício físico, se eu fazia muito desporto, porque tinha os valores do colesterol excelentes, na medida exata, valores esses que são como que a equação perfeita (para os médicos...) e típico de quem se exercita, e disse para eu nem pensar em parar de me exercitar... Até porque tudo o resto também estava ótimo...
E assim sendo, eu não posso mesmo parar de me exercitar, pela minha saúde, física mas também mental pois é o meu escape, é algo de que gosto e que me faz sentir (muito) bem... Para mim, não é uma obrigação ir ao ginásio ou ir pedalar. Às vezes custa-me ir pedalar porque me sinto mais preguiçosa, lenta, porque está muito frio ou por isto ou por aquilo, mas depois de ir, sabe-me pela vida...
E depois o peso, tenho sempre que me exercitar para o manter...



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