quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Qualidade de vida...

Sair do trabalho, ir dar uma voltita na bicicleta e por fim, ver o mar.
A meio lancha-se e trocam-se dois dedos, ou mais, de conversa.
No regresso não se pensa nas horas que já são.
Pensa-se apenas em pedalar até porque, estranhamente, nã
o estava frio no lusco fusco do fim da tarde, o que é quase estranho neste Oeste friorento...
Chegar a casa quase às nove da noite com a alma revigorada pela pedalada e por tudo o que se viu e sentiu pelo caminho é de facto um privilégio. 
E o melhor de tudo, é que é de graça.
De facto, a liberdade não tem preço...




2 comentários:

Pedro disse...

Agora, é começares a pensar sempre assim e não com intermitências.

Algures no Oeste disse...

Pedro: é verdade, já perdi demasiado tempo a não pensar assim...
:D
E o tempo urge e de que maneira...