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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Por estes dias acabei de ver La Casa de Papel e o final da segunda temporada é assim algo de espetacular.
Emocionou, surpreendeu e o final do último episódio parece uma breve incursão no filme "Comer, Orar, Amar"...
Foi muito bom o final da Temporada 2 e toda a série.
Agora só não sei como é que uma terceira temporada poderá surpreender e trazer algo de novo ao que ficou para trás...
Veremos...




segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Segunda oportunidade

Podia ser o nome de uma qualquer série mas no caso, não é.
Decidi dar uma segunda oportunidade à série que me tinha feito adormecer a meio do segundo episódio: Russian Doll e voltei a ver a série a partir do momento em que tinha adormecido.
Assim sendo, acabei por ver toda a série de seguida, já que cada episódio tem apenas cerca de 25 minutos e porque fiquei curiosa.
O enredo foi ficando mais denso e começou a despertar alguma curiosidade já que novos factos e personagens começaram a surgir, ainda que a personagem principal fosse irritante quando não largava os cigarros e os tinha constantemente na boca, enfim...
Contudo, o final, ainda que quase emocionante, não o chegou a ser. Não sei porquê mas esperava algo mais impactante e original.
Ainda assim, foi melhor do que esperava e desta vez a série não me deu sono.
Para já, há apenas a Temporada 1, vamos ver se surgirá a Temporada 2.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Só para não esquecer, dos penteados, claro.

Ao ler este artigo dei conta de que, realmente, há mais penteados do que se pode imaginar para se poder fazer desporto à vontade.
Como tenho o cabelo médio/longo, não suporto estar a exercitar-me com cabelos a mexer ou a caírem na cara pelo que no ginásio opto pelo famoso rabo-de-cavalo ou, de forma mais frequente, por uma trança, mais ou menos como está na primeira foto.
E, sinceramente, não consigo entender quem faz exercício com os cabelos todos caídos enquanto se transpira mais que sei lá o quê e que interferem na visão, no à vontade e na liberdade dos movimentos. E eu sou pessoa que não gosto nada de me ver com o cabelo apanhado, enfim...
De resto, realmente, o que é preciso é imaginação e algum jeito pelo que deixo as fotos dos penteados, que constavam no artigo, de que mais gostei e que pondero vir a fazer ou usar enquanto me exercito.







quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Também gostava...

Também gostava que a série "Perdidos - Lost" voltasse e parece que há mais quem pense no mesmo, e ainda bem.
No início de fevereiro, a nova presidente da ABC manifestou essa vontade e espero sinceramente que tal se concretize.
Vi as seis temporadas e foi uma série que marcou.
Espero que volte, e depressa.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Stranger Things: a série e o tempo a passar...

Comecei a ver a série Stranger Things, por curiosidade e, neste caso, em conjunto com o meu filho porque parece que falam da série num jogo e porque os "famosos youtubers" (?...) também a mencionaram nalgum momento.
Posto isto, fiquei algo céptica mas... acedi a ver o primeiro episódio porque me apercebi que tinha dois atores de quem me lembro de ver noutros filmes e que fazem parte do meu imaginário cinematográfico: Winona RyderMatthew Modine. Ah, e bicicletas também... E porque se passa em 1983...
Vai daí que afinal até gostei do que vi e agora estou entusiasmada e intrigada a ver a série, já vou no quarto episódio e as coisas estranhas acontecem mesmo e deixam-nos a pensar no que se passará ali.
De qualquer forma, foi impossível não reparar na passagem do tempo sobre a Winona Ryder e o Matthew Modine.
Vou continuar a ver a série mas vejam as fotos para descobrir as diferenças.



Let's look at the trailer:


  
A Winona Rider na (presente) série, "Stranger Things":


A Winona como me lembro (ou lembrava) dela:

No filme "Eduardo Mãos de Tesoura":


No filme "Alien":



O Matthew Modine na (presente) série, "Stranger Things":


O Matthew Modine como me lembrava dele, no filme "Viúva, mas não muito - Married to the Mob":



Enfim, isto do tempo a passar, também é uma coisa estranha...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Foram 8 e agora parece-me muito mal!

Estava eu toda entusiasmada a ver a série Bron: A Ponte, pois eis senão quando que a série sai de cartaz e como não me apercebi de aviso algum, fiquei furiosa!!!
Quer dizer, fiquei pelos 8 episódios e sem saber quem era o criminoso, para além de a série e o seu enredo serem deveras empolgantes, tendo até alguns pequenos momentos de humor, mas daqueles que nem toda a gente deve "apanhar"...
Para além de que a meio dum episódio qualquer abrem uma cama (de hóspedes), igualzinha a uma que tenho, do IKEA, é que foi tal e qual. 
O episódio é de 2011 e eu trouxe a cama em 2018 mas, sendo a série sueca, está-se mesmo a ver que tudo aquilo que está nas casas dos personagens é do IKEA...
Enfim...
Espero que a série volte ao catálogo da Netflix...
É que há uma outra série que começou a dar agora, e que é já de 2019, em que vi o primeiro episódio e adormeci a meio do segundo: A Boneca Russa... mas vou tentar ver mais um episódio, ou outro, para me certificar de que vale a pena ver, ou não.
E não é que a personagem principal é só tal e qual a cara da minha cabeleireira? Tenho que "me meter com ela" e falar nisto.
É que para além de mim, o meu filho achou o mesmo...



Let's look at the trailer:

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Dança, não comigo.

A vontade de experimentar coisas novas levou-me a uma aula de... dança...
Sempre gostei de sentir o ritmo da música e ainda que não me atrapalhe a dançar (casual e muito raramente, é certo... longe vão os tempos em que dançava a noite toda...), está visto que quando a coisa se torna mais séria, já não fico tão à vontade.
Na verdade, a partir de certa altura, o meu cérebro como que bloqueou os movimentos dos meus braços, pernas e pés e ainda que sentisse o ritmo da batida, o meu corpo deixou de acompanhar, na totalidade, a coreografia segmentada que se fazia.
Tornou-se difícil e desmotivador tentar acompanhar algo que não estava a conseguir.
A mistura de passos entre pernas, pés, braços e mãos complicou o meu 'complicómetro' interior e quando isso acontece, é difícil sair de lá.
Estava cheia de boa vontade e energia mas o atrofio nos passos dançantes fez-me querer sair dali, quiçá a dançar dali para fora.
Se não experimentasse, nunca saberia como poderia ter corrido.
Agora já sei e, estou em crer que não fui, afinal, feita para grandes danças.
É giro acompanhar e fazer um passo ou outro e tal e coiso, agora dançar de forma expressiva, desinibida e articular aquilo tudo, nááááá...
Prefiro voltar à bicicleta intensa do cycling e às aulas de força e tonificação que, por vezes, até incluem uns passos dançantes no início que chegam bem para colmatar esta vontade de dançar um bocadinho.
Não se pode ter jeito para tudo, não é.
Não sou de desistir mas neste caso, senti a experiência de estar para ali a dançar como algo quase estranho.
Portanto, a dança não é bem comigo.
Next...


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Há anos que não adquiria nada para o ginásio...

Há anos que não comprava assim nada para usar no ginásio.
Tenho uma panóplia de blusas, com e sem mangas, de alsas, disto e daquilo, de quase todas as cores, calças e leggings, mas, com o passar do tempo e das lavagens, parece que tudo vai ficando envelhecido e esbatido.
Também há aquela velha questão, que se aplica na roupa do dia à dia, que é o ter tantas coisas e achar sempre que não se tem nada para vestir porque parece que se veste sempre a mesma coisa.
Depois também vão decorrendo vários 'upgrades' nos modelos, estilos e no nosso gosto.
Enfim...
Como também me ausentei um pouco do ginásio no ano passado, deixei de ligar a estas coisas mas agora surgiu a necessidade de alguma renovação para não parecer que vestia sempre a mesma coisa e vai daí que ingressei nos saldos, excepto numa peça, e vim de lá muito contentinha.
Como não me apeteceu tirar fotos às ditas peças ou às ditas peças vestidas em mim mesma, ficam as fotos das ditas retiradas do 'site' de onde vierem: Decathlon...
Não fui paga ou patrocinada para escrever isto tudo e fazer estas menções, com grande pena minha...
É tudo genuíno e verdadeiro...
Talvez esteja um post algo parvo mas há tanto tempo que não postava algo assim.
Ora vamos lá a saber:


Eis a única peça que não fazia parte dos saldos e que é muito confortável e que não deixa notar a transpiração que é um requisito muito importante para mim. É que transpiro bués e detesto que se vejam as marcas na roupa... Estes leggings pretos ficam um pouco acima do tornozelo e mostram só um pouco da perna. O tecido é confortável e macio e por 12€ que mais se poderia pedir...




A seguir temos esta linda blusa, num lindo tom de azul que, lá está, não tenho. E eu sou pessoa cuja cor preferida é o azul, portanto, veio mesmo a calhar. 
Prós: o super preço de 3,95€ e o tecido ser também anti transpiração, não se nota nada. Ajusta-se e molda-se bem ao corpo e fica bem gira.
Contras: é de alsas o que em mim me deixa um pouco desconfortável porque deixa à vista a cicatriz entre o ombro e o braço mas... paciência, não é assim tão feia que não se possa ver. Aliás, é uma das marcas mais importantes na minha vida.




E agora mais uma magnífica blusa num outro tom de azul e num modelo completamente diferente da blusa anterior e num preço espetacular: 7€! O modelito é bem giro e diferente de todas as blusas que tenho, pelo menos na parte de trás. Também é anti transpiração e cobre os ombros, só vantagens, portanto.



And last, but not least, mais uma linda e discreta blusa que custou a módica quantia de... 5€!!!
Fica muito bem ajustada ao corpo, sem apertar ou ficar larga, fica mesmo 'no ponto' e sendo anti transpiração e tapando os ombros, só lhe vejo vantagens...

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

E vão 4 e parece-me muito bem...

E vão 4 episódios duma série que comecei a ver e que me parece ser excelente: Bron: A Ponte.
Trata-se duma série sueca que se passa entre a Suécia e a Dinamarca ou um dos crimes não tivesse ocorrido na ponte que separa, precisamente, os dois países: a Ponte de Oresund. Esta ponte liga Copenhaga, na Dinamarca, à cidade sueca de Malmöe e, nos "entretantos", até fiquei com vontade de conhecer tudo aquilo.
Mas adiante, como estava a dizer, trata-se duma série sueca que estreou em 2011 e da qual nunca tinha ouvido falar pelo que espero agora recuperar o tempo perdido.
Apetecia-me ver algo diferente e como, até ver, gostei dos filmes e séries suecos ou 'meio' suecos que vi, decidi-me agora por ver Bron: A Ponte.
The Hundred Code também é uma série que se passa maioritariamente na Suécia e foi deveras interessante, já para não falar nos filmes Millennium que se baseiam em obras dum jornalista sueco, Stieg Larsson.
No cinema vi A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha e também gostei.
A língua sueca é tão estranha que parece que se entranha e dá vontade de tentar repetir os sons quase inexplicáveis de quem vai falando.
Vamos ver... e ouvir...


 





segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Espetacular mas... não tanto...

Bem, entretanto também já vi os oito episódios da segunda temporada da série The Sinner e ainda que tivesse gostado e achado intrigante e densa, não (me) cativou tanto como a primeira série que achei espetacular...
Claro que com o passar dos episódios vamos sendo surpreendidos e queremos sempre saber mais e perceber o que se passou e o motivo disto e daquilo mas dei por mim a desejar que aquilo tudo "andasse mais depressa"...
De qualquer forma, se vier a temporada três, lá estarei para a ver. Espero que consiga surpreender novamente.


Let's look at the trailer...

 




quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Tantos queijinhos e não conhecia este...

Na última consulta na Nutricionista foi-me recomendado que, ao invés de comer as torradas do pequeno-almoço com manteiga, que experimentasse comê-las com queijo quark (!).
Ora bem, no meio de tantos queijos que conheço e de que gosto, pois que não conhecia este famoso queijo.
Da primeira vez que o fui comprar ao supermercado, dei por mim a deambular junto às prateleiras que tinham queijos frescos e queijos mais líquidos mas não o encontrei.
Com receio de fazer figura de pacóvia, dei voltas e mais voltas até que não deu mais, tive que perguntar e eis senão quando que o queijo estava junto à charcutaria, em modo exposição com outros queijos que por lá proliferavam. A questão é que este queijo nada tem a ver com os outros e por isso passou despercebido.
O meu cérebro não me o deixou ver, quase de forma camuflada, no meio de tantos queijinhos bons e apetitosos.
Bom, e vai daí que lá veio o queijo e não é que seja assim uma coisa do outro mundo em termos de sabor mas... come-se... é um pouco líquido mas dá para barrar o pão torrado e a verdade é que, realmente, parece provocar uma sensação de saciedade maior.
Entretanto fiz algumas pesquisas para me 'inteirar' deste famoso queijo e parece que é mesmo muito consumido por quem quer perder peso e faz exercício físico.
Até ver, não enjoei o queijo e já o comprei no Pingo Doce, no Continente e no Intermarché em diversos  modelos e marcas.
Vamos ver se veio para ficar ou se nos entretantos, há lugar a alguma enjoadice...



(imagens retiradas da net)

domingo, 20 de janeiro de 2019

Espetacular....

Vi os oito episódios da primeira temporada da série "The Sinner" e fiquei deveras surpreendida.
Há algum tempo que nenhuma série me cativava ou fazia ficar a pensar no que se teria passado ou a querer saber mais.
Neste caso, o inesperado e pouco provável fez parte de todos os episódios em que se tem que estar com atenção por causa da ação que se passa no presente mas que leva inúmeras vezes ao passado.
As interpretações de Jessica Biel e dum ator de quem já mal me lembrava, Bill Pullman, foram intrigantes, intensas, quase sedutoras e complexas.
Quão fascinante é percorrer as entranhas do cérebro e das memórias...
Bom, agora quero muito ver a segunda temporada...




Let's look at the trailer...

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

No big deal...

Comprei um simples perfume, não é o meu perfume habitual, nem nunca tinha usado ou experimentado algum deste género, mas num dos dias em que fui à loja ver roupas, calhou a experimentar este singelo perfume.
Como gostei, achei que podia ser uma boa opção para alguns dias em que apetece sentir outro aroma porque, às tantas, já não se sente o nosso perfume habitual em nós por causa da habituação ao seu cheiro.
Assim sendo, e como é pequeno, gasta-se num instante o que é bom para se ir experimentando e mudando para outros.
Vai daí que não sou nada dada a ideias sobre manualidades ou "trabalhos manuais", sempre me considerei um zero à esquerda nessa matéria mas ontem lembrei-me que a embalagem onde vinha o perfume poderia servir para colocar alguma maquilhagem que tinha numa bolsa que entretanto ficou algo envelhecida com o passar do tempo.
O resultado foi o que se vê na colagem que deixo aqui na foto. Não é nada de especial mas para mim dá jeito e soube-me bem ter tido uma ideia qualquer...
Enfim, e este 'post' não é patrocinado, antes fosse porque a ver pela quantidade de roupa e acessórios que trago da presente loja, bem que dava jeito um incentivo extra.
Dream on...








(foto do perfume e da caixa original)

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Espécie de nadar

Voltei à piscina e desta vez foi mais a sério pois decidi 'formalizar' a minha inscrição na piscina, ou seja, paguei seguro, inscrição e entradas individuais.
Portanto, agora sim, vou disciplinar-me para ir, pelo menos, uma vez por semana à piscina em modo livre.
E o bom disto tudo é que chego lá, há três pistas para o modo livre, e pelo menos uma não tem tido ninguém. 
Assim fico mais à vontade para não "empatar" ninguém que nade realmente bem e para nadar à minha maneira.
Sim, é que o facto de não rodar bem um dos braços, implica dar mais às pernas mas o prazer que me dá nadar de costas é tão grande que nem consigo expressar o que sinto enquanto ando ali dum lado para o outro... Sabe tão bem estar ali na água que é quase como se aquele fosse o meu meio natural, como se fosse algo altamente intuitivo onde me sinto imensamente bem.
A água chama por mim, sinto-me muito bem lá dentro e é deveras relaxante nadar um pouco, mesmo não sendo como era antes por causa do braço e das suas limitações.


quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Oh, não...

"Na madrugada de 28 de Outubro de 2018 (domingo), a Hora Legal muda do regime de Verão para o regime de Inverno.
 Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, às 2:00 horas da manhã atrasamos o relógio de 60 minutos, passando para a 1:00 hora da manhã."






Oh, não, e agora, como é que à tarde vou a pedalar para casa à tarde quando sair do trabalho? Ou saio mais cedo nalguns dias ou então, não sei... É que nalguns dias não é previsível que consiga sair mais cedo...
Bom, para a semana logo verei, não é... 
:-(

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Toucas & Capacetes

Hoje estou particularmente feliz com uma decisão simples que tomei e com a ação que daí decorreu.
A verdade é que ontem, muitos anos depois de o ter feito, voltei à piscina para nadar, boiar, mergulhar e fazer o que podia numa pista livre, numa piscina sem pé, e com um braço que não funciona plenamente.
Isto quer dizer que o meu braço não roda na totalidade e desde o acidente de bicicleta que não tinha voltado a tentar nadar "mais a sério" com medo de não conseguir e de outras coisas mais.
Contudo, consegui.
Consegui nadar, não como nadava outrora mas consegui fazê-lo apesar de algumas dificuldades e limitações.
Nadei essencialmente de costas por forma a não ter que utilizar o braço em rotação para o fazer mas, ainda assim, fui perdendo os medos e lá arrisquei a rodar o braço.
Não deu para rodar como seria 'normal' mas consegui um impulso e uma força, vindos não sei de onde, que me levaram a nadar ainda mais rápido.
O fato de banho e a touca foram comprados há uns dias só a pensar na ida à piscina.
Na verdade, é preciso recuar até um pouco mais no tempo dos pensamentos desta decisão.
Há cerca de um mês e meio desisti do ginásio onde andava há sete anos. Comecei por faltar inúmeras vezes, coisa nunca vista em mim, e depois comecei a aborrecer-me com as correrias da hora de almoço a caminho do ginásio e a vir trabalhar.
Ao fim do dia começou a não haver disponibilidade e vontade para lá ir, ora porque ia pedalar na minha bicicleta (de BTT) depois do trabalho, e também porque, entretanto, passei a ir a pedalar para o trabalho, pelo menos três ou quatro vezes por semana, numa bicicleta elétrica.
Posto isto, constato que a minha cabeça passa a vida por entre toucas e capacetes, o que só por si me favorece imenso... ou não...
Vou voltar à piscina com toda a certeza, não só pela enorme sensação de bem estar e de paz de espírito ao estar na água mas também para 'insistir' com o meu braço e dar às perninhas.
Conto ir num regime livre, sem aulas, e depois logo se verá.



terça-feira, 2 de outubro de 2018

Cadeira de rodas, mas não a motor.

Ontem foi dia de andar dum lado para o outro, entre o Oeste e Lisboa e Lisboa e o Oeste.
Saí do trabalho, ao fim da tarde, e fui logo para o Hospital, em Lisboa, onde a minha mãe me esperava.
Estacionei no parque do Hospital, percorri inúmeros corredores, passei por imensa gente, apanho o elevador, e eis-me chegada ao meu destino.
Tratámos de todos os formalismos com vista à alta da minha mãe, trouxemos os seus bens e eis que me lembro de levar a minha mãe até ao carro numa cadeira de rodas.
Tal era possível se deixasse na enfermaria toda a papelada e voltasse para devolver a cadeira e levar então a papelada.
E aí vamos nós pelos corredores, elevadores e gente e mais gente que se atravessava no nosso caminho.
Para além de ir a empurrar a cadeira de rodas com a minha mãe sentada nela, levava também o seu saco com roupa, medicação e a tal papelada.
Durante o percurso apercebo-me em como é difícil transportar alguém numa cadeira de rodas.
Ou isso, ou a minha falta de jeito porque nos instantes iniciais, a cadeira fugia para o lado e às tantas pensei que a minha mãe ainda iria partir outro osso qualquer à conta da minha aselhice com a cadeira de rodas...
Mas não. Consegui levar a minha mãe até ao carro, intacta, e aí, saindo do Hospital, deparamos-nos com os obstáculos da rua: passeios, gente, carros, gente, relevos no chão, poucas rampas, gente, carros e pouquíssimo espaço para se conseguir passar com a cadeira de rodas por entre os obstáculos, e a trepidar com a irregularidade do piso.
De facto, só quem está nas situações compreende o que se passa...
Naqueles instantes desejei que o chão fosse completamente liso, sem buracos ou pilaretes, sem gente, sem mais nada para chegar até ao carro de forma tranquila e sem sobressaltos...
Bom, mas lá chegámos ao carro onde a minha mãe ficou sentada à espera enquanto eu percorro tudo novamente para devolver a cadeira.
Volto novamente de lá até à rua, pago o parque, meto-me no carro e toca de vir para o Oeste porque nestes dias a minha mãe precisa de ajuda e de amparo...
Demorámos uns 40 minutos entre o Hospital e a entrada na A8, já estava saturada!
Gosto tanto de Lisboa mas o trânsito... ai o trânsito...
Depois foi sempre a andar e eu fiquei elétrica com isto tudo...
Sim, para recuperar trouxe a minha mãe para a minha casa.
Para a semana voltamos a uma consulta no Hospital e logo se verá...
Às vezes sou tão insegura no meu dia-a-dia e nem sei porquê.
Tem dias em que faço de super mulher, e não sei...

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Cenas da minha vida

Vai daí que lá fui ao Hospital durante o fim-de-semana e até fui de autocarro, e não de carro.
Assim, fui mais descansada, a ver as vistas e até a dormitar um bocadinho.
Estando já em Lisboa, fui a pé e assim lavei as vistas e até passei pelo sítio onde trabalhei antes de me mudar para o Oeste e que tantas saudades me deixou...
Mas... o que importa ou interessa isto? Nada...
Vinha aqui escrever este post para dizer que aquando da visita à minha mãe, fui petiscar qualquer coisa pois ainda não tinha almoçado.
Sem saber bem onde ir, carreguei no botão do elevador que dizia cafetaria e lá fui à descoberta.
Depressa encontrei uma espécie de restaurante/bar e pedi um bitoque.
Nestes entretantos, há algo que preciso de referir aqui: raramente ou nunca bebo bebidas alcoólicas. De vez em quando, num petisco ou outro, no restaurante, vem um belo dum panaché ou um vinho rosé mas é mesmo muito raro beber.
Pois eis que peço um panaché para acompanhar o bitoque, que é algo que não costumo pedir.
A resposta foi que não havia.
E eu continuei: "Ah, então pode ser uma imperial.".
E vem a resposta que me fez sorrir interiormente e rir sozinha o resto da tarde, que foi a seguinte: "Não vendemos álcool no Hospital..."
Ora, pois claro! Mas como é que eu não me lembrei disto?!
Não só não me lembrei como ainda me fiquei a sentir uma bêbeda da pior espécie!!! Naquele instante até parecia que eu bebia bebidas alcoólicas frequentemente!!!
Só pode ter sido dos nervos e do stress de tudo o que se está a passar.
Eu a pedir imperiais no Hospital!!!
Então não, era já a seguir!!!
Almocei tranquilamente no meio de vários estudantes, não sei se de Medicina, se de Enfermagem, voltei para junto da minha mãe e só tinha vontade de rir destas cenas.
Isto só comigo...

terça-feira, 7 de agosto de 2018

"Robert Redford anunciou o fim da sua carreira como ator aos 81 anos."

Não posso crer que Robert Redford já tem 81 anos mas também, que idade poderia ter, não é...
Ao ler as notícias da manhã deparo-me com este artigo que dá conta do final da carreira de ator de Robert Redford e lembrei-me logo de um dos filmes de que gostei mais ao longo da minha parca vida cinematográfica: "Out of Africa".
Vi o filme pela primeira vez quando ainda era uma miúda que nada entendia da vida.
Vi mais tarde e fui vendo até chegar o dia em que pensei que gostaria de ir a África por causa do filme e outras coisas mais...
Nunca me esqueci da célebre frase "I had a farm in Africa (...)"... e eu, ainda que nunca tivesse tido uma farm in Africa, nem os meus pais e sem ter qualquer ligação a África, o filme sempre despertou em mim um sentimento de liberdade, de força de vontade e de resiliência que perduraram ao longo do tempo.
O espaço infinito, o Sol, as cores, os aromas que não senti, o romantismo, o poder escrever e imaginar histórias, fizeram-me também imaginar que podia fechar os olhos e sentir tudo isto, só por ver um filme e ouvir a sua banda sonora.
Espero, muito sinceramente, também um dia qualquer da minha vida sobrevoar ou ir a África nem que seja em sonhos...