Já gostava da música mas não tinha visto a série de que tanto se ouve falar: La Casa de Papel.
Vi três episódios de seguida e confesso que estou a gostar muito.
Afinal não era só um "cliché", a série é realmente interessante pelo que vou continuar a ver.
Podia ser o nome de uma qualquer série mas no caso, não é.
Decidi dar uma segunda oportunidade à série que me tinha feito adormecer a meio do segundo episódio: Russian Doll e voltei a ver a série a partir do momento em que tinha adormecido.
Assim sendo, acabei por ver toda a série de seguida, já que cada episódio tem apenas cerca de 25 minutos e porque fiquei curiosa.
O enredo foi ficando mais denso e começou a despertar alguma curiosidade já que novos factos e personagens começaram a surgir, ainda que a personagem principal fosse irritante quando não largava os cigarros e os tinha constantemente na boca, enfim...
Contudo, o final, ainda que quase emocionante, não o chegou a ser. Não sei porquê mas esperava algo mais impactante e original.
Ainda assim, foi melhor do que esperava e desta vez a série não me deu sono.
Para já, há apenas a Temporada 1, vamos ver se surgirá a Temporada 2.
Comecei a ver a série Stranger Things, por curiosidade e, neste caso, em conjunto com o meu filho porque parece que falam da série num jogo e porque os "famosos youtubers" (?...) também a mencionaram nalgum momento.
Posto isto, fiquei algo céptica mas... acedi a ver o primeiro episódio porque me apercebi que tinha dois atores de quem me lembro de ver noutros filmes e que fazem parte do meu imaginário cinematográfico: Winona Ryder e Matthew Modine. Ah, e bicicletas também... E porque se passa em 1983...
Vai daí que afinal até gostei do que vi e agora estou entusiasmada e intrigada a ver a série, já vou no quarto episódio e as coisas estranhas acontecem mesmo e deixam-nos a pensar no que se passará ali.
De qualquer forma, foi impossível não reparar na passagem do tempo sobre a Winona Ryder e o Matthew Modine.
Vou continuar a ver a série mas vejam as fotos para descobrir as diferenças.
Let's look at the trailer:
A Winona Rider na (presente) série, "Stranger Things":
A Winona como me lembro (ou lembrava) dela:
No filme "Eduardo Mãos de Tesoura":
No filme "Alien":
O Matthew Modine na (presente) série, "Stranger Things":
O Matthew Modine como me lembrava dele, no filme "Viúva, mas não muito - Married to the Mob":
Enfim, isto do tempo a passar, também é uma coisa estranha...
Estava eu toda entusiasmada a ver a série Bron: A Ponte, pois eis senão quando que a série sai de cartaz e como não me apercebi de aviso algum, fiquei furiosa!!!
Quer dizer, fiquei pelos 8 episódios e sem saber quem era o criminoso, para além de a série e o seu enredo serem deveras empolgantes, tendo até alguns pequenos momentos de humor, mas daqueles que nem toda a gente deve "apanhar"...
O episódio é de 2011 e eu trouxe a cama em 2018 mas, sendo a série sueca, está-se mesmo a ver que tudo aquilo que está nas casas dos personagens é do IKEA...
Enfim...
Espero que a série volte ao catálogo da Netflix...
É que há uma outra série que começou a dar agora, e que é já de 2019, em que vi o primeiro episódio e adormeci a meio do segundo: A Boneca Russa... mas vou tentar ver mais um episódio, ou outro, para me certificar de que vale a pena ver, ou não.
E não é que a personagem principal é só tal e qual a cara da minha cabeleireira? Tenho que "me meter com ela" e falar nisto.
É que para além de mim, o meu filho achou o mesmo...
E vão 4 episódios duma série que comecei a ver e que me parece ser excelente: Bron: A Ponte.
Trata-se duma série sueca que se passa entre a Suécia e a Dinamarca ou um dos crimes não tivesse ocorrido na ponte que separa, precisamente, os dois países: a Ponte de Oresund. Esta ponte liga Copenhaga, na Dinamarca, à cidade sueca de Malmöe e, nos "entretantos", até fiquei com vontade de conhecer tudo aquilo.
Mas adiante, como estava a dizer, trata-se duma série sueca que estreou em 2011 e da qual nunca tinha ouvido falar pelo que espero agora recuperar o tempo perdido. Apetecia-me ver algo diferente e como, até ver, gostei dos filmes e séries suecos ou 'meio' suecos que vi, decidi-me agora por ver Bron: A Ponte.
The Hundred Code também é uma série que se passa maioritariamente na Suécia e foi deveras interessante, já para não falar nos filmes Millennium que se baseiam em obras dum jornalista sueco, Stieg Larsson.
A língua sueca é tão estranha que parece que se entranha e dá vontade de tentar repetir os sons quase inexplicáveis de quem vai falando. Vamos ver... e ouvir...
Claro que com o passar dos episódios vamos sendo surpreendidos e queremos sempre saber mais e perceber o que se passou e o motivo disto e daquilo mas dei por mim a desejar que aquilo tudo "andasse mais depressa"...
De qualquer forma, se vier a temporada três, lá estarei para a ver. Espero que consiga surpreender novamente.
Vi os oito episódios da primeira temporada da série "The Sinner" e fiquei deveras surpreendida.
Há algum tempo que nenhuma série me cativava ou fazia ficar a pensar no que se teria passado ou a querer saber mais.
Neste caso, o inesperado e pouco provável fez parte de todos os episódios em que se tem que estar com atenção por causa da ação que se passa no presente mas que leva inúmeras vezes ao passado.
As interpretações de Jessica Biel e dum ator de quem já mal me lembrava, Bill Pullman, foram intrigantes, intensas, quase sedutoras e complexas.
Quão fascinante é percorrer as entranhas do cérebro e das memórias...
Não posso crer que Robert Redford já tem 81 anos mas também, que idade poderia ter, não é... Ao ler as notícias da manhã deparo-me com este artigo que dá conta do final da carreira de ator de Robert Redford e lembrei-me logo de um dos filmes de que gostei mais ao longo da minha parca vida cinematográfica: "Out of Africa". Vi o filme pela primeira vez quando ainda era uma miúda que nada entendia da vida. Vi mais tarde e fui vendo até chegar o dia em que pensei que gostaria de ir a África por causa do filme e outras coisas mais...
Nunca me esqueci da célebre frase "I had a farm in Africa (...)"... e eu, ainda que nunca tivesse tido uma farm in Africa, nem os meus pais e sem ter qualquer ligação a África, o filme sempre despertou em mim um sentimento de liberdade, de força de vontade e de resiliência que perduraram ao longo do tempo.
O espaço infinito, o Sol, as cores, os aromas que não senti, o romantismo, o poder escrever e imaginar histórias, fizeram-me também imaginar que podia fechar os olhos e sentir tudo isto, só por ver um filme e ouvir a sua banda sonora.
Espero, muito sinceramente, também um dia qualquer da minha vida sobrevoar ou ir a África nem que seja em sonhos...
Há sempre uma primeira vez para tudo e vai daí que a primeira vez que adormeci no cinema aconteceu neste fim-de-semana, com este filme: "Plano de Fuga 2: Hades".
É que nem quero saber qual foi o primeiro plano de fuga, se é que existiu, já que este é, pelos vistos, o segundo plano!
Tudo no filme soava a algo falso e a 'cliché', e o Stallone no papel de guru ou mentor de qualquer coisa fica algo... falso, lá está, para não dizer estranho.
O senhor (Stallone) está bastante envelhecido mas isso faz parte da vida e do passar de anos, também pelos atores e atrizes, e é algo com que me deparo e no qual penso frequentemente, mas a maquilhagem estava tão carregada que acentuava ainda mais as rugas na cara que ficavam também com um ar... falso...
Supostamente é um filme de ação mas a mim fez-me bocejar e para o fim, adormeci, tal era o entusiasmo e interesse com que estava a ver o filme. Se calhar foi por isso que a sessão da meia-noite estava vazia. Na sala estávamos apenas nós, eu, o filhote e o P.
O filhote gostou do filme mas eu... eu adormeci...
Antes deste filme, tinha visto o "Sicario: Guerra de Cartéis" e tenho um post agendado sobre esse filme que é excelente.
É só que este marcou pela negativa, mas que grande seca de filme!
Desta vez não tenho muito a dizer sobre o filme que vi na semana passada, o Ocean's 8.
Quer dizer, também "não sou obrigada" a ter algo a dizer mas, como já deve ter dado para reparar aqui pelo blog, gosto de escrever um bocadinho sobre os filmes que vou vendo...
Não é que não tenha gostado, até gostei bastante mas... não há muito para refletir, pensar ou opinar... É um filme leve e divertido, com cores e algumas músicas engraçadas, para além das oito atrizes que fazem parte do golpe e em que também algumas são engraçadas e outras, nem por isso...
Quanto a mim, fiquei surpreendida por descobrir que a Sandra Bullock já tem 54 anos e que a Cate Blanchett está a um ano de completar os 50.
De qualquer forma, pareceram-me "ambas as duas" elegantes e em forma e achei a Cate muito engraçada com o visual que tem no filme. O corte e a cor do cabelo, e as roupas, para além do vozeirão, compõem uma Cate, ou um personagem, forte e interessante.
Sendo assim, não me ocorre mais nada para dizer...
:D
À Deriva - Adrift (2018) é um filme baseado em factos verídicos que ocorreram em 1983.
Confesso que nunca tinha ouvido falar desta história, ou do filme e que não tinha prestado muita atenção ao cartaz quando o vi exposto no cinema onde é costume ir.
Vai daí que por insistência do P. lá fomos e saí de lá com muitos pensamentos e 'dissertações mentais' sobre o filme e a vida...
Achava que era mais um filme sobre naufrágios ou tempestades, como aqueles filmes com vulcões, mais tempestades, maremotos, terramotos e tantos outros fenómenos da natureza que não se conseguem controlar, mas afinal foi uma boa surpresa.
Ainda que existam uma tempestade e um naufrágio no filme, o facto do filme se passar no presente que alterna com o passado faz-nos ficar sempre a pensar no que vai acontecer a seguir e como é possível ter-se tanta força e resiliência quando se trata de... sobreviver...
No final então, senti-me mesmo surpreendida ainda que "desconfiasse" do que se estava a passar.
Quando começa uma parte do filme em modo narrativa, e surgem as pessoas em quem o filme se inspirou, senti-me a 'quebrar' e a ficar emocionada com o filme, apesar dos ruídos de algumas pessoas irritantes que se encontravam também a assistir, é que não paravam quietas e não se calavam. Será que esta gente não sabe estar numa sala de cinema?!
Mas adiante.
Vale muito a pena ver este filme e fazer e lutar por aquilo de que gostamos.
E nunca desistir...
A necessidade leva-nos ao limite...
O que é afinal a vida, a eterna pergunta, e o que vale a pena fazer, seguir ou sonhar.
Dei por mim a pensar como irei aguentar mais 20 anos de papéis, teclados e burocracias.
Não sei mas... é a vida...
Foto dos 'verdadeiros' heróis do filme, em quem a história foi inspirada:
Tami Oldham Ashcraft and Richard Sharp.
Let's look at the Trailer: À DERIVA | Trailer Oficial Legendado (Portugal)
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Voltei a ouvir esta música num filme visto recentemente no cinema, A Quiet Place, mas depressa me ficou no ouvido, como que tendo algo de encantador. Puxei pela memória e na verdade já a conhecia doutro filme - Eat Pray Love - e por isso não me era completamente estranha. Nessa mesma noite ouvi-a em modo 'loop' e continua a ser agradável de ouvir. Fica o 'registo'...
= Neil Young - Harvest Moon =
Come a little bit closer Hear what I have to say Just like children sleepin' We could dream this night away.
But there's a full moon risin' Let's go dancin' in the light We know where the music's playin' Let's go out and feel the night.
Because I'm still in love with you I want to see you dance again Because I'm still in love with you On this harvest moon.
When we were strangers I watched you from afar When we were lovers I loved you with all my heart.
But now it's gettin' late And the moon is climbin' high I want to celebrate See it shinin' in your eye.
Because I'm still in love with you I want to see you dance again Because I'm still in love with you On this harvest moon
Because I'm still in love with you I want to see you dance again Because I'm still in love with you On this harvest moon
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Oh, faz lembrar os anos 80 mas foi feita recentemente...
Lembra a Lena d' Água misturada com a Cindy Lauper. Não que gostasse muito, ou pouco, da Lena d' Água...
Bem, desta feita mais um filme e desta vez o filhote também foi connosco.
E vai daí que fomos ver o Tomb Raider mas tenho a dizer que estou em crer que prefiro a Angelina Jolie no papel de Lara Croft... Não sei, não sou gajo, mas... a Angelina tem todo um outro carisma que esta... jovem... não me parece ter...
Ainda assim, acho que a parte de que gostei mais no filme foi a inicial pois a Miss Lara pedala pela cidade e às tantas está metida numa espécie de corrida, ou competição, num género que nunca tinha ouvido falar, que é uma data de malta a pedalar atrás duma pessoa, uma "raposa" - e daí levar uma espécie de cauda de raposa pendurada na bicicleta, que por sua vez leva um balde de tinta que vai marcando o percurso feito.
Claro está que esta "raposa" tem que ser apanhada e ganhará um prémio monetário se ninguém a conseguir apanhar.
Só sei que a rapidez e a destreza da Miss Lara a pedalar pela cidade, contornando obstáculos, saltando para e sobre carros, despistando tudo e todos, fez-me rir porque se fosse eu, era apanhada ao virar da esquina.
Fiquei impressionada e pensei que também gostaria de ser assim, ágil e ultra rápida a pedalar... Enfim...
Já o resto do filme... Foi engraçado mas... nada que não se tenha visto antes ou esperado dum filme como este.
Estas gajas do cinema pá, sempre mega e ultra magras, e já quase todas com idade para serem minhas quase filhas...
Sinto-me a ficar mas é velha e a... ganhar peso...
Pois é, neste fim de semana não houve bicicleta por causa da imensa ventania e do frio mas houve cinema e foi bem engraçado.
O filme que vi foi A Agente Vermelha ou Red Sparrow no original e ainda que tenha alguns 'clichés' políticos e cinematográficos, é muito agradável de se ver e de pensar no que vai acontecer a seguir.
Claro que também gostei da parte cor-de-rosa do filme que foram as roupas e os cabelos da personagem principal, Dominika Egorova. Bom, e talvez do peso, ou da magreza, e da sua suposta força e determinação...
Fiquei admirada com o envelhecimento do Jeremy Irons mas também já conta com 70 anos, o que se poderia esperar...?
Também dei de caras com uma atriz que conhecia duma série que vi em tempos, Nip Tuck, e que fazia de mãe da Dominika, enfim, o tempo não deixa mesmo ninguém escapar...
Ainda comemos pipocas, mas sem incomodar os outros, é que assim de repente havia pessoas, vulgo jovens senhoras, que tinham as suas pernas e pés esparramados e esticados sobre as cadeiras da fila que estava à sua frente, e no intervalo e no fim do filme, dá ideia de que todas as suas pipocas estavam caídas no chão... Portanto, foi a junção de maus modos, falta de educação e ainda duma espécie de javardice pegada...
Como é possível estar-se no cinema como se se estivesse em casa, ou pior ainda, sem quaisquer modos ou educação...
Que grosseiro, ou... que grosseiras... lá feias e porcas eram, e se calhar têm a mania que são... más...
Em 1986 fiz 12 anos em julho e recordo-me bem da minha vida nessa altura e por isso foi com alguma curiosidade e expetativa que vi o início da série "1986", de Nuno Markl, que começou nesta terça-feira na RTP1.
A série começa em janeiro de 1986 aquando das eleições presidenciais em que concorriam Mário Soares e Freitas do Amaral e não é que me lembro tão bem disto? Lembro-me do que o meu pai dizia também, que foi tal e qual o que aparece na série numa das personagens e que me fez sorrir: que o voto no Soares era necessário para não deixar a direita ganhar.
Ao ouvir aquela personagem a falar com o filho, estava como que a ouvir o meu pai. A conversa era (foi) exatamente a mesma...!
E depois tudo o resto, as roupas, as músicas, os video-clubes da altura. O que me ri com a menção às penalizações por não se rebobinarem as cassetes com os filmes, isso é que era um verdadeiro drama...
Era mesmo assim, juntávamos-nos em casa uns dos outros para alugar e ver filmes.
E os grupos e estilos: os metálicos, os betinhos, os 'nerds' e por aí fora... Já nem me lembrava dos metálicos que eram tantos na altura...
Fartei-me de rir com o 'aparecimento' da música "Tarzan Boy" e com o 'ralhanço' do pai a dizer: "Que sanfona!!!". E é (era) mesmo!!!
Belos tempos...
Já programei a box para gravar a série porque só me ocorre dizer algo tão banal como: "É tal e qual", ou melhor, "Era tal e qual assim...".
Ri, sorri e fiquei nostálgica... Fiquei com saudades de mim naquela idade, daqueles tempos felizes que tinha ao andar na Escola e com os meus pais... São momentos e sentimentos que não voltam mais...
Tem piada que a série inicia-se num momento temporal em que eu tinha precisamente a idade que o meu filho tem agora: 11 anos e picos...
É provável que o tenha feito nos idos vinte e tal anos mas na minha vida mais recente, nos trintas e nos quarentas, não me recordo de o ter feito...
E vai daí que ontem foi o dia.
Dia de assistir a mais um filme da saga Star Wars: "Star Wars: Episódio VIII - Os Últimos Jedi" e também gostei mais do filme do que estava à espera...
Vimos o filme de forma tranquila.
Não sei bem que mais poderei dizer pois não sou uma fã ou seguidora acérrima da saga mas a verdade é que o filme conseguiu cativar-me e prender ao ecrã.
Mais uma vez, o envelhecimento de alguns intérpretes e personagens, salta à vista...