quarta-feira, 18 de julho de 2018

Só para "assinalar"...

A escrita neste blog tem sido algo 'fraquita' pelo que fica este 'post' em género memória futura com uma singela foto do singelo bolo do meu aniversário.
Não pensei em nada de especial e não ligo muito aos bolos de aniversário pelo que este singelo bolo bolacha foi apenas um pretexto para ter um sítio onde colocar as velas e ouvir cantar os parabéns à minha pessoa...
Para além das velas, queria também uns balões daqueles metálicos mas, estranhamente, havia todos os números exceto o 4...
Até pensei que era um programa de apanhados, mas não. Não havia nem um 4 e fiquei muito triste com isso. Já tinha planos para fotos com os ditos balões e assim sendo, nada feito...
Acho que me repito todos os anos mas não acredito que fiz ontem 44 anos...
O tempo passa a uma velocidade galopante e não me sinto nada com... 44 anos...
O dia foi muito preenchido e passado com a melhor companhia do mundo.
Passeei pelo Oeste nublado e pela 'minha' Lisboa ensolarada, e em comum apenas o vento que se fazia sentir...
Adoro Lisboa, adoro lá ir, revisitar alguns sítios e conhecer outros de novo, dar de caras com o movimento e o frenesim duma cidade que parece ser cada vez mais turística mas... o meu coração bate forte sempre que por lá ando.
Ainda que adore viver na tranquilidade cheia de vantagens do Oeste, é Lisboa que trago no coração.
Bom, 44 já cá cantam.
Siga!


segunda-feira, 9 de julho de 2018

A primeira vez que adormeci no cinema

Há sempre uma primeira vez para tudo e vai daí que a primeira vez que adormeci no cinema aconteceu neste fim-de-semana, com este filme: "Plano de Fuga 2: Hades".
É que nem quero saber qual foi o primeiro plano de fuga, se é que existiu, já que este é, pelos vistos, o segundo plano!
Tudo no filme soava a algo falso e a 'cliché', e o Stallone no papel de guru ou mentor de qualquer coisa fica algo... falso, lá está, para não dizer estranho.
O senhor (Stallone) está bastante envelhecido mas isso faz parte da vida e do passar de anos, também pelos atores e atrizes, e é algo com que me deparo e no qual penso frequentemente, mas a maquilhagem estava tão carregada que acentuava ainda mais as rugas na cara que ficavam também com um ar... falso...
Supostamente é um filme de ação mas a mim fez-me bocejar e para o fim, adormeci, tal era o entusiasmo e interesse com que estava a ver o filme.
Se calhar foi por isso que a sessão da meia-noite estava vazia. Na sala estávamos apenas nós, eu, o filhote e o P.
O filhote gostou do filme mas eu... eu adormeci...
Antes deste filme, tinha visto o "Sicario: Guerra de Cartéis" e tenho um post agendado sobre esse filme que é excelente.
É só que este marcou pela negativa, mas que grande seca de filme!





Let's look at the Trailer...

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Algo novo e de que não falei...

Há algo novo nas minhas rotinas e de que não falei que é o facto de me deslocar para o trabalho a pedalar.
Até aqui, nada de novo porque é algo que já aconteceu antes, fosse nas férias escolares do filhote, fosse porque tinha o carro avariado.
A diferença é que não o tenho feito na minha bicicleta de BTT em que tinha que calçar sapatos de encaixe e trazer outro calçado na mochila e em que chegava um pouco transpirada ao trabalho.
Há cerca de um mês que o tenho feito numa bicicleta elétrica, mais ou menos duas ou três vezes por semana.
Estava algo reticente por achar que não tinha que fazer nada numa bicicleta destas mas não é bem assim. O motor da bicicleta dá apoio à pedalada mas temos que o fazer sempre porque senão a bicicleta deixa de andar, e por isso decidi meter-me nesta aventura.
Bem sei que grande parte das pessoas acha que uma e-bike é apenas para pessoas mais velhas ou preguiçosas, eu se calhar também pensava assim, mas depois de um uso frequente, constato que temos que pedalar, ainda que com uma ajuda que dá muito jeito nas subidas, temos que fazer força e que, afinal, também transpiro um bocadinho...
Gasto calorias a pedalar para o trabalho mas o melhor disto tudo é que posso ir vestida com a minha roupa e calçado "normal" do dia à dia, levo as minhas coisas, e num instante estou no trabalho ou em casa.
Sabe bem o facto de ir a apanhar ar, vento e sol enquanto pedalo e por isso chego ao trabalho com outro ânimo.
O único senão até agora é o facto de a pedalar a direito a bicicleta não ter mudanças e eu não poder acelerar muito mais para além dos 25/27 km/hora, o que se torna frustrante porque tinha (tenho) força para mais...
Sem suspensão, a bicicleta é muito sensível em desníveis ou falhas no alcatrão e por isso levanto o rabo do selim.
Esta minha experiência na estrada tem corrido bem e os únicos "problemas" que tive, foram, estranhamente, com dois ciclistas com bicicletas de estrada... Fizeram-me razias e atravessaram-se no meu caminho como nenhum carro (ainda o) fez...
Acho divertido vir a pedalar para o trabalho e fico mais parecida com a primeira foto que aqui deixo,  pelo modelo da bicicleta e do capacete.
Comecei a achar piada a esta espécie de "urban style" a pedalar no dia à dia mas não pedalo sem capacete.
Não sei se o conseguiria fazer em Lisboa pois aqui no Oeste o trânsito e as "condições" são outras...
Nalguns dias sinto-me algo 'doida' porque não há assim tanta gente nestes 'preparos' por aí, se calhar noutros países isto já é normal e faz parte do quotidiano mas por aqui, acho que nem por isso.
Os hábitos e rotinas estão a mudar mas é algo que ainda não é usual e por isso noto alguns olhares, de estranheza, quando passo a pedalar...


(fotos via Pinterest)



terça-feira, 3 de julho de 2018

Desta feita, nada a dizer, sem pipocas

Desta vez não tenho muito a dizer sobre o filme que vi na semana passada, o Ocean's 8.
Quer dizer, também "não sou obrigada" a ter algo a dizer mas, como já deve ter dado para reparar aqui pelo blog, gosto de escrever um bocadinho sobre os filmes que vou vendo...
Não é que não tenha gostado, até gostei bastante mas... não há muito para refletir, pensar ou opinar... É um filme leve e divertido, com cores e algumas músicas engraçadas, para além das oito atrizes que fazem parte do golpe e em que também algumas são engraçadas e outras, nem por isso...
Quanto a mim, fiquei surpreendida por descobrir que a Sandra Bullock já tem 54 anos e que a Cate Blanchett está a um ano de completar os 50.
De qualquer forma, pareceram-me "ambas as duas" elegantes e em forma e achei a Cate muito engraçada com o visual que tem no filme. O corte e a cor do cabelo, e as roupas, para além do vozeirão, compõem uma Cate, ou um personagem, forte e interessante.
Sendo assim, não me ocorre mais nada para dizer...
:D


Let's look at the trailer:








quinta-feira, 21 de junho de 2018

Mais um filme, cheio de maresia.

À Deriva - Adrift (2018) é um filme baseado em factos verídicos que ocorreram em 1983.
Confesso que nunca tinha ouvido falar desta história, ou do filme e que não tinha prestado muita atenção ao cartaz quando o vi exposto no cinema onde é costume ir.
Vai daí que por insistência do P. lá fomos e saí de lá com muitos pensamentos e 'dissertações mentais' sobre o filme e a vida...
Achava que era mais um filme sobre naufrágios ou tempestades, como aqueles filmes com vulcões, mais tempestades, maremotos, terramotos e tantos outros fenómenos da natureza que não se conseguem controlar, mas afinal foi uma boa surpresa.
Ainda que existam uma tempestade e um naufrágio no filme, o facto do filme se passar no presente que alterna com o passado faz-nos ficar sempre a pensar no que vai acontecer a seguir e como é possível ter-se tanta força e resiliência quando se trata de... sobreviver...
No final então, senti-me mesmo surpreendida ainda que "desconfiasse" do que se estava a passar.
Quando começa uma parte do filme em modo narrativa, e surgem as pessoas em quem o filme se inspirou, senti-me a 'quebrar' e a ficar emocionada com o filme, apesar dos ruídos de algumas pessoas irritantes que se encontravam também a assistir, é que não paravam quietas e não se calavam. Será que esta gente não sabe estar numa sala de cinema?!
Mas adiante.
Vale muito a pena ver este filme e fazer e lutar por aquilo de que gostamos.
E nunca desistir...
A necessidade leva-nos ao limite...
O que é afinal a vida, a eterna pergunta, e o que vale a pena fazer, seguir ou sonhar.
Dei por mim a pensar como irei aguentar mais 20 anos de papéis, teclados e burocracias.
Não sei mas... é a vida...






Foto dos 'verdadeiros' heróis do filme, em quem a história foi inspirada: 
Tami Oldham Ashcraft and Richard Sharp.


Let's look at the Trailer: À DERIVA | Trailer Oficial Legendado (Portugal)

 

quarta-feira, 20 de junho de 2018

A perfeita anormal

A perfeita anormal devo ser eu porque, muito honestamente, não consigo vibrar com o futebol...
Desde miúda que nunca liguei ao futebol, aos jogadores e por aí fora.
Nunca me babei ou suspirei por jogadores de futebol, fosse na adolescência, em adulta ou agora que começo a ficar cota.
Lembro-me conhecer raparigas que algures entre os 17/18 anos e os 23/25 anos, iam assistir a treinos de futebol e eu pensava: mas que perda de tempo ou a variante "que seca, tenho mais que fazer"...
E vai daí que acompanho o meu filho nos treinos e jogos de futebol, desde os 4 anos, mas com o seu crescimento passei a assistir só aos jogos e mesmo assim, às vezes não percebo nada do que se está a passar, para além do óbvio.
Sendo assim, é com espanto e sentido-me uma perfeita anormal, que dou por mim a não vibrar, a não colocar cachecóis e bandeiras dentro e fora de casa, a não atualizar a minha foto do Facebook com motivos nacionais ou clubísticos, não faço patuscadas em casa, nem vejo televisão ou bebo cervejas enquanto decorrem jogos de futebol, da equipa de que "sou" ou da seleção nacional.
A sério, podem até ameaçar-me ou chamar-me parva mas não consigo mesmo sentir seja o que for por um jogo de futebol.
Quando vejo reportagens na televisão com as pessoas todas entusiasmadas, pintadas, a rir, eufóricas, aos saltos, a buzinar os carros, e a fazerem muitas outras coisas, é com estranheza que olho para aquilo tudo porque me sinto completamente imune e indiferente ao mundo futebolístico.
Talvez tenha vindo doutro planeta ou aterrado há pouco tempo e não me lembre mas o futebol não me faz sentir nada.
Há dois anos fui ver um jogo no estádio do 'meu' clube (Sporting), pela primeira vez, e aí sim, achei piada e vibrei mas mais pela massa humana e por todo aquele fenómeno do que propriamente pelo jogo em si.
Se repetiria? Sim, claro, não sou tacanha e fechada ao ponto de me recusar a ir um estádio ou a ver um jogo em que não entre o meu filho mas esta loucura com jogos, mundiais e campeonatos, não é para mim...

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Como já passou um ano...

Dou conta que há um ano atrás andava por Veneza.
Realmente, passa tudo a correr...
Há um ano andava a calcorrear Veneza com Sol e bom tempo e agora aqui estou, com chuva, mau tempo e pelo Oeste...
Ainda que tenha partilhado algumas fotos aqui no blog e outras tantas no Facebook, há muitas mais fotografias que não partilhei em lado nenhum e hoje apeteceu-me fazer uma espécie de "colectânea resumo" referente ao que por lá se comia, e bebia.
Também não está aqui tudo mas deixo algumas fotos do café, de montras, de pizzas e de alguns petiscos que por lá se provaram. A fotografia dum gelado não ficou nada de jeito, com grande pena minha...
Todas estas fotos foram tiradas por mim e não têm qualquer filtro ou tratamento. 
Reduzi o seu tamanho para não ficarem muito 'pesadas' aqui no 'post'.
Como é bom recordar...




Neste caso, o prato também era comestível e de facto, foi todo à vida...