segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Por estes dias acabei de ver La Casa de Papel e o final da segunda temporada é assim algo de espetacular.
Emocionou, surpreendeu e o final do último episódio parece uma breve incursão no filme "Comer, Orar, Amar"...
Foi muito bom o final da Temporada 2 e toda a série.
Agora só não sei como é que uma terceira temporada poderá surpreender e trazer algo de novo ao que ficou para trás...
Veremos...




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Esperança e não tanta Saudade.

Estou em crer que, pela primeira vez, sinto uma enorme esperança inexplicável nisto de fazer 6 anos que o meu pai partiu.
Se calhar, não me expliquei bem pois saudades sinto sempre, mais nuns momentos do que noutros mas desta vez, sinto algo diferente e nem sei explicar bem o quê.
A vida é um sopro e acho que pela primeira vez sinto algo diferente quando penso que foi neste dia, há 6 anos, que o meu pai decidiu partir.
Assim é a vida e acredito que o meu pai está por aí a dar-me força e inspiração.
Acredito mesmo.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Já gostava da música...

Já gostava da música mas não tinha visto a série de que tanto se ouve falar: La Casa de Papel.
Vi três episódios de seguida e confesso que estou a gostar muito.
Afinal não era só um "cliché", a série é realmente interessante pelo que vou continuar a ver.








segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Segunda oportunidade

Podia ser o nome de uma qualquer série mas no caso, não é.
Decidi dar uma segunda oportunidade à série que me tinha feito adormecer a meio do segundo episódio: Russian Doll e voltei a ver a série a partir do momento em que tinha adormecido.
Assim sendo, acabei por ver toda a série de seguida, já que cada episódio tem apenas cerca de 25 minutos e porque fiquei curiosa.
O enredo foi ficando mais denso e começou a despertar alguma curiosidade já que novos factos e personagens começaram a surgir, ainda que a personagem principal fosse irritante quando não largava os cigarros e os tinha constantemente na boca, enfim...
Contudo, o final, ainda que quase emocionante, não o chegou a ser. Não sei porquê mas esperava algo mais impactante e original.
Ainda assim, foi melhor do que esperava e desta vez a série não me deu sono.
Para já, há apenas a Temporada 1, vamos ver se surgirá a Temporada 2.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Só para não esquecer, dos penteados, claro.

Ao ler este artigo dei conta de que, realmente, há mais penteados do que se pode imaginar para se poder fazer desporto à vontade.
Como tenho o cabelo médio/longo, não suporto estar a exercitar-me com cabelos a mexer ou a caírem na cara pelo que no ginásio opto pelo famoso rabo-de-cavalo ou, de forma mais frequente, por uma trança, mais ou menos como está na primeira foto.
E, sinceramente, não consigo entender quem faz exercício com os cabelos todos caídos enquanto se transpira mais que sei lá o quê e que interferem na visão, no à vontade e na liberdade dos movimentos. E eu sou pessoa que não gosto nada de me ver com o cabelo apanhado, enfim...
De resto, realmente, o que é preciso é imaginação e algum jeito pelo que deixo as fotos dos penteados, que constavam no artigo, de que mais gostei e que pondero vir a fazer ou usar enquanto me exercito.







quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Também gostava...

Também gostava que a série "Perdidos - Lost" voltasse e parece que há mais quem pense no mesmo, e ainda bem.
No início de fevereiro, a nova presidente da ABC manifestou essa vontade e espero sinceramente que tal se concretize.
Vi as seis temporadas e foi uma série que marcou.
Espero que volte, e depressa.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Stranger Things: a série e o tempo a passar...

Comecei a ver a série Stranger Things, por curiosidade e, neste caso, em conjunto com o meu filho porque parece que falam da série num jogo e porque os "famosos youtubers" (?...) também a mencionaram nalgum momento.
Posto isto, fiquei algo céptica mas... acedi a ver o primeiro episódio porque me apercebi que tinha dois atores de quem me lembro de ver noutros filmes e que fazem parte do meu imaginário cinematográfico: Winona RyderMatthew Modine. Ah, e bicicletas também... E porque se passa em 1983...
Vai daí que afinal até gostei do que vi e agora estou entusiasmada e intrigada a ver a série, já vou no quarto episódio e as coisas estranhas acontecem mesmo e deixam-nos a pensar no que se passará ali.
De qualquer forma, foi impossível não reparar na passagem do tempo sobre a Winona Ryder e o Matthew Modine.
Vou continuar a ver a série mas vejam as fotos para descobrir as diferenças.



Let's look at the trailer:


  
A Winona Rider na (presente) série, "Stranger Things":


A Winona como me lembro (ou lembrava) dela:

No filme "Eduardo Mãos de Tesoura":


No filme "Alien":



O Matthew Modine na (presente) série, "Stranger Things":


O Matthew Modine como me lembrava dele, no filme "Viúva, mas não muito - Married to the Mob":



Enfim, isto do tempo a passar, também é uma coisa estranha...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Foram 8 e agora parece-me muito mal!

Estava eu toda entusiasmada a ver a série Bron: A Ponte, pois eis senão quando que a série sai de cartaz e como não me apercebi de aviso algum, fiquei furiosa!!!
Quer dizer, fiquei pelos 8 episódios e sem saber quem era o criminoso, para além de a série e o seu enredo serem deveras empolgantes, tendo até alguns pequenos momentos de humor, mas daqueles que nem toda a gente deve "apanhar"...
Para além de que a meio dum episódio qualquer abrem uma cama (de hóspedes), igualzinha a uma que tenho, do IKEA, é que foi tal e qual. 
O episódio é de 2011 e eu trouxe a cama em 2018 mas, sendo a série sueca, está-se mesmo a ver que tudo aquilo que está nas casas dos personagens é do IKEA...
Enfim...
Espero que a série volte ao catálogo da Netflix...
É que há uma outra série que começou a dar agora, e que é já de 2019, em que vi o primeiro episódio e adormeci a meio do segundo: A Boneca Russa... mas vou tentar ver mais um episódio, ou outro, para me certificar de que vale a pena ver, ou não.
E não é que a personagem principal é só tal e qual a cara da minha cabeleireira? Tenho que "me meter com ela" e falar nisto.
É que para além de mim, o meu filho achou o mesmo...



Let's look at the trailer:

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Dança, não comigo.

A vontade de experimentar coisas novas levou-me a uma aula de... dança...
Sempre gostei de sentir o ritmo da música e ainda que não me atrapalhe a dançar (casual e muito raramente, é certo... longe vão os tempos em que dançava a noite toda...), está visto que quando a coisa se torna mais séria, já não fico tão à vontade.
Na verdade, a partir de certa altura, o meu cérebro como que bloqueou os movimentos dos meus braços, pernas e pés e ainda que sentisse o ritmo da batida, o meu corpo deixou de acompanhar, na totalidade, a coreografia segmentada que se fazia.
Tornou-se difícil e desmotivador tentar acompanhar algo que não estava a conseguir.
A mistura de passos entre pernas, pés, braços e mãos complicou o meu 'complicómetro' interior e quando isso acontece, é difícil sair de lá.
Estava cheia de boa vontade e energia mas o atrofio nos passos dançantes fez-me querer sair dali, quiçá a dançar dali para fora.
Se não experimentasse, nunca saberia como poderia ter corrido.
Agora já sei e, estou em crer que não fui, afinal, feita para grandes danças.
É giro acompanhar e fazer um passo ou outro e tal e coiso, agora dançar de forma expressiva, desinibida e articular aquilo tudo, nááááá...
Prefiro voltar à bicicleta intensa do cycling e às aulas de força e tonificação que, por vezes, até incluem uns passos dançantes no início que chegam bem para colmatar esta vontade de dançar um bocadinho.
Não se pode ter jeito para tudo, não é.
Não sou de desistir mas neste caso, senti a experiência de estar para ali a dançar como algo quase estranho.
Portanto, a dança não é bem comigo.
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