terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Pensamentos recorrentes

Ultimamente, não sei porquê, dou por mim a pensar que o meu filho tem agora a idade que o mano tinha quando ele nasceu...
Sete, sete anos... Quer dizer, o mano tinha sete anos, quase oito, quando o filhote nasceu, mas agora quando olho para o meu filho e 'caio em mim' de que tem sete anos, não sei como é que o tempo passou tão depressa...
O mano tinha sete anos quando não desarredou pé da maternidade para estar com o irmão recém nascido e agora está da minha altura e tem catorze anos, quase quinze... É um adolescente tímido que já não liga a coisas de criança.
Ainda me lembro de nas férias ir sozinha com o meu enteado para a praia, antes de ser mãe, de pararmos no supermercado ao pé da praia para comprarmos Bollycaos e pacotes de leite com chocolate. Lembro-me tão bem do meu enteado ser tão pequeno e agora o meu filho também já está a passar pelas idades de que me lembro do seu mano.
Só não sei como é que o tempo passou tão depressa. Deve ser porque vem aí o Natal e a inspiração é pouca ou quase nenhuma, e este ano há menos uma pessoa presente, para além das que já se foram: o meu pai...
O meu filho tem sete anos e quer levar a PSP para a Escola e amua porque eu não o deixo levar e com a conversa, depressa lhe passa o amuo...
 

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