quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Pára, por favor

Queria pedir à minha cabecinha para parar, nomeadamente, de pensar. É que isso tem dias, como o de hoje, que quase me levo a mim própria à loucura! Não sei se é do pouco exercício que tenho feito nesta semana - uma mísera pedalada no domingo e uma mísera aula de cycling à hora de almoço - mas a verdade é que estou cá c'uma neura que vou'vos contar! Até eu estou com pouca paciência para mim mesma!
E sim, ontem era para ter ido correr mas logo eu que sou pouco dada a desculpas, achei que estava demasiado frio e vento. E já me bastava as dores no ombro e no braço que são agravadas com o tempo frio pois parece que sinto que o meu ombro e braço existem, ou melhor, parece que sinto a placa e os parafusinhos que lá estão dentro, tipo tudo a ranger com falta de óleo...
Quero ver se logo então é possível correr enquanto o filhote está numa de suas atividades. Ele pratica e a mãe corre... Vamos ver, não é, depende do estado do tempo... É que hoje ao almoço é capaz de não dar para ir ao ginásio.
Bom, apetece-me fugir!!! Fugir de mim e dos meus pensamentos angustiantes. Ando só a pensar que não tarda nada passaram 2 anos sobre a morte do meu pai, e 2 anos sobre a potente queda que dei da bicicleta. No fundo, é como se estivesse tudo à tona numa linha muito ténue...Vou ali bater com a cabeça nas paredes e na secretária e já volto, sim...



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