sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Dança, não comigo.

A vontade de experimentar coisas novas levou-me a uma aula de... dança...
Sempre gostei de sentir o ritmo da música e ainda que não me atrapalhe a dançar (casual e muito raramente, é certo... longe vão os tempos em que dançava a noite toda...), está visto que quando a coisa se torna mais séria, já não fico tão à vontade.
Na verdade, a partir de certa altura, o meu cérebro como que bloqueou os movimentos dos meus braços, pernas e pés e ainda que sentisse o ritmo da batida, o meu corpo deixou de acompanhar, na totalidade, a coreografia segmentada que se fazia.
Tornou-se difícil e desmotivador tentar acompanhar algo que não estava a conseguir.
A mistura de passos entre pernas, pés, braços e mãos complicou o meu 'complicómetro' interior e quando isso acontece, é difícil sair de lá.
Estava cheia de boa vontade e energia mas o atrofio nos passos dançantes fez-me querer sair dali, quiçá a dançar dali para fora.
Se não experimentasse, nunca saberia como poderia ter corrido.
Agora já sei e, estou em crer que não fui, afinal, feita para grandes danças.
É giro acompanhar e fazer um passo ou outro e tal e coiso, agora dançar de forma expressiva, desinibida e articular aquilo tudo, nááááá...
Prefiro voltar à bicicleta intensa do cycling e às aulas de força e tonificação que, por vezes, até incluem uns passos dançantes no início que chegam bem para colmatar esta vontade de dançar um bocadinho.
Não se pode ter jeito para tudo, não é.
Não sou de desistir mas neste caso, senti a experiência de estar para ali a dançar como algo quase estranho.
Portanto, a dança não é bem comigo.
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