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domingo, 7 de janeiro de 2018

Hoje foi dia de arrumar a árvore e os enfeites de Natal.
Pode parecer estranho mas gosto de arrumar tudo no dia de Reis ou lá perto e isso para mim simboliza o início duma nova etapa.
As festas acabaram, estamos num novo Ano e os dias começam, muito discretamente, a serem ligeiramente maiores...
O filhote ajudou-me nas arrumações e acabei a aspirar tudo novamente pois ontem já tinha sido dia de limpezas cá por casa.
Com o vento e o frio que está lá fora, resta-me ir fazer um chá quente que aconchega o corpo e a alma.
Desde que aderi a cozinhar numa placa de indução, há alguns meses, que cozinhar é tão mais simples e rápido...
O único senão é que a maior parte dos tachos, frigideiras e afins não estão preparados para a placa de indução e funcionam apenas nas placas de Vitrocerâmica... e isto encarece bastante o preço de tachos e companhia Lda...
Mas vale muito a pena. Estou uma fã acérrima da rapidez, funcionalidade, higiene e limpeza da placa de indução.
E do forno novo também... mas acho que está na hora do meu chá das 5...

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Já está ou tudo passa

São frases 'cliché' ou que se ouvem constantemente pela vida fora mas a verdade é que, realmente, já está, o Natal e Ano Novo já passaram e, como tal, tudo passa.
Passaram as festas, as férias, o andar para cá e para lá e num abrir e fechar de olhos, estamos, ou estou, em 2018...
Não tenho vindo muito aqui por alguma falta de vontade, de preguiça e duma inércia que se apoderou de mim que terei que contrariar neste novo ano.
Desta vez não fiz grandes planos ou estabeleci metas ou pedidos e desejos para 2018, ainda que tenha em mente algumas coisas essenciais que quero fazer, mudar, alterar, tentar e por aí fora.
Também não fiz grandes balanços ou comparações ainda que, inevitavelmente, pense que 2017 foi (muito) melhor do que 2016.
Ainda assim, 2017 foi o ano em que menos pedalei nestes últimos anos desde que... pedalo...
Hoje é o dia de regressar às rotinas e por isso ainda estou para aqui numa espécie de acordar e de aceitar que já não posso acordar tarde e de que o despertador voltou a tocar de manhã, que já não me posso virar para o lado e aninhar-me na cama e ficar a dormir mais um bocadinho.
O outro cliché é o de que o tempo passa a correr e que tudo passa realmente (muito) depressa.
Vai daí que o que se passa é que quero e vou vivendo os dias, as horas e os momentos.
E ainda que tenha alguns propósitos ou 'objetivos' ou que isto ou aquilo acontecesse ou mudasse, vou andando por aqui e o resto, logo se vê.
Feliz 2018.
The best is yet to come, tchim-tchim...



quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

O Natal e eu (post atrasado ou extemporâneo ou... qualquer coisa do género)

Nunca liguei muito ao Natal.
Desde criança que o associo a uma seca pegada ou não fossem as memórias dos meus Natais algo tão insípido como passar o serão da noite da consoada tão somente com os meus pais num sossego desmesurado.
Por vezes, o meu pai até adormecia antes da meia-noite e ali ficava eu com a minha mãe a ver televisão, a petiscar os inúmeros doces natalícios e a desejar que o tempo passasse para poder abrir as prendas que restavam debaixo do pinheiro de Natal.
Não sei se por minha causa mas a minha mãe nunca adormeceu na noite de Natal, ao contrário do meu pai que se estava positivamente a borrifar para a época e que adormecia em pé, ainda no corredor, a caminho do quarto. A propósito, acho que estou a ficar parecida com o meu pai nisso mas... adiante...
Por volta da meia-noite eu abria as prendas e a minha mãe ia fritar camarão à sua moda e era bem bom pois ainda hoje me delicio com este camarão frio, o pão, o molho, o pão no molho e por aí fora...
Bom, e vai daí que cresci e associei sempre a noite de Natal a um serão algo triste e solitário já que a nossa família éramos apenas nós, sem mais ninguém que viesse "da terra" ou sem irmos nós "à terra" que não tínhamos, pelo menos eu e o meu pai, já que a minha mãe também não tinha mais ninguém na sua... "terra"...
Depois cresci, construí a minha família, tive um filho, e durante uns anos os Natais até passaram a ser animados com mais gente, dos dois lados da família, o meu lado e a família do outro lado.
Mas até nisso as coisas se modificaram pois se durante alguns anos (poucos...) as noites de Natal até tinham "muita gente"), sem ninguém esperar, as pessoas que com quem passávamos a noite de Natal começaram a desaparecer.
A vida começou a levar aqueles de quem mais gostávamos, ou melhor, a morte levou-os...
E assim de repente, as noites de Natal voltaram a ser invadidas por alguma tristeza por não termos junto de nós aqueles que nos eram tão queridos.
De repente tinha o meu filho na noite de Natal mas já não tinha o meu pai.
E assim se passou o tempo, os anos e o Natal.
Até que chegou o meu primeiro Natal e a minha primeira passagem de ano enquanto mulher, pessoa e mãe divorciada.
E tudo mudou novamente.
A realidade que via nos outros passou a ser a minha.
Na noite de Natal tive o meu filho e a minha mãe comigo mas no dia de Natal não tive o meu filho durante a parte do dia que foi passada com o pai.
Na noite da passagem de Ano, pela primeira vez na minha vida, não tive o meu filho comigo. Desde que nasceu que nunca tinha passado uma passagem de ano sem o meu filho que esteve, desta vez, com o pai.
Assim é a vida, uma roda viva, de situações, momentos e pessoas.
Uma coisa é certa, o sentimento que me acompanha desde criança mantém-se: a noite de Natal é uma seca tremenda.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Resumo das férias e das festas...

Bom Ano :-)

O resumo das férias e das festas é: muito comer e pouco mexer...
Comi muito e mexi-me muito pouco nesta semana e pouco...
A última vez que fui ao ginásio foi para aí na terça-feira antes do Natal.
Ainda que de férias, pedalei pouco... muito pouco... A última vez que pedalei foi na terça-feira antes do Ano Novo...
Ou porque estava de chuva ou porque tinha coisas para fazer ou porque me rendi à lanzice na companhia de filhote e da família... Até porque o pai cá de casa fez anos no dia 02, e portanto, desde o Natal que tenho comido muito mais e do que não devo...
Enfim...
Num desses dias fomos dar uma volta até à Serra de Montejunto, já fui até lá a pedalar mas desta vez fomos de carro. Estava um frio cortante e um nevoeiro que tornava aquele ambiente ainda mais... mágico...
A certa altura o meu corpo pedia para caminhar rápido ou correr ou pedalar mas... tal não era possível pelo que me limitei a ver as vistas, a tirar fotos, a lanchar num barzito que há por lá ("Bar da Serra") que é muito agradável, permite a entrada a animais, tem umas mantas disponíveis em cada mesa, há rede wi-fi grátis e disponível e servem umas tostas espetaculares que filhote e o mano devoraram em pouco tempo, quer dizer, a tosta de filhote teve ainda a minha ajuda e do pai... E que saborosa estava...

O Bar da Serra:


As vistas sobre as ruínas e os radares em Montejunto:


As super tostas a serem devoradas por filhote (à direita) e pelo mano (à esquerda). Atente-se no pormenor de que eu e o pai estávamos a tentar ficarmos-nos pelo café... 

 Mais uma panorâmica da vista, cheia de nevoeiro e muito fria...

domingo, 4 de janeiro de 2015

E sim, fui pedalar hoje

E tenho um desejo para 2015: deixar de dar tanta importância aos quilómetros pedalados e aos tempos... Pois se não sou nenhuma atleta para quê andar a stressar com estas coisas e sempre a achar que pedalo pior que todos os outros... Quero pensar que eu sou eu e que pedalo como posso e sei...
Também quero equilibrar mais as minhas idas ao ginásio, fazer aulas específicas e não fazer tanta coisa de seguida, tipo duas aulas pois se no dia anterior pedalei, para quê ir a uma aula de cycling... Acho que assim poupo o corpo, a mente e poupo tempo...
Vamos ver...

sábado, 3 de janeiro de 2015

E no primeiro dia do ano...

E no primeiro dia do ano não fiz nada, salvo seja, no que a exercitar-me diz respeito... Sucumbi ao acordar tarde e a comer muito e a mexer-me pouco... Apanhei Sol, demos umas voltas, enfim...
Já no segundo dia do ano, apesar de ser o dia de aniversário de marido, não aguentei e num bocadinho livre fui... correr... arrasto-me porque é algo que me custa, apesar de levar música. Nos primeiros instantes apetece-me desistir e parar, caminhar, andar, tudo menos correr... Arre que as pernas parecem não responder ao que o cérebro quer que é correr...
Lá vou eu mas quase me arrasto enquanto o dia vai terminando. Ao fim de 45 minutos corri 6,2 kms, bela mérdia... Cheguei a casa mais que transpirada e apesar das dificuldades em correr, no depois sinto-me bem e como que aliviada... Por que será que me custa tanto correr, lembro-me que em miúda sempre detestei correr apesar de ter sido sempre boa aluna a Educação Física... E por isso deve ser extremamente difícil ao meu corpo, com 40 anos, encaixar a ideia repentina de que tem que correr, e com prazer, ainda por cima...
Bom, e como devo estar tontinha, hoje de tarde, equipei-me e pedalei rumo ao Sol. Eu preciso é de Sol, e de me exercitar, e até nem vou ao ginásio há coisa de duas semanas, pelo que o ar livre chama por mim e faz-me sentir... livre...
Sabia que era uma pedalada rápida pois não podia demorar muito... E assim foi, 34 kms em menos de duas horas, não foi mau já que o piso estava enlameado nalguns sítios... Mas o que me soube bem foi mesmo o Sol já que hoje não parei, nem mesmo para tomar café...
Sinto-me como um gato, preciso de Sol para me animar o corpo e a alma...

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Vou tentar...

Entre outras coisas...
Bom Ano...

No último dia do ano...

No último dia do ano pedalei... Como foi com o meu marido e os seus/nossos amigos, os trilhos eram mais técnicos e eu acabei por cair... Uma queda tonta numa poça enorme de lama e água, precisamente sobre o lado do corpo que tem a placa e os parafusos... Ensopei-me de água e lama do meu lado direito, o telemóvel ficou também todo molhado, larguei a bicicleta e ainda que não me tenha magoado, choraminguei de raiva pela queda parva, pelos meus azares e apeteceu-me fugir dali, de tudo e de todos...
Levantei-me, estava bem mas para último dia do ano, achei que era uma treta estar assim a cair e a molhar-me, ficando gelada... Como se fosse um aviso, um qualquer augúrio relativamente ao futuro... Não gostei de me entristecer no último dia do ano... Pensei uma vez mais em Lisboa...
Next...
Bom Ano, feliz 2015...

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Quase no final do ano...

Quase no final de mais um ano, dá-me para refletir, como sempre...
O ano de 2013 foi realmente dos piores que tive na vida e por isso 2014 terá sido sempre melhor. Contudo, há uma espécie de parte que não está resolvida e que parece não se resolver. É apenas uma parte que até pode nem ser importante mas para mim é e como nada se desenrola e avança, começo a sentir-me de rastos, sinto-me quase um caco mas fico a sentir-me mal comigo e com os outros quando vejo as notícias de pessoas sem abrigo, outras tantas doentes ou que perderam filhos, ou os acidentes de viação ou de aviação ou tantas outras desgraças que, comparativamente com as minhas me fazem sentir quase inútil...
Enfim, sigo mas sinto-me num beco sem saída. Penso e reflito, afinal aprendi que o que está mal poderá ser mudado apenas por mim... Perco o ânimo e a carga é cada vez mais pesada. Entra o desânimo, falta uma luz, um sinal, algo...

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Bom, passando em frente...

Talvez o melhor seja largar as amarras ao passado e seguir em frente.
E por isso, Bom Ano.
Em frente é o caminho...


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

2014, vem aí

E eu não sei se devo depositar grandes esperanças no ano novo que aí vem. Por um lado, quero muito acreditar que o próximo ano vai ser melhor, por outro, tenho medos e receios que não me permitem ter grandes inspirações ou expectativas.
O ano de 2013, e falta apenas um dia e meio para terminar, por isso posso 'falar' com todas as certezas, foi dos piores anos da minha vida. Aliás, não tenho ideia de um ano em que tanta coisa corresse mal, a nível físico e a nível das emoções.
Em 2013 perdi o meu pai, perdi parte da agilidade do meu braço e ombro, perdi amizades ou 'relações' com pessoas que afinal se revelaram mesquinhas, invejosas, maldosas e descompensadas, e perdi umas outras coisas das quais não me apetece falar aqui... ~
O filhote esteve doente mais vezes do que é costume, caí da bicicleta, parti o ombro, estive internada mais duma semana, fui operada com anestesia geral, estive de baixa quase cinco meses por causa disso, fiz quase quarenta sessões de Fisioterapia para recuperar os movimentos do braço e ombro, e sei que me estou a repetir mas perdi o meu pai, uma das pessoas mais importantes da minha vida, tão sábio, tão "adivinho" em relação ao futuro e muitas vezes considerava-o um 'chato'... Agora compreendo tudo o que me ensinou, disse e 'previu', na vida adulta...
Este ano que está a terminar foi mesmo o pior da minha vida, constato agora. Nunca em nenhum outro ano, apesar de algumas adversidades ao longo da vida, sofri tanto em várias formas e sentidos. Muitas vezes me senti, e sinto, cansada. Quase como que a desistir de tudo, de todos e da própria vida, mas depois 'acordo' e vejo o filho  maravilhoso que a vida me deu e ganho forças, e prossigo, por ele...
Queria tanto que 2014 fosse mais meigo comigo e com a minha família mas já não quero criar ânsias e expectativas de que vai correr tudo maravilhosamente bem. Sinceramente não sei. Gostava, sim, que tudo fosse melhor, mas não sei...
É claro que neste ano nem tudo foi mau, tenho o meu filho, o meu marido e a minha mãe comigo. Ah, e já agora o gato e a minha princesa canina, e alguns amigos que se revelaram verdadeiros amigos nos momentos mais difíceis. Tenho um emprego estável, com boas pessoas à minha volta, e até boas chefias, da parte laboral não me posso mesmo queixar. Estive fora quase cinco meses e quando regressei foi como se nunca tivesse estado ausente, todos me acolheram e receberam com carinho, e isso eu nunca o esquecerei. Claro que há dias stressantes, há dias mais adversos mas realmente dou graças pelo trabalho que tenho.
E é isto. Esta sou eu. A chegar ao fim do ano, com muito pouca vontade de (sor)rir ou com grandes esperanças depositadas no futuro. Sei que sairei desta visão mais escura e mais toldada, sei que voltarei a ser mais alegre e divertida e a sorrir mais mas... para já, não dá, não consigo. Este ano foi demasiado bruto para comigo, magoou-me tanto que por vezes quando me olho ao espelho pergunto-me para onde é que eu fui...



terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Às vezes penso em não escrever nada

Às vezes penso em não escrever nada porque não me apetece ou porque sinto que me estou a repetir ou por isto ou por aquilo mas a verdade é que o que torna cada blog único é precisamente o seu conteúdo, a forma como é escrito e apresentado e, acima de tudo, a liberdade de expressão que um blog permite ter. O Facebook é giro e tal mas não 'permite' que se escreva tanto e de forma tão "livre" e por isso, e depois destas reflexões patetas no primeiro dia do ano, aqui vai mais um post.
Bom Ano Novo 2013.
Este ano não estou particularmente 'virada' para as festas e por isso não me manifestei muito aqui nem no facebook. É mesmo o que sinto, ou seja, não sinto grande 'efusividade' e por isso foram mais uns dias para estar com a família e comer mais do que é suposto e costume do que outra coisa qualquer... O tempo passa a correr e o tempo tem-me tornado numa pessoa mais frontal e realista e também menos "lamechas"...
Pronto, mas para já chega disto tudo.
E vai daí então que no Domingo à tarde fui pedalar sozinha uns 34 quilómetros feitos em duas horas que gastaram cerca de 1300 calorias.
E hoje... Hoje, dia de Ano Novo, à tarde fui dar uma volta com a minha amiga das pedaladas.
Ah, e tal, vamos só desentorpecer as pernas, nem vamos tão longe e vamos pelo alcatrão para não sujarmos as bikes que de tão lavadinhas até brilham...
Só que...
Só que o tempo, o caminho e a conversa foram passando e quando demos por nós fomos até onde costumamos ir mas realmente sempre por alcatrão com longas subidas...
Soube tão bem começar assim o ano com 35 kms feitos em duas horas e dez minutos que gastaram 1400 calorias...
Que bem que soube o vento calmo e o sol leve na cara e no corpo...
Pedalar é mesmo um vício, parece que não tem explicação e só quem gosta de andar de bicicleta consegue compreender este sentimento que leva duas mulheres, mães e 'donas de casa' "prendadas" sairem de bicicleta na tarde do primeiro dia do ano deixando em casa os maridos e o filhos...
Pelo caminho ríamos com esta situação e dizíamos que quem nos visse diria que éramos malucas ou que "coitadas" não tínhamos família mas... nada disso...
Apenas organizamos tudo por forma a que seja feito devidamente e com tempo...
E se duas horas da nossa vida nos deixam tão bem dispostas e de bem com a vida e o mundo, valerão certamente muito mais a pena do que ficar em casa com uma espécie de neura...
:D
 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Passou, está arrumado...

Estou a referir-me ao Natal...
As Festas já lá vão e por isso hoje quis mesmo arrumar as decorações e a árvore de Natal... Foi uma espécie de alívio, como que uma transição, um sinal de que a vida vai girando e continuando, que as fases vão passando dando espaço e lugar a novas épocas, à vida que continua, aos dias que, por muito pequeninos que ainda sejam, já são um bocadinho de nada 'maiores' ao fim do dia. Já anoitece só um bocadinho mais tarde do que o habitual.
E assim é a vida. Não podemos parar nem ficar agarrados ao que foi e passou.
O Natal e o Ano Novo estão arrumados no sotão.
Que venha o Carnaval, a Páscoa, a Primavera e por aí fora...

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

À uma da manhã na passagem de ano...

Estávamos a deitarmo-nos e assim, sem mais nem menos, e a propósito de nada, o filhote olha para mim, antes de se aconchegar e diz:
"Sabes mãe, eu vou adorar-te muito, mesmo depois de morreres...".
E eu fiquei sem palavras... Os meus olhos brilharam porque ainda que fosse algo imensamente terno, era também algo imensamente triste...
Por momentos, por instantes de segundo, tive o pensamente horroroso de como seria a vida do meu filho sem mim. E se eu morresse de repente? E se o meu filho tivesse de ser "criado" sem a mãe...
Que horror...
E assim na passagem de ano, pouco antes de dormir, só tinha era vontade de chorar, pelas palavras do meu filho, pelo pensamento da hipótese de lhe faltar...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Tenho (tantas) outras coisas para postar e tal mas...

Só me ocorre dizer que hoje parece que temos vários motivos para celebrar, logo no início do ano, o que até é bom para quem não fez desejos especiais quando soaram as doze badaladas para entrarmos em 2012.
Para começar, o pai lá de casa faz anos hoje, o que só por si é motivo de celebração. A parte chata é que estão todos em casa, pai e filhos (o filhote e o mano) e eu vim trabalhar...
Depois ainda não estou bem em mim... Para quem não sabe, a nossa mudança para o Oeste ainda não estava considerada como "efetiva", definitiva e outras palavras terminadas em "iva" que não aumentaram de percentagem...
Isto prendia-se essencialmente com o meu trabalho pois persistia ainda a dúvida de ter que voltar a ir trabalhar para Lisboa... Nestes dois anos e meio em que nos mudámos para o Oeste, esta hipótese tem sido sempre uma "dor de cabeça" porque a incerteza de não saber o que me esperava no final de cada ano deixava-me sempre angustiada, agoniada e outras palavras acabadas em "ada"...
E agora, no meio de tanta m**** de cortes e contenções no Orçamento de Estado para 2012, surgem as boas notícias para mim e para os trabalhadores que se encontram na mesma situação... Vou poder ficar a trabalhar no sítio onde estou...! A ideia de voltar para Lisboa é cada vez mais longínqua e, consequentemente, a nossa mudança para o Oeste vai ficando cada vez mais consolidada e com menos dúvidas, o que tem uma série de implicações pessoais...
Viva, yuppiee!!! Acho que ainda não estou bem em mim... Agora sei com o que conto e até ao dia 31/12 não sabia ainda bem com o que contava. Se ficava ou se ia embora...
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Ainda que este blog pareça pouco vivo...

Porque cheguei a um ponto em que há mais recetividade no Facebook do que o que aqui coloco, ficam os votos de Bom Ano 2012 a todos que por aqui passam, mesmo em silêncio, que ainda são bastantes mas, pelos vistos, "ninguém diz nada" e não faz mal...
Agora, e assim de repente, não me apetece fazer balanços do ano que passou nem formular uma espécie de lista com objetivos para 2012...
Assim de repente, só quero que eu e os "meus" sejamos pessoas felizes, saudáveis, equilibradas e "normais"...
Bom Ano!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Mostraram-me este video...

E eu fiquei a pensar nisto porque acho que às vezes estou ou fico assim, não a mandar e a receber sms, mas quando estou em casa na net...
Vejam o video porque vale mesmo a pena e dá que pensar no que fazemos muitas vezes, se calhar inconscientemente, aos que estão à nossa volta e, principalmente, aos que nos são mais próximos.
Tinha referido por aqui que um dos meus desejos para 2011 era não me ligar nem vir à net nos fins-de-semana, ainda não o 'cumpri' mas gostava de o começar a fazer...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A passagem de Ano, capítulo III - o filhote e a trotinete

O filhote passou o ano em amena loucura com uma trotinete (enorme para ele) dos filhos dos nossos amigos onde passámos a passagem de ano.
Curiosamente, as crianças presentes eram todas rapazes, só havia uma menina mais pequenina do que o meu filho e a "seguir" era ele o mais novinho mas isso não o impediu de brincar como gente grande. Sem qualquer medo ou receio, agarrou-se à trotinete e já não quis outra coisa ainda que tivesse que levantar os braços para lhe pegar porque era alta para ele.
A destreza física era mais que muita e lá andou ele a correr em cima da dita trotinete de um lado para o outro. O mano, pelo contrário, cujo forte não é nitídamente a parte física, passou quase todo o tempo com os meninos da sua idade a jogarem jogos, agarrados a um ecrã, não sei se da idade se de andarem todos viciados em consolas e afins...
Está visto que temos que pensar em adquirir uma coisa destas...

- foto retirada -

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Medidas para (tentar) implementar em 2011...

Há algumas coisas que queremos sempre alterar ou mudar, ou pelo menos assim o pensamos e desejamos.
Assim de repente, e por não ter feito grandes planos ou pedidos para 2011, há algumas coisas básicas e essenciais que eu gostaria de alterar nas minhas rotinas:
- não stressar tanto com as horas e os horários mesmo sem deixar de os 'cumprir' porque a pontualidade ninguém me a tira,
- não entrar em 'stress' por causa das tarefas domésticas principalmente nos dias em que várias se 'acumulam' em simultâneo,
- não me enervar nos dias em que tenho que ir ao supermercado antes de ir buscar o filhote à creche e procurar fazer compras em mais quantidades para não ter que ir tantas vezes às pequenas compras (mas também os legumes, as frutas, o fiambre e o queijo são bons é sendo fresquinhos e do dia não é...?),
- parar de andar a correr para todo o lado como se fosse um robot que cumpre ordens e horários rigídos,
- relaxar mais com os que me são mais próximos (o meu filho e o meu marido),
- pensar mais que a vida e o tempo acabam por nos dar tudo nos tempos certos,
- ter mais paciência e atenção para certas coisas e para as pessoas que realmente importam, interessam e merecem.
Por causa disto, hoje fui buscar o meu filho à creche e em vez de vir a correr para casa por estar a pensar na sopa que tinha para fazer, na roupa que tinha que apanhar (e já não a passei...), em tratar do jantar (felizmente era só aquecer), em dar banho ao filhote e pôr ainda mais roupa a lavar, fomos os dois ao café perto de casa. Relaxei e o meu filho comeu um "chipicao", eu tomei um café, conversámos como se ele fosse gente grande, entrámos no carro e viémos para casa. Os dois mais calmos e sem birras.
E esta é uma das minhas resoluções para 2011, não stressar tanto com as rotinas e não fazer um bicho de sete cabeças de coisas mínimas...

A passagem de Ano, capítulo I - interlúdio ao meu 'outfit'

Ou como de vez em quando este blog vira piroso e egocêntrico.
Não passei o ano numa festa formal mas sim numa casa algures no Oeste entre muitos amigos. De qualquer forma, gosto sempre de me arranjar e ainda que não tivesse oportunidade de despir este casaco da foto, levei-o pois por baixo tinha uma blusa de alças igual. Acho que não se nota mas estas roupas têm brilho/brilhantes.
De resto, preto total, à excepção da 'écharpe' e das unhas encarnadas e vivaças, ó p'ra elas ali do lado direito da foto. Calças 'skinny' pretas e botins pretos. Maquilhagem: olhos pintados de cinzento (muito) escuro, rímel e lápis, nada mais. Não gosto de me ver de baton e para além disso a noite era para comer (e beber) e batons não dão muito jeito nestas alturas.
Assim fui eu e de forma pirosa, torna-se este post no Capítulo I sobre a passagem de ano.
Disseram-me que estava magra e gira e eu agradeci, o meu ego também porque começou a inchar. É que apesar de tudo, continuo insegura. E sai um grande dah para mim e para as minhas inseguranças tótós!

- foto retirada -