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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Cuidar...

Faz amanhã ao fim do dia, uma semana que a minha mãe teve alta do hospital, depois de uma hiperglicemia e de um "leve" enfarte...
Desde esse dia que passei a cuidar da minha mãe, isto é, fiquei em casa, com um atestado de assistência à família até ao final desta semana.
A única pessoa de quem tinha cuidado era, e é de vez em quando, o meu filho. É suposto as mães cuidarem dos filhos e é o que tenho feito com o meu e é o que a minha mãe fez durante a sua vida toda comigo, a sua filha única.
Como não estou ligada à área da saúde e como não tenho uma família grande, nunca tive que cuidar de ninguém...
Vejo-me agora, pela primeira vez na vida, neste papel de cuidadora...
Anotei e verifiquei a medicação que dou a horas certas à minha mãe.
Trato das roupas, do acordar e levantar, preparo-lhe o pequeno almoço e as restantes refeições. Trato da casa.
Ajudo no banho e a andar na rua como num dia que quis ir ao cabeleireiro pois já não suportava o cabelo que trouxe do hospital...
Andamos devagarinho pela rua, de braço dado e ainda que a minha mãe nunca tenha estado inconsciente e esteja a recupear bem, dentro do possível, tem estado manifestamente fraca e em baixo.
Dou por mim a ser a mulher da casa, a ir ao pão e a pensar em mimos, como a minha mãe me fazia a mim.
Dou o lanche. Ligo a televisão.
Cuido...
Isto dito agora parece tão egoísta mas talvez por estar longe, não cheguei a cuidar do meu pai, havia a minha mãe na frente da batalha.
Agora não há mais ninguém. Estou cá eu para dar o corpo às balas e para... cuidar...
Felizmente parece-me ser algo temporário mas isto fez-me repensar tantas e tantas coisas sobre a vida, a minha vida, a vida da minha mãe e por aí fora.
A velhice e o enfraquecimento do nosso corpo, é tramado.
Mas sim, estamos bem dentro do possível.
Cuido de todos... da minha mãe, do meu filhote, da minha cadela, do meu gato e até do meu periquito e dos cactos que me deram e que coloquei ao Sol.
A vida é mesmo uma dádiva e pêras...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Don't you dare to fail me

Não sei porque escrevi o título em Inglês, coisas que nos passam pela cabeça. Parece que há coisas que soam melhor na Língua Inglesa.
Estava eu a falar no Natal no 'post' aqui por baixo, quando agora digo, realmente, "Don't you dare to fail me" à minha mãe.
Na última semana do ano estive de férias e foi uma animação, só que não... O filhote esteve doente com febre e vómitos que duraram até para aí à quarta-feira, tendo nós saído de casa na quinta-feira, não fosse o filhote piorar.
Nestes "entretantos", a minha mãe também ficou adoentada. Primeiro com dores nos ossos, e no corpo, e depois começou com mais dores e alguma falta de ar.
Foi duas vezes ao hospital e das duas vezes que lá foi, veio embora, medicada e com a marcação de uma consulta no Hospital.
Mas eis que ontem, ia eu a caminho da Escola do filhote para ter a reunião sobre a avaliação do 1.º período, me liga a dizer que não se sentia bem.
Rumei para casa e tivemos que chamar a ambulância ainda que a minha mãe não estivesse inconsciente ou deitada.
Entrei em 'stress' por estar tudo a acontecer ao mesmo tempo, a reunião da Escola, a ida para o hospital da minha mãe e por aí fora.
Como estava "lúcida", foi a minha mãe sozinha na ambulância enquanto eu fui a correr à reunião da avaliação e em que pedi aos pais e mães presentes se se importavam que fosse eu a primeira a falar com a Professora, ao que todos anuíram e assim foi.
Saí disparada da Escola rumo ao Hospital e fui logo chamada pela médica. A minha mãe, sentada numa cadeira de rodas, foi observada, tiraram sangue e pediram para eu ir com ela ao Raio-X, ainda que a tenha ajudado pelo meio a ir à casa de banho.
Ficou para observação e disseram para eu regressar por volta das 22:00 e assim o fiz.
Estava consciente e acordada, deitada numa maca, ficou internada por causa da falta de ar e por ser diabética e estar com hiperglicemia.
Vim embora carregando os seus anéis e a aliança de casamento. E depois de muito matutar, acabei por desabar no carro enquanto conduzia sozinha, absorta nos meus pensamentos e na música alta que espantava aquela sensação de não ter o controle ou o domínio sobre nada.
De repente a minha mãe está-me a falhar e não pode ser. A minha mãe é um ser único e imortal, não me pode falhar, não agora, não depois de tudo por que tenho passado.
Não é nada de grave mas esta sensação de impotência ou que de repente os pais envelhecem e que não podemos fazer nada, é realmente dura.
Já perdi o meu pai, não tarda nada há quatro anos. Por isso, agora é bom que a minha mãe recupere e que não me falhe, não me o pode fazer...
Achei que o ano de 2017 ia começar de melhor forma mas, até ver, não vejo nada...

Foto do meu batizado, tendo eu 5 meses, ao colo da minha mãe e com o meu pai ao lado.
Belos tempos...

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Das poucas doenças que me assusta e em que penso...

Sou muito despreocupada e desligada de doenças... e de medicamentos... nunca sei os nomes dos medicamentos... nem as gramas ou a dosagem...
Contudo, há uma doença que me assusta e na qual penso muito: o Cancro de Mama...
Talvez porque a minha avó materna faleceu deste problema.
Talvez porque a minha tia paterna retirou um peito há 11 anos. Na altura tinha 57 anos.
Talvez porque tenho uma prima direita com 52 anos (ainda que 'meia-prima' pois os nossos pais eram 'meios-irmãos'...) a passar por este processo...
Assusta-me muito pensar no Cancro de Mama...
No ano passado fiz a minha primeira Mamografia. Estava tudo bem. Próximo exame: no próximo ano porque faço parte dos grupos de risco...

Liga Portuguesa Contra o Cancro

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Coisas que a idade traz, ou leva...

Para além da hipertensão, o médico do meu trabalho achou melhor "aprofundar" o que se passa com a minha tiróide pois os valores nas análises ao sangue estavam assim numa espécie de limbo entre o normal e o bocadinho acima da média...
Sendo assim, lá fui eu fazer uma ecografia à tiróide e a médica disse-me que não tinha nódulos nem nada a observar mas que, um dos lados da tiróide, era um pouco maior do que o outro. Contudo, como eu própria tenho um tamanho acima da mé(r)dia, considerou que poderia ter a ver com isso mas que depois o meu médico que verificasse melhor os resultados da ecografia...
Ok...
No dia a seguir fiz as análises ao sangue, específicas para a tiróide, tão específicas que foram mais caras do que a própria ecografia...
E eu, do alto do meu tamanhão, lá me senti tonta (ou seria tontinha...) com a busca do sangue na minha veia e por causa dos nervos o sangue não jorrava... Toca de espetar a agulha no outro braço, enquanto que ao mesmo tempo o sofá era aberto para eu ficar deitada e relaxar.
Bom, lá relaxei e o sangue lá apareceu...
Chiça! Que ao longo da vida temos que fazer análises e exames mas desde que me aproximei e entrei nos 40 que eles têm vindo a aumentar...
É medicação para a Hipertensão, é exames, é análises, é eu-sei-lá!
E depois, o envelhecimento da minha mãe... Tem andado cheia de dores e tinha exames marcados em Lisboa mas preferiu vir para cá, para perto de nós, de mim... Remarquei tudo aqui no Oeste e hoje já fomos fazer um desses exames... E agora sou eu que trago justificações para o trabalho por ir acompanhar a minha mãe em consultas e exames médicos...
É a vida, é o tempo a passar, são as maleitas a chegar...
E isto tudo para dizer que sou pessoa que nunca ligou, nem liga, a doenças e medicamentos... E agora, com o passar dos anos, tenho que me lembrar de tomar o comprimido da hipertensão todos os dias de manhã porque senão, não estava nem aí...!
:O

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Pois que fui ao médico...

E gosto muito mais do médico do meu trabalho do que do meu médico de família que parece apenas sorrir e ser afável no seu consultório privado. No Centro de Saúde é vê-lo a cuspir arrogância e a ignorar as pessoas. Só lhe falta bufar e soprar.
Bom, agora que já tive o meu pequeno momento de má língua, ou será de dizer a verdade, passo a referir que o médico do meu trabalho é muito mais atencioso e preocupado. Foi ele que me detectou a hipertensão e a partir daí fiquei medicada.
Tem estado tudo bem. Tanto que fui doar sangue pela primeira vez após tomar os medicamentos para a tensão alta e entretanto recebi uma sms a dizer que as análises estavam normais e que agradeciam a minha dádiva.
Mas hoje não estava tudo bem. Mesmo medicada a tensão estava quase a 17, o que é muito... e os batimentos cardíacos estavam também acelerados...
Portanto, recomendações: para a semana medir a tensão porque entretanto deverá regularizar.
Trouxe na mala a credencial para fazer algo que nunca fiz na minha vida: uma ecografia mamária e a famosa mamografia... Fiz 40 anos. A minha avó materna faleceu de cancro da mama. A minha tia paterna teve que tirar um peito quando tinha 57 anos. A minha meia-prima (filha de um meio irmão do meu pai...) de 52 anos está neste momento a lutar contra um cancro da mama...
Portanto, eu que não sou nada dada a doenças e afins, o melhor que tenho a fazer é precaver-me visto que o historial familiar feminino não é lá muito simpático nesta parte...
:-(



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Deve ser algum vírus que se mete na cabeça das pessoas... não sei...

Para além do mais, ainda não recuperei  na totalidade, ainda não me sinto a 100%.
Continuo constipada (há quase duas semanas o que é mesmo muito estranho em mim), com alguma tosse e tenho algumas dores musculares...
E depois há o óbvio que é o de pensar à partida que a minha prestação não será nada de jeito...
Há ainda outras condicionantes como por exemplo ter que me levantar com as galinhas no domingo para calcorrear para aí uns 100 kms de carro para depois calcorrear outros tantos a pedalar.
Ah, e não sou só eu que teria que me levantar com as galinhas. Por inerência, a família também. O marido que desta vez não quer participar e o filho ('coitado') que não tem com quem ficar...
Não seria a primeira vez que saíamos de casa num domingo para aí às seis e meia da manhã para ir a uma maratona de BTT...
Depois o dinheiro. Desculpem lá qualquer coisinha mas dou por mim a ficar muito  mais contida e crítica nos gastos...
Qualquer maratona de BTT é paga e fica ainda mais cara se quisermos almoçar e se levarmos acompanhantes para almoçar... Mais a (imensa) gasolina e as portagens... Hum, é fazer as contas como diz o outro...
Valerá a pena este esforço e dinheiro gasto para pedalar feita tótó em trilhos que não conheço durante uma manhã inteira...?
Mas depois é sempre tão engraçado chegar ao fim, sentir e poder dizer "eu consegui", petiscar nos abastecimentos, tirar fotos, almoçar e por aí fora...
Afasto de mim os pensamentos de que vou cair ou que me vou magoar porque nesse caso então nem saía de casa se começasse à partida a pensar nisso.
Os meus medos são sempre outros. Medo de falhar. Medo de demorar oito horas para fazer cinquenta quilómetros (estou a exagerar um pouco mas...) e consequentemente parece que estou a fazer figurinhas tristes...
Não sei... Vou pensar melhor no assunto.
Já agora, gostava que as dores musculares que tenho, que desaparecessem porque eu quero voltar ao ginásio como habitualmente...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O que é que aconteceu ao meu corpo, parte II

Ora bem, isto parece que é a gozar com o que tinha escrito sobre o facto de estar em forma e tal...
Pois passo num dia de estar muito bem para no outro estar muito mal... Será da idade, será de estar a chegar aos quarenta, será de estar a acumular em mim 'stresses' de várias ordens, será de ir fazer nesta sexta-feira um ano que o meu pai partiu...? Pois deve ser tudo junto porque ontem ao fim do dia não me senti nada bem...
Lá fui eu à minha vidinha, vulgo ginásio, e estava toda entusiasmada por ir retomar uma aula que nunca mais tinha feito: Body Balance...
Pois eis que nem dez minutos depois da aula começar, fico esquisita, branca, com umas dores imensas no pescoço e na cabeça, coisas que não são normais em mim, afinal, raramente ou nunca estou doente, certo...?
Pois não deu mais. Professor e colegas repararam no meu ar lastimável, sentei-me no colchão para acalmar e dou conta de que transpirava por todos os lados sem que tivesse feito esforços físicos que levassem a tal.
Toda a gente de volta de mim, inspirei e expirei mas as dores no pescoço, cabeça e olhos teimavam em não passar.
Passados uns dez minutos senti-me melhor e prossegui a aula e ainda fui fazer o Cycling. Mas onde é que eu estava com a cabeça?!
Eu sei, pensei que aquele stress todo na aula de Body Balance tinha sido um reflexo condicionado. E do quê, pergunta quem me lê... Do que poderia ser...? Da potente queda que dei na bicicleta... É que no dia em que me esbardalhei toda da bicicleta ao fim do dia, tinha feito uma aula de Body Balance à hora de almoço... Sempre me lembrei que no dia que caí tinha feito aquela aula e achei que esta tensão toda era por estar a retomar a aula que tanto queria e que também achava que não ia conseguir fazer tudo por causa das limitações do ombro e braço...
Adiante...
Segui para o Cycling e realmente não estava muito bem. Fiz a aula, a custo, mas parece que sou como um boi, para ali estava cheia de dores na nuca e na cabeça e continuava a pedalar até que a uns dez minutos do fim da aula não deu mais. Não foi preciso falar. O professor veio ter comigo para ver se estava tudo bem e ironicamente na minha cabeça ainda passou a piada irónica de que só me faltava era cair duma bicicleta estática e depois disso que me diriam as pessoas que "criticam" a minha queda da bicicleta em andamento e que me "mandam" pedalar no mesmo sítio...
Piadas sem graça adiante, saí da aula, fui ao balneário buscar as minhas coisas, sem tomar banho (jesus-maria-josé que eu só quase a "morrer" é que não tomo banho...) e devia estar com tão má cara que quem estava lá quis logo ajudar-me e dar-me barritas e tal.
A verdade é que tive que pedir ao maridão para me ir buscar e ali estava eu à entrada do ginásio, sem forças, cheia de dores de cabeça, sem perceber o que estava a acontecer, vestida, transpirada e com os ténis do ginásio.
Viemos para casa e a noite foi pavorosa com dores de cabeça e no pescoço, sendo que a constipação ainda não passou.
Cheguei há pouco do hospital onde me foi dada medicação intravenosa, traduzindo, diretamente na veia. E naquela quase meia hora que estive ali com o braço estendido a receber medicação porque na observação concluíram que eu estava muito ansiosa e com a tensão demasiado alta, até me mandaram tocar no nariz com o braço e com o outro, sabem, como se faz às pessoas que estão prestes a ter um AVC...
Naquela cadeira a levar a medicação intravenosa pensei que merda é esta pá. Que pensava que o ano de 2014 ia ser melhorzinho e afinal... Que é isto de ficar doente ou ter dores? É por que vou fazer 40 anos...? Mas sou, e sempre fui, tão saudável...
Que merda é esta de tensão alta, hipertensão, e tenha lá calma e o catano... E controlar a tensão, que posso ser hipertensa e não sei, que a a hipertensão é silenciosa, que vem de mansinho, não se sente, não se dá conta, e que vamos a ver, pumba...?
E que quando me sentir assim outra vez, para colocar um comprimido debaixo da língua...
Eu, nestas cenas...? Mas ao que é que eu cheguei...?
Agora estou bem, melhor com a medicação. Vou ficar uns dias em casa para acalmar, descansar e recuperar...
Que merda é esta pá....

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Porquê...?

Por que é que os Rolos estão avariados, porquê?? 
E porque é que este tempo está tão mau há tanto tempo?? 
E porque é que estou constipada/engripada há uma semana, algo anormal em mim, porquê?? 
Endorfinas precisam-se, não me exercito há uma semana e dois dias  — a sentir-se chateada.
(sim, foi mais um post retirado do Facebook já que - quase - ninguém lhe 'ligou' nenhuma...)


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Há uma semana

Há uma semana que não me exercito, socorro!!!
Há quase uma semana que estou adoentada, o que também não é normal! Desde segunda-feira que tomo antibiótico e outras tretas e continuo com tosse e o nariz entupido. Não estou 'habituada' a ficar doente e muito menos por tanto tempo...
Agora estou  mesmo saturada é de não pedalar, dar saltos, fazer abdominais e por aí fora! Passou uma semana desde que fui ao ginásio e no domingo já não estava muito bem pelo que não consegui ir pedalar ao ar livre...
Espero que isto passe. Pelo sim, pelo não, tomei banho. Ah, estava a brincar! Mas tomei banho na mesma.
Pelo sim, pelo não, trago no carro o saco do ginásio e só penso em como logo gostaria de ir dar às perninhas no cycling e noutra aula de força... E em como mesmo estando cheia de calores à saída, que prometo atafulhar-me em cachecóis, camisolas e casacos, deixando de fora só o nariz e a boca...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Querem alguém fanhoso...?

Querem alguém fanhoso, entupido e que lhe custa (muito) a falar...? Sou eu!!! E estou a trabalhar...
Para além das dores de cabeça, nos maxilares e um pouco pelo corpo...
Também tenho os olhinhos semi inchados e avermelhados mas, felizmente, não é de chorar, é mesmo da constipação, da gripe ou da amigdalite ou doutra treta qualquer acabada em "ite"...!!!
Chiça, caramba!!!
Estou chateada, claro que estou chateada!!! Se raramente ou nunca fico (ou ficava) doente, quando fico, parece que é pior, pelos motivos físicos e psicológicos...
Físicos porque é o que se sabe, psicológicos porque não estou 'normal' e não posso exercitar-me, seja na rua ou em 'casa'... Na rua está fora de questão, e no ginásio é melhor não até conseguir respirar melhorzinho e também para prevenir o facto de sair de lá completamente encalorada (muitas vezes nem volto a vestir todas as camisolas que tinha durante o dia...) e com o cabelo semi molhado para temperaturas baixas e frias na rua até chegar ao carro... Suponho que vou ter de me munir dum... gorro... daqueles que uso (ou usava) debaixo do capacete ou quando ia caminhar e correr com a minha amiga canina depois do jantar ou durante o dia quando estava buérérés de frio...
Oh pá, ao mesmo tempo, isto parece coisa de velhos...

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Parece que tudo mudou... um pouco...

Não sei... Parece que o clima mudou, o tempo tornou-se mais chuvoso, cinzento e fresco.
Parece, parece não, houve mesmo cortes nos ordenados, subsídios e aumento nas horas de trabalho. 
A juntar a isto e a muito mais, o meu pai faleceu há quase um ano, caí, fui operada, carrego uma placa e diversos parafusos no braço e no ombro também há quase um ano.
Há ainda o momento fútil que é o de que com isto tudo ganhei 10 quilos que não estou a conseguir perder. É verdade, alojaram-se nos glúteos e mesmo eu sabendo tudo o que preciso para me ver livre desse peso, afinal já perdi quase 30 quilos- o que são uns míseros 10 quilos... - não encontro forças suficientes para racionalizar a comida...
Mas pronto, isto tudo para dizer que sou pessoa pouco dada a doenças e até isso mudou no espaço dum ano... Ando há uma semana com dores de garganta, constipada e com alguma tosse. E desde sábado à noite que tudo isto se acentuou, com dores de cabeça e no corpo pavorosas e um imenso ranho que me faz acordar de noite com falta de ar.
Hoje fui ao médico. Como não tenho febre, é uma amigdalite, disse ele. Antibiótico e anti pirético para tomar. Um dia em casa. Yeah. Não é isso que me assusta que eu detesto faltar ao trabalho e só fui ao médico porque realmente não me sentia bem. É que se esta noite não melhorar e amanhã de manhã me sentir como hoje: sem forças e encolhida, quero ver como vai ser...
Enquanto esperava para ser atendida pelo médico tive um momento de angústia ao pensar que tudo parece diferente. Agora adoeço mais "facilmente" e não tenho feito nada ao ar livre como antes: nem caminhar, nem ir ao parque, e muito menos andar de bicicleta.
Tenho ido ao ginásio é certo, passo lá em média duas horas de alta intensidade/três vezes por semana, mas acho que o facto de sair de lá cheia de calores, com o cabelo molhado e dar de caras com o ar gélido na rua, contribuiu para que adoecesse... E voltando ao peso, também não como assim desmesuradamente para que tanto exercício não surta efeito...
Quem me diria que um dia seria daquelas pessoas que engorda só com o ar...
Mas agora o que me chateia é este desconforto, o nariz entupido, as dores na garganta, o sentir frio, dores nos olhos e na testa e nos maxilares. Enfim, vamos ver se isto tudo passa com a medicação...

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Que chatice...!

Hoje que podíamos ir os dois dar uma volta de bicicleta, afinal... não fomos...
Podíamos ir os dois porque a minha mãe veio até ao Oeste e assim ficaria a tomar conta do filhote.
Não fomos porque me encontro numa espécie de rescaldo duma semana com dores de garganta, tosse e espirros. Esta noite acordei diversas vezes com o nariz entupido, e com dores no corpo e na cabeça. Estou para aqui farta de me assoar e com dores no corpo todo. 

Fomos entretanto comprar pastilhas anti inflamatórias para a garganta e ben-u-ron para eu tomar...
O outro diz que raramente ou nunca se engana e eu raramente ou nunca estou doente...
Constipações, gripes, sei lá eu o que é isso!!!
Estou mesmo chateada é por não ter ido andar de bicicleta... Já não ando há duas semanas e hoje que até podíamos ir os dois, acontece isto...

:(

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

So far, so good...

Até ver, ela, a Varicela, não me atacou... Toda a gente me diz que é de fácil contágio e como eu nunca "padeci" desta doença em criança, se calhar ainda a vou ter...
Das minhas doenças infantis fazem parte a Papeira e o Sarampo. A propósito, fiquei a saber com isto da Varicela, que de momento não há Sarampo em Portugal, que foi tipo "erradicado". E como tenho uma imaginação algo fértil, lembro-me logo de cenários futuristas, em modo ficção científica, onde as doenças são controladas mas depois surgem de forma muito mais ameaçadora. Tipo filme mesmo, não é verdade...
:D
E era só mesmo o que me faltava para terminar o ano de 2013 em beleza, ficar doente, outra vez...
Chiça penico, como se costuma dizer.
"Que mais me irá acontecer...?", como diziam numa qualquer novela brasileira antiga e manhosa.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Afinal havia mais qualquer coisita...

Depois de vários dias com vómitos, febre e mau estar, eis que por fim se coloca a descoberto a verdadeira culpada destas maleitas do filhote: a Varicela...
Se por um lado 'calha bem' ser agora nas férias de Natal, porque assim não tem que faltar à Escola, por outro, os nossos planos para as... férias, ficam um pouco afectados. Lá se vão passeios e passeatas, idas aqui e acolá, passeios de bicicleta e ao ar livre...
Caramba, este ano está mesmo a correr bem. Vou entrar de férias e tenho o meu filho doente e não podemos ir passear nem fazer "nada". Sim, é que isto da Varicela obriga-o a ficar em casa, pelo menos, dez dias... O que vai mesmo até à passagem de ano. Espero mesmo que o novo ano traga melhorias e esperança à nossa vida, algo atribulada neste ano...
Agora toca a tomar xaropes e medicamentos para as borbulhas. Eu nunca tive Varicela, será que também ainda a "apanho"...?
:O



sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Já nem sei o que diga

Ontem mais uma ida às urgências com o filhote. Mais febre, mais vómitos.
Pensava que ele ficando em casa com a avó que ficava no quentinho e que melhorava mas afinal isto parece que nunca mais acaba. Ou melhor, este ano de 2013 parece que não acaba mais.
O diagnóstico, para não variar, é que é uma virose e que se não passar em três dias para voltarmos.
Pois claro, o costume portanto. Até foi o pai que entrou na triagem e na consulta porque eu parece que fico nervosa com aquilo tudo do Hospital onde também estive aquando do meu acidente...
Mas coitado do meu filho que hoje de manhã voltou a vomitar e estava cheio de febre.
Caramba, que raio de ano em que tudo acontece...
Alô 2014, vens aí para nos dar uma folga ou vai continuar tudo assim a modos que menos... bom...?
:-(

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Não dormi nada de jeito

Já não sabia o que era não dormir bem por causa de maus estares ou indisposições do filhote... Ontem ao serão já se tinha queixado, e durante a noite acordou, um pouco febril quer-me parecer, com dores... no ombro... Quer dizer, assim de repente parecia que as minhas mazelas tinham passado para o meu filho, afinal, queixava-se de dores exatamente no mesmo sítio onde me dói a mim...
Questionei-o se tinha caído ou batido em algo ou em alguém, de forma a que tal pudesse estar a provocar as dores no ombro, mas disse-me que não, que não se passou nada... Só que a forma como se queixava das dores, parecia mesmo que tinha algo nos ossos...
E assim passámos parte da noite. Acabei por lhe dar xarope ben-u-ron e as coisas amenizaram...
Pois é, já estava desabituada destas noites agitadas.
E hoje lá foi para um passeio da Escola. Acho que antes também não me preocupava tanto mas agora fico sempre a pensar que vão em autocarros 'gigantes' rumo a Lisboa e que ainda são uns tantos quilómetros para lá e outros para cá, e o tempo está acinzentado...
Enfim, coisas de mãe...

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Sai uma bruxa para a mesa do canto, se faz favor

Bem, eu realmente só me apetece é dizer palavrões.
Ontem ligaram-me da Escola, que o filhote tinha caido e estava muito queixoso do pé, que se calhar era melhor chamar a ambulância...
Saí disparada do trabalho e pelo caminho amaldiçoava este ano de 2013, xiça, caramba, que tudo acontece. Ainda há uma semana eram os vómitos e a febre, e agora uma queda, como a mãe...?
Chegada à Escola vi o meu filho a caminhar, coxeando um pouco. Portanto, o pé não estava partido...
Preferi aguardar, fomos para casa e quando o pai chegou lá fomos para o Hospital, o mesmo que me "acolheu" aquando da minha queda, e teria que ser encaminhado para o serviço de Ortopedia, o mesmo onde estive...
O  pé do filhote estava algo inchado e tinha algumas dores mas como estava 'normal' deu para perceber que não teria nada "de mais"...
Foi visto, fez Raio-X e afinal estava realmente tudo bem... Veio só com a recomendação de não correr e de não saltar, ai que lá se vai o futebol...
E foi isto. E eu fiquei cheia de dores no corpo, suponho que do stress. E depois voltar àquela urgência onde entrei, saída da ambulância, deitada numa maca com o braço no ar, a roupa toda rasgada, de repente ao sentir aquele cheiro lembrei-me de tudo... Fui tão bem recebida e tratada que o meu trauma não era estar ali nem os técnicos do Hospital... Foi o recordar de todas as dores que tive e o que sofri e depois a ansiedade de não saber se o filhote estaria bem, ou não...
Até encontrei um dos Bombeiros que me socorreu e levou, imagine-se...!
Voltámos para casa, e ainda bem que tudo estava bem.
Mas eu... eu estou farta deste ano, em que tudo de menos bom parece acontecer.
Por isso, sai uma bruxa para a mesa do canto, ou lá para casa, se faz favor, ou sai um sol luminoso e quentinho, podia sair uma viagem numa rifa para irmos para um sítio quente e prazeiroso onde só me deitava e descansava, onde só me levantava para ir tomar banhos num qualquer mar quente, sem tubarões, é claro...

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Virose(s)

Este ano está mesmo a correr bem. Eh pá, espetacular...!
E como tal, só faltava mesmo algo de que não me lembrava: ligarem-me da Creche, ou no caso já da Escola, a dizer que o filhote tinha febre e que já tinha vomitado duas vezes...
E entram em cena as angústias de mãe e de trabalhadora. Estou a trabalhar mas naquele momento tenho que largar tudo, sair, correr, voar para ir buscar e tratar do meu filho. E lá fui. E cheguei e ele vomitou novamente à minha frente e assim temos estado desde ontem, alternando entre os vómitos e a febre que atenua com a medicação. Quando estamos quase a chegar à hora da nova toma, o filhote começa a ficar 'murcho', parado e febril...
E por isso ficámos hoje em casa e fomos ao médico, para ver se recupera e melhora. Que mais poderia ser? Uma virose, pois claro...
Esta semana fica assim parca em exercício físico e em idas ao ginásio. Paciência... Quando não há avós, nem sogros, tios, primos e por aí fora, perto de nós, quem nos acode somos nós mesmos... E por isso tive que faltar ao trabalho, porque não há família por perto que fique com o filhote.
É assim a vida e no meio disto tudo, quando o filhote repousa, a mãe não pára entre tachos, roupa e tábua de engomar...
Que maravilha...

domingo, 27 de janeiro de 2013

Que mais me irá acontecer

Não me recordo de estar ou de me sentir doente.
Pois este fim de semana, para além do tempo da treta, está a ser uma treta para mim porque desde ontem que tenho dores no corpo e na cabeça, que quando tusso parece que a caixa toráxica vai saltar e não me tem apetecido mexer.
Não é que o tempo também o permitisse mas este é o segundo fim de semana consecutivo que não pedalo.
Mesmo que hoje de manhã estivesse bom tempo, tinha tantas dores no corpo que não me conseguia levantar da cama.
Como já disse vária vezes, não estou a gostar nada deste início de 2013.
Tem acontecido de tudo um pouco e eu sinto-me como que a quebrar... Como se as minhas forças estivessem a baixar a guarda porque realmente não me lembro de estar com gripe, constipada ou que raio é isto.
Vá lá que o filhote melhorou. O meu pai nem por isso.
E eu para aqui ando.