Mostrar mensagens com a etiqueta era madrasta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta era madrasta. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Estava a limpar as fotos e...

E... dei de caras com esta foto, de setembro de 2008, tirada em Lisboa, no Jardim do Príncipe Real.
Nesta altura, ainda morávamos perto de Lisboa, a mudança para o Oeste ocorreria um ano depois.
Mas o que me chamou a atenção nesta fotografia foram diversas coisas: o meu peso a mais, aqui ainda não tinha emagrecido, e tinha mais 25 quilos em cima, como se nota, e bem, e o crescimento dos manos, aqui tão pequenos...
O filhote aqui estava a um mês de completar os 2 anos e o seu mano tinha, por esta altura, 9 anos e tal.
As diferenças para agora são enormes... Agora está o filhote a uma semana de completar 10 anos, e o seu irmão está um homem feito, da minha altura, com 17 anos...
Já não sou madrasta do mano do meu filho mas os irmãos serão para sempre irmãos e por isso há que preservar a relação entre ambos e até comigo pois, lá porque houve um corte na vida familiar, não houve um corte naquilo que sinto pelo irmão do meu filho... É um ser humano, uma pessoa que conheço desde muito pequenino, de quem gosto muito e a quem o meu filho idolatra, por ser o mano mais velho...
É assim a vida, com o tempo sempre a passar e a escassear por entre os dedos e a tomar novos rumos...
As diferenças nas fotos falam por si...


- fotos retiradas -

E agora fica esta foto com um ano:



sexta-feira, 30 de setembro de 2016

O nome, o tempo e o dinheiro

Agora que falei "abertamente" aqui no blog sobre o facto de me ter divorciado, parece que me apetece falar do "tema", tal como aconteceu quando criei o meu primeiro blog, o "Mãedrasta", no saudoso ano de 2005, porque na altura achava que não havia quase ninguém na mesma situação que eu: ter um enteado... A propósito "disto", ainda hei-de vir aqui falar nas férias de Verão, mas agora, adiante...
A verdade é que quando passamos por determinadas situações na vida, parece que começamos a pertencer a uma espécie de 'clube' que só quem passou ou está a viver o mesmo, entende...
E hoje apetece-me falar do nome, do apelido adotado com o casamento.
Em solteira sempre disse que se um dia me casasse nunca iria adotar o apelido da pessoa com quem casasse.
Contudo, quando fomos marcar o casamento e na Conservatória me perguntaram se eu desejava adotar o apelido do futuro esposo, eu respondi um tímido "Sim"...
E vai daí que na altura ainda estava em Lisboa e apesar de ter casado e ter passado a ter outro apelido no fim do nome, era conhecida na mesma pelo "nome de solteira".
Com a mudança para o Oeste, as pessoas conheceram-me já casada e com o apelido do marido pelo que passei a ser tratada pelo apelido do esposo... Ainda assim, sempre prezei os meus apelidos, o nome do meu pai e no Facebook coloquei o nome do meu pai e o apelido de casada. Em todas as provas de BTT a que ia, colocava sempre os três nomes, o próprio, o apelido do meu pai e o nome de casada.
Pois bem, com a separação e o divórcio, deixei de usar de imediato o apelido daquela pessoa com a qual já nada tinha a ver, mas só agora, com o divórcio formal é que me deparo com a panóplia de documentos e situações em que tenho que alterar o nome. Isto faz com que perca imenso tempo e até dinheiro pois tive que pagar pelo novo cartão de cidadão e agora é ir por aí fora: carta de condução, registo do carro, ADSE, Bancos e onde quer que tenha o meu nome, toca a mudar.
Comecei pelo trabalho pois não só tive que pedir para alterar o nome na documentação como também no e-mail e nos contactos. Muda também a situação fiscal e, viva (!), passo a descontar cerca de menos 2% em relação ao IRS...
Agora é todo um novo mundo e o regressar ao meu nome de origem, o qual nunca deveria ter sido alterado...
Viver para aprender...
Só o tempo e o trabalho que me está a dar a mudança do nome em todo o lado, já me cansa...!