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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Azul Oeste

E é isso.
Pedalar e chegar ao mar e ver onde este toca o céu, em tons de azul.
Terapia gratuita à mão, e aos pés. E já agora, à alma e ao coração.
Estas fotos são de diversos sítios e de diversas pedaladas pelo Oeste e vai daí o Azul Oeste, se é que se pode 'chamar' tal coisa.




   


terça-feira, 31 de julho de 2018

Slide...

Por estes dias, aquando duma ida à casa da minha mãe, deu-me para ir vasculhar nas antiguidades que estão lá por casa e vai daí que fiz esta grande redescoberta: a máquina de projetar slides que conta já, mais coisa, menos coisa, com 25 anos, como é possível... 
Lembro-me muito bem do meu pai chegar a casa todo entusiasmado com a máquina e eu, por arrasto, e na parvoíce dos meus 18-19 anos, e como adorava fotografia, fui na onda.
O ritual de retirar o quadro grande da parede para podermos projetar os slides, era algo quase épico mas que nos (re)unia e era muito engraçado.
A excitação maior foi ver projetadas as fotos, quer dizer, os slides das férias, no caso, em agosto de 1993, na Costa da Caparica, como 'atesta' a etiqueta produzida por mim e colada na caixinha de slides, como se pode ver aqui numa das fotos.
Eu era assim, muito metódica e organizada, e muito cuidadosa com tudo para nada se estragar. A prova é de que a máquina e as caixinhas com os slides estão devidamente arrumados, organizados e quase intactos.
Foi com alguma pena e tristeza que constatei que a máquina funciona mas a luz do projetor está fundida, o que não permitiu que se vissem os slides.
O meu filho nunca tinha visto uma máquina de projetar slides e não sabia o que eram slides, vai daí que perguntou logo o que eram slides...
Lá lhe expliquei, ficou muito curioso, ajudou-me a ligar a máquina e a colocar os slides de forma a serem projetados pelo que foi algo frustrante quando constatámos que a luz estava fundida...
Agosto de 1993, Costa da Caparica... Belos tempos... 
Tinha 19 anos e zero quilos a mais apesar de enfardar que nem um javali e comer tudo o que me apetecia.
Não andava de bicicleta e faltava ainda um ano para ter carta de condução.
Tinha passado para o 2.º Ano da Faculdade e tinha uma vida leve e airosa.




segunda-feira, 30 de julho de 2018

Em sentido contrário, era o título do post.

Ia escrever um 'post' a dizer que ultimamente andava em sentido contrário, no sentido de ir muitas mais vezes a Lisboa, como se fosse uma turista, e que numa dessas idas, fomos visitar a experiência do Pilar 7 da Ponte 25 de abril, que desconhecia.
E fica então a nota de que vale muito a pena, pelas vistas, pela panorâmica e pela história, da ponte e da cidade.
No final, houve lugar a uma visita virtual que achei muito interessante e realista, era como se andasse eu realmente a visitar a Ponte lá em cima e cá mais abaixo, a ver as vistas, por dentro e por fora.
Ficam algumas fotografias mas o cerne da questão nos 'entretantos' é que... é que me sinto livre e que adoro passear e voltar a Lisboa.
Sinto-me livre quando conheço e reconheço cantos e recantos e quando vou e me levam a conhecer sítios diferentes.
Sinto-me livre quando me mostram outra perspetiva e, principalmente, que é possível, que basta querer, que a inércia não leva a lado nenhum e que o tempo de ter os olhos semi fechados, começa a esvair-se...
Free and happy...












segunda-feira, 4 de junho de 2018

Como já passou um ano...

Dou conta que há um ano atrás andava por Veneza.
Realmente, passa tudo a correr...
Há um ano andava a calcorrear Veneza com Sol e bom tempo e agora aqui estou, com chuva, mau tempo e pelo Oeste...
Ainda que tenha partilhado algumas fotos aqui no blog e outras tantas no Facebook, há muitas mais fotografias que não partilhei em lado nenhum e hoje apeteceu-me fazer uma espécie de "colectânea resumo" referente ao que por lá se comia, e bebia.
Também não está aqui tudo mas deixo algumas fotos do café, de montras, de pizzas e de alguns petiscos que por lá se provaram. A fotografia dum gelado não ficou nada de jeito, com grande pena minha...
Todas estas fotos foram tiradas por mim e não têm qualquer filtro ou tratamento. 
Reduzi o seu tamanho para não ficarem muito 'pesadas' aqui no 'post'.
Como é bom recordar...




Neste caso, o prato também era comestível e de facto, foi todo à vida...










terça-feira, 29 de maio de 2018

Só Sol

Sabem aquela sensação de quando o Sol parece atravessar a pele e provoca quase uma espécie de arrepio em que nos sentimos a absorver a energia que vem daí (mas sem ser o Sol a escaldar, obviamente...)?
É disso que sinto falta.
Sinto muita falta de absorver raios solares e este tempo não está a ajudar nada...
Sinto a falta de sair da água salgada e sentir o corpo a secar com o Sol.
Estamos no fim de maio e está de chuva e sinto frio. Pior ainda, estou a usar botas...
Sol, sinto-te a falta, onde andas tu...?

(fotografias da net, não são da minha autoria...).





sexta-feira, 25 de maio de 2018

Happy...

Nada como uma volta de bicicleta para animar.

Parece propositado, mas não foi... :) 
Depois de uma passagem por caminhos cheios de mato, a bicicleta saiu de lá assim. 
A bicicleta parecia transformada em roçadora de mato porque os trilhos estavam quase fechados, mas eis que esta linda florzinha surge colocada na suspensão, como que de propósito, mas não... 




quarta-feira, 23 de maio de 2018

Aventuras na minha terra

O fim de semana foi algo agitado entre visitas à minha mãe e a alta que teve depois de não ter sido possível fazer o que ia fazer ao Hospital mas... está tudo bem...
Eu é que dou por mim com outros pensamentos, sentimentos e vivências e depois apetece-me falar disso, mesmo que ninguém me ouça.
No sábado fiz algo diferente. Fui de autocarro do Oeste para Lisboa e como cheguei uma hora antes do início das visitas, decidi ir a pé até ao Hospital ao invés de ir de Metro.
Ao calcorrear as ruas de Lisboa, apercebo-me que está diferente de quando por lá vivia e trabalhava, a começar por mim que agora ando muito a pé (algo que não fazia), passando pelas inúmeras bicicletas e ciclovias. 
O que se mantém igual é o sentimento de continuar a adorar Lisboa.
E vai daí que passei pela Benção das Fitas deste ano, pelos inúmeros estudantes e respetivas famílias, todos radiantes e cheios de flores e sorrisos, e pensei para onde raios tinha ido "a minha benção" no longínquo ano de 1996. Pensei que nesse dia também estava extremamente feliz e tinha uma boa vida, com os meus pais e rodeada de outras pessoas que, entretanto, algumas delas faleceram ao longo do tempo.

Continuei a minha caminhada, cheia de entusiasmo e força, e apesar de carregar água e bolachas, nada me deteve.
Sentia saudades de Lisboa e estava a saber mesmo bem ir a pé e poder observar as ruas, os sítios, as casas, os carros, os jardins, as montras, as pessoas... Tem-se uma perspetiva diferente de quando se vai de carro.
Absorta nos meus pensamentos e no meu silêncio interior, continuei até ao meu destino e acabei por caminhar durante 7 km duma forma enérgica e em que cheguei mesmo em cima da hora de início das visitas.
Lá estava a minha mãe. Por lá fiquei até meio da tarde e no regresso ao Oeste já fui de metro até ao autocarro. Estava calor e era a subir até ao Campo Grande...
No domingo a minha mãe teve alta e lá rumei do Oeste a Lisboa de carro e correu tudo bem.
Soube muito bem andar por Lisboa e às tantas imaginei como seria a minha vida caso não tivesse saído de lá.
Enfim, também soube bem regressar ao Oeste mas... Lisboa é Lisboa...









quinta-feira, 12 de abril de 2018

Memórias sem filtros mesmo sabendo que isto não interessa a ninguém

Faz hoje 5 anos que fui operada ao ombro depois da queda brutal de bicicleta que tinha tido uma semana e uns dias antes.
Bem sei que isto não interessa a ninguém mas acontece que hoje está de chuva, está frio e o dia está cinzento pelo que não sei o que escrever e assim fica um registo para memória futura.


Aqui está a super placa com o meu nome e que tinha a data de entrada no Hospital. Falta o ano mas foi em 2013.



Aqui está um dos lanches dados antes de dormir, era uma espécie de ceia e por muito simples que fosse, sabia-me sempre pela vida...



O que via das janelas do edifício onde fiquei internada.



Nos dias de internamento, andei a pôr a leitura em dia, para me distrair e para ver se o tempo passava mais depressa.



Mais uma das vistas que via enquanto deambulava numa espécie de 'passeio' pelo Hospital.



Este cartão foi-me dado por uma boa amiga, aliás, para além da minha família, ela e a sua família, foram as únicas pessoas que me foram visitar ao Hospital.



Mais uma das vistas e um pombo que andava por ali.



Mais leituras e aqui na própria da cama do Hospital.


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O que faz o (meu) coração bater...

O que poderá fazer o (meu) coração bater...
Numa busca rápida nas minhas memórias, sentimentos e fotografias, numa imensidão de palpitações e batimentos cardíacos ao longo de 43 anos e uns meses, foi difícil escolher meia dúzia de fotos que exemplificassem o que tem feito o meu coração bater nos últimos tempos...

O meu coração bate quando...

Quando pedalo o meu coração bate forte e feliz, pela sensação de liberdade, pelo apaziguamento da minha alma e pelo esforço que faço nalguma subida mais íngreme ou nalgum trilho mais técnico...
Seja como for, o meu coração bate de felicidade quando pedalo...



O meu coração bate quando bebo um singelo café numa qualquer esplanada à hora de almoço do meu dia de trabalho, enquanto apanho sol e saboreio um pouco um silêncio e a minha própria companhia.



 O meu coração bate quando leio um livro de que gosto muito ou quando releio um livro, há muito esquecido nas prateleiras, e o prazer de o devorar avidamente mantém-se porque quero saber o que vai acontecer a seguir...



O meu coração bate quando me delicio com um bom petisco, um bom jantar, e bate ainda mais quando saboreio tranquilamente um bolo de chocolate maravilhoso que, "ainda por cima", foi feito para mim pelas mãos de alguém que me é muito querido. Nunca ninguém tinha feito um bolo de chocolate para mim...



O meu coração bate quando encontro um novo Amor depois de uma separação e de um divórcio cujos motivos agora não vêem ao caso. Seja como for, uma separação e um divórcio, com filhos, é algo que nunca é fácil e dói. O coração bateu de dor aquando de todo o 'processo' mas entretanto rejubila e volta a bater de felicidade por ter encontrado o Amor, a amizade, a dedicação e o companheirismo duma forma muito pouco provável e quando não se estava à procura de nada disso.
O meu coração voltou a bater mais forte ao dar e ao receber mimos...





O meu coração bate por uma viagem.
O meu coração bateu muito forte com a ida a Veneza.
O meu coração dilatou de felicidade com a viagem e a estadia em Veneza.
Foram dias inesquecíveis...



E o meu coração bate forte desde que soube que não estava sozinha, desde que soube que carregava o meu filho no ventre. 
Desde esse dia, o meu coração nunca mais foi o mesmo. 
Passou a bater forte e feio pelo Amor, pela dor, pelas ralações, pela felicidade, pelo inexplicável que é o sentimento de ser mãe.
O meu coração bate forte quando me arrelio, grito e ralho.
O meu coração bate ainda mais forte quando dou e recebo um beijinho, um abraço e vejo o meu filho crescer a um ritmo estonteante.




No fim disto tudo, e de muito mais que haveria para dizer, o meu coração tem batido tanto e tão forte que agora parece estar a bater mal.
Não é nada comprovado ou grave mas o meu coração está a bater muito abaixo do que era expectável, como se eu fosse uma pessoa idosa ou uma atleta de alta competição...
Seja como for, nada de alarmes. Há-de estar tudo bem.
Venham os exames e as análises.