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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Só para não esquecer, dos penteados, claro.

Ao ler este artigo dei conta de que, realmente, há mais penteados do que se pode imaginar para se poder fazer desporto à vontade.
Como tenho o cabelo médio/longo, não suporto estar a exercitar-me com cabelos a mexer ou a caírem na cara pelo que no ginásio opto pelo famoso rabo-de-cavalo ou, de forma mais frequente, por uma trança, mais ou menos como está na primeira foto.
E, sinceramente, não consigo entender quem faz exercício com os cabelos todos caídos enquanto se transpira mais que sei lá o quê e que interferem na visão, no à vontade e na liberdade dos movimentos. E eu sou pessoa que não gosto nada de me ver com o cabelo apanhado, enfim...
De resto, realmente, o que é preciso é imaginação e algum jeito pelo que deixo as fotos dos penteados, que constavam no artigo, de que mais gostei e que pondero vir a fazer ou usar enquanto me exercito.







sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Dança, não comigo.

A vontade de experimentar coisas novas levou-me a uma aula de... dança...
Sempre gostei de sentir o ritmo da música e ainda que não me atrapalhe a dançar (casual e muito raramente, é certo... longe vão os tempos em que dançava a noite toda...), está visto que quando a coisa se torna mais séria, já não fico tão à vontade.
Na verdade, a partir de certa altura, o meu cérebro como que bloqueou os movimentos dos meus braços, pernas e pés e ainda que sentisse o ritmo da batida, o meu corpo deixou de acompanhar, na totalidade, a coreografia segmentada que se fazia.
Tornou-se difícil e desmotivador tentar acompanhar algo que não estava a conseguir.
A mistura de passos entre pernas, pés, braços e mãos complicou o meu 'complicómetro' interior e quando isso acontece, é difícil sair de lá.
Estava cheia de boa vontade e energia mas o atrofio nos passos dançantes fez-me querer sair dali, quiçá a dançar dali para fora.
Se não experimentasse, nunca saberia como poderia ter corrido.
Agora já sei e, estou em crer que não fui, afinal, feita para grandes danças.
É giro acompanhar e fazer um passo ou outro e tal e coiso, agora dançar de forma expressiva, desinibida e articular aquilo tudo, nááááá...
Prefiro voltar à bicicleta intensa do cycling e às aulas de força e tonificação que, por vezes, até incluem uns passos dançantes no início que chegam bem para colmatar esta vontade de dançar um bocadinho.
Não se pode ter jeito para tudo, não é.
Não sou de desistir mas neste caso, senti a experiência de estar para ali a dançar como algo quase estranho.
Portanto, a dança não é bem comigo.
Next...


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Há anos que não adquiria nada para o ginásio...

Há anos que não comprava assim nada para usar no ginásio.
Tenho uma panóplia de blusas, com e sem mangas, de alsas, disto e daquilo, de quase todas as cores, calças e leggings, mas, com o passar do tempo e das lavagens, parece que tudo vai ficando envelhecido e esbatido.
Também há aquela velha questão, que se aplica na roupa do dia à dia, que é o ter tantas coisas e achar sempre que não se tem nada para vestir porque parece que se veste sempre a mesma coisa.
Depois também vão decorrendo vários 'upgrades' nos modelos, estilos e no nosso gosto.
Enfim...
Como também me ausentei um pouco do ginásio no ano passado, deixei de ligar a estas coisas mas agora surgiu a necessidade de alguma renovação para não parecer que vestia sempre a mesma coisa e vai daí que ingressei nos saldos, excepto numa peça, e vim de lá muito contentinha.
Como não me apeteceu tirar fotos às ditas peças ou às ditas peças vestidas em mim mesma, ficam as fotos das ditas retiradas do 'site' de onde vierem: Decathlon...
Não fui paga ou patrocinada para escrever isto tudo e fazer estas menções, com grande pena minha...
É tudo genuíno e verdadeiro...
Talvez esteja um post algo parvo mas há tanto tempo que não postava algo assim.
Ora vamos lá a saber:


Eis a única peça que não fazia parte dos saldos e que é muito confortável e que não deixa notar a transpiração que é um requisito muito importante para mim. É que transpiro bués e detesto que se vejam as marcas na roupa... Estes leggings pretos ficam um pouco acima do tornozelo e mostram só um pouco da perna. O tecido é confortável e macio e por 12€ que mais se poderia pedir...




A seguir temos esta linda blusa, num lindo tom de azul que, lá está, não tenho. E eu sou pessoa cuja cor preferida é o azul, portanto, veio mesmo a calhar. 
Prós: o super preço de 3,95€ e o tecido ser também anti transpiração, não se nota nada. Ajusta-se e molda-se bem ao corpo e fica bem gira.
Contras: é de alsas o que em mim me deixa um pouco desconfortável porque deixa à vista a cicatriz entre o ombro e o braço mas... paciência, não é assim tão feia que não se possa ver. Aliás, é uma das marcas mais importantes na minha vida.




E agora mais uma magnífica blusa num outro tom de azul e num modelo completamente diferente da blusa anterior e num preço espetacular: 7€! O modelito é bem giro e diferente de todas as blusas que tenho, pelo menos na parte de trás. Também é anti transpiração e cobre os ombros, só vantagens, portanto.



And last, but not least, mais uma linda e discreta blusa que custou a módica quantia de... 5€!!!
Fica muito bem ajustada ao corpo, sem apertar ou ficar larga, fica mesmo 'no ponto' e sendo anti transpiração e tapando os ombros, só lhe vejo vantagens...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Já cá desconfiava...

Ora bem, como sempre digo, não sou pessoa dada a criar ou a ter barriga quando carrego uns quilos a mais, como tem sido o caso nos últimos tempos...
Digo sempre que, em mim, a gordura se aloja imediatamente na coxa e no rabo e agora tenho a 'prova científica' do que digo, vejo, sinto e transporto comigo.
Após um mês e meio de regresso ao ginásio em que mudei alguns hábitos no que ao exercício diz respeito, foi feita uma nova avaliação.
O peso manteve-se mas perdi massa gorda e ganhei massa muscular o que é um sinal de que a alteração nos exercícios que ando a fazer está a produzir algum efeito.
Ao invés de andar a correr feita barata tonta à hora de almoço para estar triste e infeliz a caminhar e a correr um bocadinho na passadeira, qual mono sem graça, e depois fazer uma aula, ou outra, de pouca intensidade e ritmo, optei por ir a aulas mais curtas mas de alta intensidade em termos de força, tonificação e treino cardiovascular.
Alterei horários e ritmos e acho que estou no bom caminho para conseguir os resultados que quero: ganhar força, tonificar o que abana e, acima de tudo, perder algum peso que isto assim já não pode (ou podia) ser.
Vai daí, e voltando à tal avaliação, eis as imagens que comprovam o que estava a dizer: a Massa Magra até está acima nas pernas e nos braços e normal na cintura, e a Massa Gorda está normal em todo o lado excepto na zona, lá está, do rabo e da coxa.
Vai ser uma luta difícil porque, de facto, já perdi (muito) peso antes e sei bem que o último lugar onde a gordura desaparece é na fatídica zona do rabo, e da coxa.
Contudo, a luta continua e como estou mesmo a gostar do alto impacto e grau de dificuldade nos exercícios que tenho feito, é uma espécie de desafio para mim mesma.
Descubro que afinal é bom e sabe bem tentar superar e melhorar aquilo que se faz.



sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Toucas & Capacetes

Hoje estou particularmente feliz com uma decisão simples que tomei e com a ação que daí decorreu.
A verdade é que ontem, muitos anos depois de o ter feito, voltei à piscina para nadar, boiar, mergulhar e fazer o que podia numa pista livre, numa piscina sem pé, e com um braço que não funciona plenamente.
Isto quer dizer que o meu braço não roda na totalidade e desde o acidente de bicicleta que não tinha voltado a tentar nadar "mais a sério" com medo de não conseguir e de outras coisas mais.
Contudo, consegui.
Consegui nadar, não como nadava outrora mas consegui fazê-lo apesar de algumas dificuldades e limitações.
Nadei essencialmente de costas por forma a não ter que utilizar o braço em rotação para o fazer mas, ainda assim, fui perdendo os medos e lá arrisquei a rodar o braço.
Não deu para rodar como seria 'normal' mas consegui um impulso e uma força, vindos não sei de onde, que me levaram a nadar ainda mais rápido.
O fato de banho e a touca foram comprados há uns dias só a pensar na ida à piscina.
Na verdade, é preciso recuar até um pouco mais no tempo dos pensamentos desta decisão.
Há cerca de um mês e meio desisti do ginásio onde andava há sete anos. Comecei por faltar inúmeras vezes, coisa nunca vista em mim, e depois comecei a aborrecer-me com as correrias da hora de almoço a caminho do ginásio e a vir trabalhar.
Ao fim do dia começou a não haver disponibilidade e vontade para lá ir, ora porque ia pedalar na minha bicicleta (de BTT) depois do trabalho, e também porque, entretanto, passei a ir a pedalar para o trabalho, pelo menos três ou quatro vezes por semana, numa bicicleta elétrica.
Posto isto, constato que a minha cabeça passa a vida por entre toucas e capacetes, o que só por si me favorece imenso... ou não...
Vou voltar à piscina com toda a certeza, não só pela enorme sensação de bem estar e de paz de espírito ao estar na água mas também para 'insistir' com o meu braço e dar às perninhas.
Conto ir num regime livre, sem aulas, e depois logo se verá.



terça-feira, 10 de abril de 2018

Cenas que me fecundam as moléculas cerebrais @gym

Cenas que me deixam a pensar mas que não deviam, pois já ando há muitos anos no ginásio para ainda ficar admirada com algumas coisas.
Confesso que estas últimas me deixaram realmente admirada, pois num curto espaço de tempo apercebi-me de duas pessoas diferentes no balneário, depois do treino, que... não tomaram banho.
OK, há pessoas que não tomam banho no ginásio, vão lá treinar e depois vão embora para casa mas, por norma, essas entram e saem com a mesma roupa, com ar de quem vai para casa.
Nestes 'casos' a que me refiro, as pessoas estavam a treinar e depois no balneário vestiram outra roupa, como se fossem trabalhar a seguir.
Para além de se vestirem com ar de quem ia trabalhar, perderam imenso tempo com o que estava à vista: a maquilhagem na cara e o cabelo.
Eu não sou moralista ou tenho a mania das limpezas ou da higiene extrema mas... acho deveras estranho treinar, transpirar, e vestir outra roupa como se nada fosse e perder "horas" com as aparências: a maquilhagem e o cabelo.
A outra cena que me continua a causar surpresa e espanto, e nem sei porquê tendo em conta a minha vasta experiência em aulas de cycling, é a malta que vai para as aulas com potentes sapatos de encaixe e/ou equipamentos de equipas de BTT ou de ciclismo.
Ou às vezes 'acumulam'.
Levam os sapatos e os equipamentos, e depois, na maioria dos casos, não pedalam uma para a caixa, ou melhor, nem quinze minutos passaram desde o início da aula e é vê-los pelo espelho quase a morrer e a quase não pedalar.
Só me ocorre dizer que é só 'show off'...
As pessoas que conheço que pedalam à séria, na sua maioria vão para as aulas de cycling de t-shirts e com um ar descontraído...
Vá, eu própria pedalo muito mais e ali estou eu com uma blusa anti transpirante da Decathlon, uns leggings pelo joelho da Nike que comprei algures numa promoção de 50% para cima, e uns ténis que têm uns 5 anos, que custaram os olhos da cara, mas que nunca pisaram a rua e estão ali para as curvas.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Ah... as famigeradas aulas de Cycling...

Sempre gostei das aulas de Cycling.
Bom, há alturas em que preciso de me afastar mas cá no fundo, "deep down", eu sei que é como se fosse um vicio. Tento afastar-me e ignorar mas... gosto mesmo daquilo...
Nas aulas de Cycling transpiro muito mais do que é costume, ouço música alta, pedalo sem sair do mesmo lugar mas com carga e intensidade, entro no ritmo e quase que me sinto a dançar na bicicleta...
Pois bem, desde junho que não ia a uma aula de Cycling e vai daí que estava cheia de saudades daquele frenesim.
O mais estranho é que ainda que não o fizesse desde junho, e tendo em conta que não me tenho exercitado com a frequência com que o fazia, tanto a pedalar na rua como no ginásio, e que ganhei peso, estranhei sentir-me 'em forma' e a conseguir entrar bem no ritmo e a acompanhar a aula como se tivesse feito tudo isto nestes meses...
Foi como se tivesse um bichinho adormecido em mim e que de repente acordou e se sentiu feliz por ali estar a fazer tudo aquilo novamente...
Também gosto da música alta e dos ritmos que me fazem querer pedalar mais e com mais carga.
Com a música alta sinto-me alheada de quase tudo e não penso em nada, esvazio a minha cabeça e só pedalo...
Ah... como sabe bem voltar a transpirar intensamente e pedalar ao som da música...
Nota: post escrito há três semanas que são as semanas a que já tenho ido às aulas de Cycling... Sabe tão bem...



sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Descambou...

Ora bem, hoje tive consulta de Nutrição e uma avaliação física no ginásio ao qual regressei há quase duas semanas depois duma paragem de quase quatro meses e as notícias não são animadoras, tal como esperava...
O meu peso está o mais alto possível desde que perdi aqueles quase 30 quilos. Comparativamente com a última consulta, há quase quatro meses, não é mau de todo porque "só" ganhei mais 1,800 Kg. Contudo, relativamente ao peso total, estou agora com mais 13 quilos do que tinha aquando do meu emagrecimento.
Não estou (ainda) histérica porque como sou tão alta, não se nota imensamente este aumento de peso. Eu noto porque já não gosto de me ver com algumas roupas, outras apertam, os cintos têm que ser apertados no(s) buraco(s) a seguir, as coxas e o rabo aumentaram, enfim...
E vai daí que agora tenho que interiorizar que não posso deixar isto continuar porque senão, pouco falta para chegar ao peso que tinha e a partir do qual emagreci e em que estava irreconhecível...
Agora não precisarei de perder 13 quilos mas pelo menos 10 têm que ir à vida pois estão maioritariamente instalados nas coxas, pernas e rabo...
Não posso continuar a "comer bem", ou seja, não posso continuar a comer as quantidades de comida que como às refeições, principalmente ao jantar...
O pão com manteiga  e no molho tem morte à vista e olha, tenho que controlar a boquinha e entrar na rotina no que ao exercício diz respeito...
Tenho de ir ao ginásio três ou quatro vezes por semana, à hora de almoço, e a ver se regresso às pedaladas...
Isto é algo galopante. Ganhar peso é das coisas mais fáceis que tenho na vida...
Já perder peso... é algo extremamente difícil...  Como eu gostaria de não gostar tanto de... comer...

Vou começar com este "ticker" para ter a certeza de que não me esqueço disto. Os 13 quilos são para relembrar que preciso de perder 10... Aqui vamos nós...

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Depois de quase 4 meses...

Depois de quase 4 meses de ausência, voltei ao ginásio.
Sim, eu sei, nem parece meu apanágio mas o tempo passou e não voltou e eu não me voltei a exercitar como fazia...
E o mesmo se passou em relação à bicicleta. É incrível mas não pedalo há 3 meses.
Não me recordo de ter pausas deste género no que ao ginásio e à bicicleta diz respeito a não ser quando tive o acidente de bicicleta e em que estive "de baixa" quase 5 meses...
Perdi a vontade, a motivação e a paciência para me exercitar. Deixei de ver resultados e dei conta que estava sempre a ganhar peso, e não a perder como seria expectável numa pessoa que tanto se exercitava e corria dum lado para o outro, como eu...
Claro que como (muito) bem, não o nego, mas também não ando para aí a comer bolos ou a enfrascar sumos...
Quanto à bicicleta, desmotivei um bocado porque também não via evolução alguma na minha "performance". Tanto tempo a  pedalar e a evolução foi nula, nem mais depressa, nem a fazer subidas como uma trepadora, sempre cheia de medo nas descidas e caminhos mais técnicos por causa do trauma da Queda, enfim... Claro que quero e gosto é de pedalar de forma livre por aí, as provas de BTT já pouco ou nada me dizem, não me apetece 'stressar' com competições ou pagar para pedalar em sítios que já conheço como a palma da mão...
Acho que desmotivei com isto tudo mas hoje eis-me regressada ao ginásio.
Neste meses não parei completamente, andei muito a pé e fiz caminhadas mas... não é a mesma coisa... O mais curioso é que o peso se manteve mais ou menos na mesma. Ou seja, deixei de fazer exercício que nem uma maluca e o peso manteve-se...
Confesso que me dediquei mais à "boa vida", ao "dolce far niente", aos passeios, aos petiscos, às comidas saborosas, conheci sabores e texturas novos tanto na comida como na bebida (não me tornei numa bêbeda, ok, mas passei a apreciar bebidas que não conhecia e que tão bem acompanham determinadas comidas...), e decidi não 'stressar' caso não fosse possível ir pedalar ou ir ao ginásio porque dei por mim a aproveitar a vida duma maneira diferente, como nunca o tinha feito e em excelente companhia...
Na verdade, deixei-me ir, deixei-me levar, deixei que me levassem para as coisas boas da vida, deixei que me dessem a conhecer os lados bons da vida...
Mas hoje no ginásio corri na passadeira e estive um bocadinho nas máquinas.
Não me custou muito mas transpirei que me fartei... Agora... Agora é para continuar...

terça-feira, 4 de julho de 2017

Houve um tempo

Houve um tempo em que eu passava a minha vida a correr para ir pedalar ao fim do dia quando saísse do trabalho, para ir ao ginásio à hora de almoço ou ao fim do dia quando desse.
Houve um tempo em que as minhas férias e horas extra eram regidas quase tão somente pela bicicleta.
Recordo-me de treinar com afinco para provas de BTT que aí vinham...
E tudo isto para quê...?
Às vezes andava numa correria louca para ter o jantar pronto ou o almoço ou ia pedalar nas tardes de domingo como se não tivesse mais nada para fazer ou família para usufruir da sua companhia.
Não estou a dizer que isto está "mal" mas, volvidos todos estes anos e tempos, concluo que... "quase" que não valia a pena...
Continuo a adorar a bicicleta mas não lhe pego há quase três semanas e as idas ao ginásio têm sido mais escassas...
O meu corpo e o meu peso ressentem-se mas, sinceramente, deixei de sentir aquele frenesim, aquela loucura de "ter que ir pedalar" porque senão perdia a forma ou ganhava meio quilo.
Continuo a sentir prazer em pedalar e em me exercitar mas já não estou para andar em stresses e correrias por causa disso.
Quando der, vou... Até porque... nas provas de BTT nunca evoluí grande coisa, sempre fui lenta e cheguei quase no fim, nunca me tornei mais rápida ou veloz ou numa grande trepadora, o meu peso sempre aumentou na mesma independentemente de me exercitar como uma maluca ou de pedalar todos os dias...
Sinto algum desalento no meio disto tudo... Perdi em parte o prazer que tinha em pedalar ou em ir a correr para o ginásio à hora de almoço... Não vi resultados ou progressos e isto ao fim de quase sete anos, até é de estranhar que não me tenha sentido assim antes...
Quero continuar a pedalar e vou fazê-lo. Tenho sonhos relacionados com a bicicleta como fazer algumas travessias ou peregrinações ou pedalar por onde nunca o fiz, como "simplesmente" por Lisboa... Mas... de momento sinto que dou mais valor e que me apetece mais estar com as pessoas que me rodeiam...
Tudo isto pode mudar até porque eu preciso de me exercitar e de pedalar para me sentir bem mas... com conta, peso e medida, com algum equilíbrio que eu acho que não tinha... Ter a minha vida condicionada pela bicicleta e deixar quase tudo e todos em segundo plano... não me parece...
Por estes dias tive o carro avariado e nem sequer fui trabalhar de bicicleta como aconteceu noutros momentos... Fui de autocarro e tive a boleia duma colega que é uma boa amiga e assim andei quase uma semana... Não me apeteceu transpirar ou ter que mudar de roupa ou levar com um carro em cima pela estrada...

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Cãominhada

Ora bem, como o próprio nome indica no título deste post, ontem depois do jantar fiz uma cãominhada, ou seja, uma mistura de caminhada com a minha amiga canina a acompanhar-me.
Não fazia isto há bastante tempo e confesso que me soube bem...
Também não tenho ido ao ginásio com a regularidade com que ia, não sei, parece que perdi o entusiasmo, a vontade e o ânimo de me fechar num sítio onde tudo parece igual anos a fio, onde só parecem ver quem entra de novo no ginásio e eu já sou um dinossauro, afinal, ando lá há quase seis anos, e isto é uma bola de neve. Não me apetece ir ao ginásio e ganhei um pouco de peso mas isso, já o tinha ganho mesmo andando por lá de forma frequente e frenética...
As pedaladas andam a meio gás e por isso, ontem já estava farta de estar 'quieta' apesar de ter dado uma voltita de bicicleta no domingo.
Depois de jantar com o filhote que tinha vindo dos seus treinos, arrumei a cozinha já um pouco tarde mas quando fui levar o lixo, apercebi-me de que não estava frio nenhum à noite, o que é deveras estranho no Oeste...
O filhote tinha ido brincar na rua com os seus amiguinhos porque, felizmente, vivemos num sítio calmo e tranquilo, onde as crianças saem e andam na rua a brincar umas com as outras, rapazes e raparigas, até mesmo num bocadinho do serão, e eu peguei na minha amiga canina e fomos dar uma volta.
Não rendeu muito, foram apenas dois quilómetros e pouco mas foi o suficiente para me darem os calores e tirar o casaco...
Notei que a minha amiga canina estava cansada, tal é a falta de hábito destas cãominhadas e corridas que dantes tanto fazíamos... Assim sendo, pensei cá para comigo que este é um hábito ao qual devia voltar, fosse quando chegasse do trabalho ao fim do dia, ou depois do jantar quando já está tudo despachado...
Depois do jantar parece que sabe melhor, ainda que seja de noite. Está tudo mais calmo e tranquilo e não há grandes ruídos o que ajuda bastante a atenuar os meus "ruídos mentais"...
:D

A minha amiga canina foi apanhada a coçar-se aquando da foto.
As outras (fotos) que tirei já não ficaram tão bem...

quinta-feira, 16 de março de 2017

Soltas da Life

Sou ao contrário: noto agora que o ginásio está a começar a ter enchentes, até à hora de almoço que é quando vou maioritariamente treinar e agora chegou a altura de eu bazar do ginásio porque os dias maiores estão aí mesmo a chegar e eu quero é retomar as pedaladas ao fim do dia porque isto tem andado muito fraquinho no que à bicicleta diz respeito...
Agora que o ginásio enche com aquelas pessoas que acham que vão ficar em forma e emagrecer em dois ou três meses para irem para a praia mostrar o corpo, eu arredo o pé e prefiro exercitar-me ao ar livre...

Pessoas bipolares: 
Tipo 1 de bipolaridade: pessoas que quando nos encontram num certo sítio, arreganham a taxa e nos falam de si e da sua vida, dão beijinhos e abraços e tudo e mais um par de botas e que, depois, nos encontram noutros sítios, com outras pessoas, fecham a cara, olham para o lado, assobiam, metem as mãos nos bolsos e não falam.
Tipo 2 de bipolaridade: pessoas que se manifestam no Facebook, que comentam as nossas fotos ou tretas que partilhamos, que nos pedem amizade (?) mas que depois, na rua, ao vivo e a cores, desviam o olhar, não falam, atravessam para o outro lado da rua e nem nos dão 'likes' nem comentam a nossa vida com um singelo "Boa tarde" ou "bom dia" ou "vá para o raio que o parta"...
Ainda há mais tipos de pessoas bipolares mas... fiquemos por aqui...

Ser mãe: Quando o filhote me telefona da Escola, penso, e quase sempre acerto, que lá vem problema. Ou porque caiu, ou se chateou com um colega, ou porque o teste correu mal, ou porque lhe dói a cabeça, ou por  isto ou por aquilo mas... é sempre porque aconteceu alguma coisa que não correu bem. Hoje, estranhamente, telefonou-me no fim das aulas e era só mesmo para dizer que estava tudo bem e que não tinha dores nos dentes (isto dará outro 'post'...).

O cabelo: Depois de tantos anos loura, o meu cabelo está agora mais escuro, quase da sua cor natural. Ainda não me habituei mas como o louro estava a ficar quase platinado nas pontas do cabelo, levou-me a tomar medidas algo radicais... Quando me vejo ao espelho noto a "escuridão" à volta da cara mas como estou (muito) branca faz um contraste maior... Veremos se me habituo a este novo... "look"...



quinta-feira, 9 de março de 2017

Uma manhã como as outras

Primeiro acordo eu e trato de mim.
O filhote acorda depois.
Mas tomamos juntos o pequeno-almoço. É uma espécie de ritual que instituí desde que ele é muito pequeno e assim estamos um bocadinho juntos no início de mais um dia já que se passa a vida quase sempre a correr.
Hoje foi uma manhã igual a tantas outras. Apenas havia algo diferente no ar, a temperatura e o cheiro a Primavera.
Não senti frio, nem lá perto, e dei conta do Sol que surgia no céu, sem haver lugar a névoas, neblinas ou humidades como é costume neste Oeste fresco e gélido...
Vesti roupas mais primaveris e retirei uma camisola ao filhote que se mexe muito mais do que eu ao longo do dia...
Também fiquei logo a pensar nas mil coisas que se podem fazer com o tempo mais ameno e os dias a ficarem mais longos... Parece que perco a vontade de me enfiar no ginásio e só me apetece é ir para a rua depois de um dia inteiro enfiada entre quatro paredes...
Contudo, com algumas das dores que tenho sentido, ainda que pareça estar a melhorar e não sentir tanto que tenho uma placa e parafusos dentro de mim, não sei se a pedalar poderia sentir um impacto maior...
Sinceramente... Só penso em poder sair mais cedo para poder ir pedalar... A vontade de ir até ao ginásio começa a ser muito pouca...
Apetece-me inspirar a Primavera... E que saudades eu tinha...O ânimo é logo outro...

(imagem via Pinterest)

segunda-feira, 6 de março de 2017

Movimentação na placa, mas não dentária ou tectónica...

Na sexta-feira ao fim do dia, e depois de uma semana de trabalho intensa, saí (do trabalho...) rumo ao ginásio tendo em mente fazer as duas aulas do costume, uma mais de força e tonificação e depois o querido e adorado Cycling.
Não fazia a aula mais localizada há algumas semanas mas não tenho estado parada... Tenho ido exercitar-me à hora de almoço e, quando tem dado, tenho pedalado um bocadinho...
Nunca tive problemas em qualquer exercício ou aula no que ao meu braço e ombro diz respeito...
Contudo, não sei o que se passou mas a verdade é que senti-me mal no final da aula... Quase todos os exercícios incidiram sobre os braços e os ombros, com pesos incluídos, e só sei que aquando do relaxamento comecei a sentir uma dor profunda no braço, senti como que a placa e os parafusos que tenho entre o ombro e o braço, a movimentarem-se...
A dor foi tão intensa que tive que pedir ajuda e quase desmaiei deitada num colchão na sala de aula.
Fiquei muito branca e tive suores frios.
Ainda ouvi alguém dizer para chamar o 112 mas eis que entretanto chega o Fisioterapeuta que me pediu para indicar onde é que eu tinha a placa... e os parafusos... assim e o fiz e em segundos ele tocou-me ali e aquilo até estalou, ouviu-se mesmo.... Mas a partir daí melhorei e a sensação de desmaio passou...
Tinha a senha para ir fazer a aula de Cycling mas decidi voltar para casa...
Tomei banho e vesti-me com a ajuda maior do braço e mão esquerdos, tal era o medo de voltar a ter dores ou que "aquilo" saísse do sítio...
Nunca imaginei que isto pudesse acontecer, que quase quatro anos volvidos sobre a operação, eu sentisse que aquilo está ali no meu corpo e que, aparentemente, se mexeu um bocadinho...
Tenho que ter cuidados redobrados com os exercícios para os braços e ombro e com pesos e, segundo o Fisioterapeuta, fazer um raio-x o quanto antes...
E tempo...? Estou apinhada de trabalho, há consultas e exames para a minha mãe fazer e em que a tenho que acompanhar, o filhote, e por aí fora...
O Fisioterapeuta, sem me conhecer de parte alguma, disse logo que eu estava quase em choque só por relembrar tudo o que passei naquele processo.
E a verdade é que tinha razão. Só de me lembrar de tudo, só me ocorre uma palavra para o efeito: dor, dores, muitas dores...
A placa mexeu-se e a partir de agora não sei como será... se calhar é como um sismo eminente... vai dando sinais e mexendo devagarinho até que chega um dia em que dá de si... E se assim for, sei que não aguentarei com tamanhas dores...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Eis o que se tem passado...

Sinto, e acho, que tenho andado a procrastinar em muitas coisas...
No blog - acho sempre que mais logo ou amanhã vou ter uma ideia melhor para vir aqui escrever qualquer coisita...
No trabalho - nunca fui assim e sinto que, ou o volume de trabalho aumentou consideravelmente, ou ando a adiar o que já podia estar feito ontem...
No peso - penso em tomar medidas mas depois parece-me que nada resulta ou que até já nem perdi quase 30 quilos e que não percebo nada disto... Apesar dos cuidados com a alimentação, excedo-me sempre nalgum momento nalgumas quantidades... 
No ginásio - apesar de fazer exercício físico com regularidade, parece que quase nada já é eficaz, no sentido de me motivar ou sentir progressos seja no que for... Ando lá há cinco anos e meio... Até já devia era eu própria ser "treinadora"...
Na bicicleta - Tenho-me 'relaxado' com a bicicleta. Não tenho pedalado. Não tem dado. A minha mãe está doente. O filhote tem testes. Tenho roupa para lavar. Tenho o almoço para fazer. Estão à minha espera para jantar, para lanchar, para passar a ferro, para por a mesa. Eu sei lá. (Quase) tudo tem servido de desculpa para não ir pedalar hoje. E depois, depois quando o faço, custa-me e estou ainda mais lenta do que é costume...
A minha vida - as semanas, os meses e os anos passam e continuo sempre a achar que tenho coisas para modificar e alterar, que só estão nas minhas mãos. E continuo sempre a achar que fica para logo, para depois, para amanhã. E depois vejo pessoas a ficarem doentes e a morrer. E penso que tenho que mudar tudo e viver a vida e os dias e os anos que passam a uma velocidade galopante. Depois penso que logo ou amanhã vai ser diferente. Mas depois é tudo igual. Acho que não fiz nada. E o que poderia fazer para mudar - penso eu...
Todos os dias acordo a pensar que passou mais um dia e quando acordo de manhã uma mixórdia de sensações amontoam-se em mim e começo a procrastinar novamente... E volta tudo ao mesmo. And so on...
Creio que preciso de um curso de gestão de procrastinação ou, melhor ainda, um curso de gestão de mixórdias de sentimentos do que se passou, do que se passa e do que se poderá vir a passar.
A vida é realmente hoje. E se eu fosse muito rica e a minha vida fosse um filme, era agora que eu embarcava num avião para ir refletir sobre a minha vida numa praia qualquer cheia de Sol e calor.
Mas... novamente procrastino... Tenho que trabalhar, tenho que ganhar dinheiro, não há tempo agora.
Fica para depois...


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Estou cada vez mais nova...

Para não estar aqui com grandes textos, só me ocorre dizer que estou cada vez mais nova, a ver pelos exercícios que tenho feito no ginásio.
As pernas estão na mesma, os abdominais também têm estado a ficar mais novos, passaram de 31 para 21 anos, o que quer dizer que não tarda nada tenho abdominais de bebé, e o que não melhora muito são mesmo os braços... Há duas semanas a zona dos braços, peito e ombros tinha a bela idade de 61 anos e hoje passou para 59 anos... Vê-se logo que é onde está o meu calcanhar de Aquiles, vulgo a placa e os parafusos... Enfim...
Pena que não perca quilos como perco anos...
:D
O peso está na mesma, nem mais nem menos, que tristeza... A boa nova é que ganhei muito mais massa muscular e tenho perdido massa gorda... Mas... o que eu gostava mesmo era de perder peso...
E não pedalo há quase duas semanas...

Eu há duas semanas atrás, depois de duas semanas de treino e de ter rejuvenescido 10 anos (confuso, certo...):


Eu hoje, duas semanas depois de ter rejuvenescido 10 anos, e quase um mês depois de começar a treinar este tipo de exercício. 
Em suma, desde que comecei que rejuvenesci 14 anos e de há duas semanas para cá, rejuvenesci 4 anos (que grande confusão...):


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Rejuvenesci 10 anos, ena...

Não sei se o(a)s meus/minhas escasso(a)s leitores se recordam de ter partilhado aqui convosco, há cerca de duas semanas, que a aplicação ligada às máquinas do ginásio me dava a bela idade mé(r)dia de... 52 anos! "Só" mais 10 do que os que tenho na realidade...
E pior ainda, era a zona superior, do peito, ombros e braços, em que a idade biológica era de 64 anos (!!!).
Depois, na zona abdominal, a idade biológica correspondia exatamente à idade que tenho, 42 anos e nas pernas tinha a bela idade de 50 anos.

Eu há duas semanas atrás quando me iniciei nas máquinas:


Mas eis que tenho ido treinar com alguma frequência nas máquinas (três a quatro vezes por semana) e hoje até tive um novo teste de força para ver se já conseguia exercitar-me com mais carga e foi mesmo o que aconteceu...
A carga foi aumentada e a minha idade biológica "na coisa" desceu 10 anos... Portanto, agora tenho uma idade média que corresponde exatamente à real: 42 anos...
Contudo, na
 zona superior, do peito, ombros e braços, continuo fraquinha, rejuvenesci apenas 3 aninhos, passei de 64 anos para... 61...
Na zona abdominal, a idade biológica passou de 42 anos para 31, o que quer dizer que tenho uma linda barriguinha com menos 9 anos do que aqueles que tenho...
nas pernas, em que tinha a bela idade de 50 anos, tenho agora 35 anos... Uau... 
Estou então mais nova nas pernas e na barriga... No peito e braços é que estou uma verdadeira anciã, quiçá da placa e dos parafusos que carrego que me devem enferrujar esta zona toda...
Contudo, passadas duas semanas estou satisfeita com estes resultados... rejuvenescedores...
:D

Eu hoje, duas semanas depois do início dos treinos nas máquinas:


Acordei assim-assim

Acordei assim-assim depois de uma noite mal passada e mal dormida cujo início do sono foi interrompido pelo filhote que, assim de repente, se lembrou que se tinha esquecido dos trabalhos de casa de Português e que os fazia de manhã, antes da aula. 
Mas é que nem pensar, disse eu!
Toca a acordar do sono que mal tinha começado, a acender a luz, a ir buscar mochilas e cadernos, lápis e papéis.
E assim, às onze e tal da noite, ali estávamos os dois a ler e a fazer trabalhos sobre parte do livro de
Virginia Woolf , "A viúva e o papagaio". Ainda acabei eu a ler alto parte do livro e ali ficámos os dois de volta das leituras.
E assim sendo, como estava a dizer, acordei ensonada e cansada, depois de um fim de semana sem Sol e sem bicicleta. E como me custa não pedalar durante o fim de semana... É que agora com os dias curtos não o posso fazer noutro dia da semana, a não ser que seja feriado...
Ainda que não tenha pedalado durante sábado e domingo, na semana que passou 'fartei-me' de ir ao ginásio pois só não me exercitei num dia da semana. De resto, fui sempre à hora de almoço e à noite fui na sexta-feira que é quando estou mais liberta. E foi algo intenso. Na sexta-feira ao fim do dia, depois de uma semana de trabalho, corri na passadeira, fui um bocadinho para as máquinas, fiz uma aula com pesos e exercícios com o peso do próprio corpo e ainda o famigerado Cycling...
Escusado será dizer que ao serão estava algo "k.o." com tanto exercício de impacto profundo mas... soube bem...
Mas como estava a dizer, e nunca mais lá chego, acordei assim-assim, mas depois chego ao mundo virtual e deparo-me com fotografias e sentimentos de uma colega que perdeu o filho adolescente. Isso sim é um problema e o meu acordar assim-assim torna-se em nada num instante...

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

E do ginásio...

Pois que tenho ido mais vezes ao ginásio sim...
Desde que tive a consulta de Nutrição e que fiz a avaliação física, que não gostei dos resultados pelo que me tenho esforçado a exercitar-me mais e a comer menos... Mas... isto está tão difícil...
Assim, no decorrer desta semana, pedalei 100 Km no fim de semana e depois, durante a semana, já fui três vezes ao ginásio à hora de almoço e tenho corrido entre 5 a 10 minutos na passadeira de cada vez que vou.
Depois passei por algumas máquinas durante cerca de meia hora nos três dias em que fui, e num deles, depois do treino nas máquinas, ainda fiz uma aula de Body Balance...
Portanto, se pudesse ainda ia mais vezes e ficava mais tempo a exercitar-me, afinal, gosto mesmo muito do exercício físico porque me alivia a cabeça e o stress... Há quem tome medicação ou se embebede, eu... exercito-me... 
Enquanto faço aquilo não penso em mais nada nem me sinto com 42 anos...
E como à hora de almoço não há quase ninguém no ginásio e nos balneários, sabe ainda melhor estar por lá a exercitar-me...
Posto isto, hoje também conto ir exercitar-me nalgumas aulas mas... logo se vê...
E é isto...

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Mas... o que é isto...?

Acho que ainda não tinha referido por aqui que estou a tentar mudar um pouco os meus treinos no ginásio...
Tenho ido às Consultas na Nutricionista e o peso tem estado na mesma pois parece que tenho ganho... músculo... De qualquer forma, gostaria de perder alguns quilos mas... desta vez parece que está (mais) difícil...
Fui também fazer a Avaliação Física que não fazia há meses e vai daí que, depois de longos anos a caminhar para o ginásio (cinco...) e a fugir do treino de musculação, comecei então a treinar nalgumas máquinas...
Para além de algumas aulas à hora de almoço e de ter começado a poder ir à sexta-feira ao final do dia fazer duas aulas intensas (uma mais de tonificação e força e o famoso Cycling), para ver se compenso a falta da bicicleta nos dias curtos, comecei a ir à hora de almoço treinar nas... máquinas...
Contudo, as mesmas estão ligadas a uma aplicação e depois de ter treinado duas vezes fui ver qual era a estimativa para a minha idade biológica e foi com espanto que verifiquei que, apesar de tanto pedalar e treinar, tenho mais dez anos do que a minha idade real...
E os resultados variam até de acordo com a parte do corpo que é trabalhada. Achei incrível que na zona superior, do peito, ombros e braços, a idade biológica seja de 64 anos (!!!), ou seja, "só" 22 anos a mais do que os que tenho na realidade... Não devo ter mesmo força nenhuma aqui... Pudera... com uma placa e parafusos... não sai grande coisa realmente...
Depois, na zona abdominal, a idade biológica corresponde exatamente à idade que tenho, 42 anos... Pois claro...
E nas pernas... As mesmas pernas que se fartam de pedalar na rua e exercitar no Cycling têm a bela idade de 50 anos, "só" mais oito anos do que aqueles que tenho...
Assim se percebe que pedale mais devagar, já nem sei que diga...
Portanto, assim sendo, a minha idade biológica é de 52 anos e ainda me faltam dez para lá chegar...
Será do peso que tenho a mais...? Afinal, exercito-me com regularidade há anos e por isso fiquei algo chocada com estes resultados... Era suposto o meu corpo parecer/ser mais jovem com tanto exercício (e de aparência até o é, ninguém me dá 42 anos...) e afinal... mais parece que está a caminhar para a cova...
:-(
Mas... vou continuar a treinar nas máquinas que bem preciso...